inicio mail me! sindicaci;ón

Archive for June, 2007

Muitos anos de vida, sem festa junina. Pelo que se sabe.

Ontem não se ouviu nada do tal Arraiá na Praça Roosevelt. Talvez porque fosse mudo.
Também não chegou à Bacante nenhum depoimento de alguém que tenha provado o quentão do Bortolotto.
Só o que se sabe, oficialmente, é que, segundo o próprio Ivam Cabral, Gero Camilo (dito para ser o noivo) estava lá e, juntos, os dois fizeram “o maior casório da Praça Roosevelt”.
Se alguém tiver mais informações, não deixe de comentar.
Fotos também são bem-vindas e paga-se bem.
Queremos resolver este mistério.

Festa Junina na Roosevelt: Mais confirmações

O ator Guilherme Tomé, da peça “Coçando o Sacro”, em cartaz no Espaço Parlapatões, também confirmou que estará lá.

Festa Junina na Roosevelt: A polêmica continua


Chega a informação de que o crítico cultural Guilherme Conte já confirmou presença.
Ele prometeu colocar resenha da festa no Digestivo Cultural. Vamos conferir.

Rilise

Recebi o release abaixo da Sandrinha Souto. Como até mesmo meu nome é citado, estou publicando aqui.

Primeiro Arraiá Mudo Nu agita a Praça Roosevelt

Acontece dia 25 de junho, às 22 horas, o 1º Arraiá Mudo Nu, na Praça Roosevelt, em São Paulo, com as presenças de Ivam Cabral, Rodolfo Garcia Vázquez, Nelson de Sá, Marici Salomão, Maurício Alcântara, Hugo Possolo, Mário Bortolotto, Pheda de Córdoba, Jô Soares, Gero Camilo, Juca de Oliveira e grande elenco.

O evento terá quadrilha silenciosa, casório, barracas de entretenimento, corrida de saco, muitas gincanas, bebidas e quitutes para você se deliciar. Para respeitar a lei do Psiu, a quadrilha será muda e narrada através de mímica por Alberto Guzik. O casamento será mais uma peça dirigida por Rodolfo Garcia Vázquez, com dramaturgia de Marici Salomão, Gero Camilo no papel do noivo e Ivam Cabral no da noiva. O personagem do padre ainda está sendo negociado, mas Rubens Ewald Filho é o candidato mais forte ao papel. Jô Soares fará uma participação especial como pai da noiva. Nelson de Sá fará a crítica do espetáculo.

O entretenimento está por conta de Hugo Possolo, do grupo Parlapatões. A barraca “Acerte a Boca do Palhaço” e os passeios em mini-pôneis estão garantidos. Cléo de Páris organizará as gincanas. O requisito básico para participar da corrida de saco e do concurso de fantasias é estar em estado de embriaguez. O júri formado por membros do Cemitério de Automóveis determinou que 10 copos de cerveja ou 15 de quentão é o ponto certo. Aliás, o quentão está por conta de Mário Bortolotto, que foi voluntário para a tarefa.

A primeira edição do evento é uma homenagem ao diretor, dramaturgo, compositor de boleros de secretária eletrônica e relações públicas da Companhia Os Satyros de Teatro, Ivam Cabral, que completa 21 anos na data.

Arraiá Mudo Nu 3

A quadrilha já está sendo organizada. Rodolfo Garcia Vàzques assinará a direção, que terá a narração de Alberto Guzik através de mímicas. Segundo as fontes, Gero Camilo já foi convidado para ser o noivo. Ivam, como aniversariante homenageado, a noiva. Mas Rodrigo Santoro ainda está no páreo.

O papel do padre ainda está em aberto, porém já chegou à redação a notícia que Rubens Ewald Filho está interessado no papel.

Arraiá Mudo Nu 2

Ivam Cabral já conta com o apoio da classe em sua festa de aniversário.

Segundo as mesmas más línguas, Mário Bortolotto já marcou presença e ficou de levar o quentão. Hugo Possolo se empolgou com o evento e será o responsável pelo entretenimento - a barraca “Acerte a Boca do Palhaço” e passeios em mini-pôneis estão garantidos.

Arraiá Mudo Nu

Opa!
Como Colaboradora Voluntária Abnegada, ganhei, junto com a Leca e a Sandrinha, o direito de postar assuntos relevantes aqui neste ilustre blog. Por hoje, fico só nas fofocas… nada de assuntos relevantes!

Seguinte:

Dizem as más línguas (em geral, as melhores línguas) que segunda-feira comemora-se o envelhecimento do Sr. Ivam Cabral, relações públicas do Espaço dos Satyros e compositor de boleros de secretária eletrônica, além de ator, diretor, dramaturgo nas horas vagas.

A celebração será especial: uma Festa Junina Muda Nua.

Muda, para respeitar o PSIU.

Nua.

Vá a caráter.

Os Bandidos do Oficina

Semana passada teve o ensaio aberto de Os Bandidos, de Friedrich Schiller, dirigido pelo Zé Celso. O espetáculo foi montado para um festival alemão focado na obra do dramaturgo, e estréia esta semana no velho continente.

O ensaio durou cerca de 3 horas, e pudemos ver apenas a primeira das três partes do espetáculo. Como ainda era ensaio e não vimos nem metade e enquanto eles não estréiam o espetáculo em São Paulo, fica aqui no blog o registro do ensaio.

Este é o espetáculo “pós-sertões” que mais nos lembra a linguagem de encenação da guerra de Canudos, apesar de ser uma história contemporânea e urbana. A encenação conta a trajetória de uma família que se envolve com poder, corrupção e tráfico. Não faltam referências debochadas a Sílvio Santos, mas quanto ao figurino, pudemos ver que a campanha do agasalho que a Bacante promoveu não foi suficiente. Até He-Man e She-Ra participaram do ensaio, no fantástico momento Deus ex machina.


Fotos Maurício Alcântara

Vertigem onipresente

Não sei se é impressão minha ou é a nova tendência global do teatro paulistano utilizar projeções em referência ao Teatro da Vertigem? Nas últimas semanas vi três espetáculos que projetavam cenas das peças da Trilogia Bíblica ou de BR3: Orestéia, Gaivota e também o ensaio de Os Bandidos, do Zé Celso…

Duas Lutas

Aqui em São Paulo, Zé Celso briga com Silvio Santos pela construção do Teatro de Estádio. Em Nova York, outro projeto faraônico tem objetivos semelhantes: se tornar um gigantesco centro multimídia de referência para as artes dramáticas, seja para encenação, seja para seu estudo.

Aqui, para que o projeto seja bem-sucedido, é necessária a ocupação de uma área onde há edifícios de Silvio Santos, além de convencê-lo a abrir mão de seu “Festival Center“. Lá, o projeto envolve transformar um forte militar situado em uma ilha no The New Globe Theater, em referência direta ao londrino Globe Theatre, onde Shakespeare apresentava seus espetáculos.

Aqui dificilmente o bom velhinho conseguirá convencer o dono do “Anhangabaú da Felicidade” a abrir mão de sua empreitada. Lá, estão buscando apoios, investidores e doações para viabilizar o sonho.

Next entries »