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Archive for June, 2008

Oficialmente convidados para u…

Oficialmente convidados para um baile de máscaras hoje à noite. Fabrício e Emilliano

Peça de rua ensina crianças …

Peça de rua ensina crianças a falar caralho. Forjando caráteres. Fabrício

Fim de Feira - Filo 2008

Despois de cinco críticas e muito posts (estréia do twitter na Bacante), escrevo aqui no blog pra encerrar a cobertura do FILO 2008. O Festival acabou antes (dia 22/6), mas a gente ainda tinha impressões pra dividir, então, aqui vão! Se você foi ao FILO, se você queria ir e não foi, ou, ainda, se você não queria ir, não foi, mas quer ler sobre ele, fique à vontade para aproveitar o fim da feira!

Entrevista com três atores do elenco de Conquanto Sonho: Bate-papo 3 ou como impedir o alongamento adequado para uma peça ou “Conquanto alongo”

Especial sobre um fim de semana no Filo: Num festival com Peter e Barba, nada como uma Santa Cerva.
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E, encerrado o Filo, todo mundo de malas prontas pra Beagá, pra conferir o FIT que só acontece uma vez a cada dois anos! Emilliano já está lá, procurando as cervejas mais baratas. Eu, com malas prontas desde hoje de manhã, só chego amanhã de manhã. Pois é, quem foi que disse que ônibus pra Beagá sai da Barra Funda? Eu atraso, mas eu vou. Aguardem posts curtos.

Paraíso sem Consolação, Con…

Paraíso sem Consolação, Constanza Macras: cansativo. Mesma linguagem, mas nem metade do acabamento de Big in Bombay. Não curti. Maurício.

Lembra

Acabei de sair do espetáculo Lembra, da Cia. Funcart de Teatro, daqui mesmo de Londrina. A peça brinca com uma espécie de metaliguagem com o teatro, utilizando textos famosos (como Esperando Godot, Um Bonde Chamado Desejo e Hamlet) ditos na boca de personagens cotidianos, como mendigos, aspirantes a ator e lixeiros. Brinca tanto com esse teatro dentro do teatro, que um dos personagens no final, explica um pouquinho sobre essa magia dos palcos. 

(Toca meu celular. O pessoal que estava vendo Fragments, do Peter Brook, acaba de sair da peça. Pausa para janta)

Alguns dos atores ainda falam seus textos da boca pra fora, sem saborearem o que dizem. As cenas parecem estar cruas e ficam monótonas em dados momentos. Parece que ainda falta trabalhar alguns pontos e trazer mais experimentalismo, ainda apenas esboçado.

Mas a produção tem seus méritos. O primeiro quando os lixeiros brincam de atuar, como se fossem crianças, quando encontram figurinos no lixo. Nesse momento o teatro traz um pouco de vida para aqueles trabalhadores, que conseguem respirar pelo menos por alguns instantes, até voltarem para sua rotina diária. Essa parte é aquele tipo de teatro que tanto os atores quanto a platéia estão se divertindo. E o segundo é quando desconstroem o cenário ao fim do espetáculo.  

A peça traz inúmeras referências dramaturgicas, mas ainda falta trabalhar mais outros elementos.

Brincando de coluna social

Alguém grita no saguão do hotel: CACÁ!

Viro o rosto e vejo Cacá Carvalho dando uma de suas risadas gostosas.

Paro de escrever quando o vejo vindo na minha direção. Vai que ele vê o nome dele no meu computador? Enfim, adoramos o Cacá.

Em Curitiba. zero graus. Embar…

Em Curitiba. zero graus. Embarcando pra um dia longo em são paulo.

Fernanda Takai presta homenagem a Emilliano Freitas, colaborador da Bacante

Fotos: Beatriz Ferreira

Emilliano Freitas comentou assim o post da Leca: “O q???? A Takai aí no filo????? E vcs nem pegaram um autógrafo pra mim???? Nem mandaram um beijinho meu pra ela????Gente, o show dela vale mais que mil peças!!!!!!!”

Mal poderia imaginar o nosso colaborador de Uberlândia, que nossa colaboradora-fotógrafa-sulista-com-sotaque-e-tudo, Beatriz Ferreira, tinha ido ao show, na sexta, especialmente para fazer uma homenagem a ele. O resultado está nas fotos abaixo. Se você também é um apaixonado pela Fernanda Takai, pode ver ela bem grandona. É só clicar na foto que ela aparece sozinha. Depois, você clica de novo que ela amplia.

Antes das imagens, cabe conferir um diálogo que eu pesquei lá pelas 22h do dia do show.

_ Vai na Fernanda Takai?
_ Não sei… tô cansado, acho que vou dormir.
_ Quer um convite?
_ Não, já tenho. Tá lotado?
_ Não! Tá sobrando… Com esse preço desse ano não vai lotar o Cabaré nenhum dia…

*
Entrada para o Cabaré: R$40,00.
Busão para o Cabaré: R$5,00 (ida e volta)
Ver a homenagem (imaginária) da Fernanda Takai para o Emilliano Freitas: não tem preço.

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“Eu, melhor do que mil peças? Ai, obrigada, querido!”

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“Ai, que bonitinho. Ele me mandou um beijinho.”

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Essas palmas foram dedicadas ao trabalho do Emilliano, que ela definiu como “grande ícone da palhaçaria uberlandense”.

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Mandando um abraço pro Emilliano.

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Suvaquinho da Fernanda. Sempre sob supervisão de um músico especializado, que você pode ver ao fundo.

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“OBRIGADA EMILLIANO”, em uníssono.

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Esta foto foi feita enquanto ela fazia um autógrafo especial para o Emilliano, que trocamos na noite seguinte por uma Santa Cerva no Pé na Cova.

Um Ratinho que não era o da Palavra Cantada

A Lu Romagnoli (eterno anjo festivalesco da Bacante) me ensinou que o grupo Palavra Cantada tem uma linda música sobre um rato que se apaixona pela Lua e troca tanto de amores que acaba casando com uma ratinha mesmo.

Só depois da Lu cantar a musiquinha eu entendi a reclamação de uma mãe, na saída do espetáculo Um Ratinho e a Lua, do grupo Asterion Teatro, de Campinas. Ela esperava encontrar a música transposta para o palco, mas a peça não era bem isso.Gueldo não era tão volúvel quanto o ratinho do Palavra Cantada e se manteve persistente em sua busca pela lua - uma grande e distante bola de queijo macio e saboroso. Daí se conclui, a propósito, que Gueldo não estava exatamente apaixonado, ele só queria comer mesmo.

Seja como for, como ratinho obstinado que era, além de exímio dançarino, ele fez de tudo para provar que a Lua não é o astro mais feio e sem-graça do Universo. 

Como eu não tinha grana pra alugar uma criança pra levar comigo, fiquei reparando nas crianças dos outros, que se divertiam mais com as pipocas coloridas (você já viu pipoca azul? Achei assustadora) do que com a peça em si. Mesmo assim, se manifestavam dizendo: “ah… coitadinho…” quando Gualdo sofria pela sua amante. Isso levou algumas mães a classificarem a peça como “melancólica”. Exagero de adulto chato, claro.

A sensação que ficou comigo foi a de que um espetáculo para crianças precisa de muito menos do que se imagina. Não estou falando em menos preocupação ou menos trabalho, claro que não. Estou falando de menos esforço. Estou falando que a criança está entregue, aberta, pronta para sentir o que lhe for proposto. Quem me mostrou isso definitivamente foi a Raíssa. Eu brincava com ela na escadaria da sala de imprensa, e me esforçava pra fazê-la rir com piadas bobas, quando chegou o “hómi”, como ela apelidou. Com esforço zero, o moço começou a rir e a Raíssa embarcou completamente. Resultado: meia hora de risada sonora, espontânea e, sobretudo, mútua.

Tudo mentira. O shopping era g…

Tudo mentira. O shopping era galeria. O cancelamento, adiamento. Adoro o twitter. Fabrício

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