Comecei o festival com medo, v…
Comecei o festival com medo, vendo Carmen Funebre. Critica em breve. Mauricio
Comecei o festival com medo, vendo Carmen Funebre. Critica em breve. Mauricio
Como sempre fazemos, segue abaixo o link para as peças que a gente já criticou e que estão na programação do Festival Internacional de Rio Preto:
Andersen’s Dream
L’Oratorio d’Aurélia
Manifiesto de Niños
Acqua Toffana
Anjo Malaquias
Aqueles Dois (Luna Lunera)
Besouro, Cordão-de-Ouro
Kavka - Agarrado num traço a lápis
O Céu 5 Minutos Antes da Tempestade
Retratos Falantes - parte 1 e parte 2
Senhora dos Afogados
O Santo Guerreiro e o Herói Desajustado - Crítica 1 e crítica 2.
Vale conferir também a nossa cobertura relâmpago realizada no ano passado.
Lembrando que o conceito a ser explorado nesse ano é o de TEXTura. Não sabe do que se trata? Também não vamos explicar.
Entra lá no site do festival e dá uma navegada. Apesar de ser em flash, está relativamente fácil de encontrar o que se precisa.
Juliene e Maurício já estão lá e eu chego logo mais. Estamos livres pra uma cerveja depois da meia-noite.
Posteriormente descobriu que há imbecis como ele em todos os momentos históricos. Juliene
Fernando Bonassi conta que começou a escrever pra se sentir menos imbecil. Juliene
Marici Salomão afirma que é uma dramaturga esquizofrênica. Juliene
É costume da Bacante fazer uma matéria com todas as coisas mais irrelevantes que encontramos nos festivais. Isso porque nos festivais, pelo menos a nós, interessa muito o que não é festival. Ou seja, o que nasce dos encontros.
No FIT-BH, não faremos essa matéria. Mas deixamos claro que o aeroporto de Confins é longe pra caralho e que o sotaque mineiro é o mais irônico do Brasil.
Publicamos nessa semana uma entrevista relâmpago com Abigail Collins, artista inglesa que se apresentou em diversos parques de BH. Além, é claro, das 5 críticas, todas de espetáculos do festival. Seguem os links abaixo:
Once
A Moça dos Livros Usados
Rei Yebi
Uma Mulher Atirada
O Último Vôo do Flamingo
Se você ainda está acompanhando o FIT, vale a pena entrar na conversa que propomos, lendo as críticas dessa semana, a entrevista e as críticas que já estavam publicadas na Bacante. Seguem os links abaixo.
Mãe Coragem e seus filhos
Amores Surdos
Salmo 91
Barbosinha Futebó Crubi - Uma estória de Adonirans
Aqueles Dois
Servidão
Pequenos Milagres
Se você está em dúvida se deve passar por BH para acompanhar o final do FIT, não se reprima e vá direto pra lá. Muitas apresentações estão com ingressos esgotados, o que não impede que você chegue cedo e espere na porta (quase sempre dá certo, mas realmente chegue cedo). Os sites do Festival (são três: aqui, aqui e aqui) contam com informações detalhadas de criação das peças, além de informações como os melhores ônibus para chegar aos teatros, duração e sinopses (que, como em todos os festivais, não ajudam na compreensão nem na escolha das peças, mas tudo bem).
O FIT-BH é bienal e sua programação, pelo menos nesse ano, está caprichada. Muito diálogo e muita coisa estranha que nos faz sentir e pensar. O próximo, só em 2010.