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O surdo e os gestos universais

Direto da 14ª MOSTRA ESTADUAL DE TEATRO E DANÇA DA PARAÍBA

O monólogo, quase performance Dona Dora foi depois do Bar do Teatro . Bom, começou, até que as piadas estavam legais, no tempo certo. Mas mesmo nas coisas mais sem graça tipo, “gente eu estou na idade do condor… com dor aqui, com dor ali”, tinha um cabinha que só faltava se virar na cadeira de tanto rir. Era cada gaitada.

Aquilo não era normal. “Meu filho tem o quê, hein?”. O cara era surdo. Mas ele tava sacando tudo – como é que eu não sei. Teve uma hora que a dona Dora começou a dizer: “aí eu sou muito caridosa. Os menino da minha rua tudo fazia fila lá em casa, de 14, até 16 anos”. O surdo começou a dar a gaitada dele e a fazer o mesmo gesto que o Jair Rodrigues faz quando canta “que diga que pense que fale, deixa isso pra lá…”.

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