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	<title>Comments on: &quot;90 mil pessoas foram e eu não&quot; ou &quot;Agora com nariz de palhaço&quot;</title>
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		<title>By: Laina Mirtes</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/blog/90-mil-pessoas-foram-e-eu-nao/comment-page-1/#comment-3680</link>
		<dc:creator>Laina Mirtes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:12:29 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Juuuu! Cheguei hj... tô na ksa da Grace. Hj tem festão no Galpão Cine Horto. O Chico pediu pra te chamar,  vai ser babado bee, bjomeliga!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Juuuu! Cheguei hj&#8230; tô na ksa da Grace. Hj tem festão no Galpão Cine Horto. O Chico pediu pra te chamar,  vai ser babado bee, bjomeliga!!!</p>
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		<title>By: Juli =)</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/blog/90-mil-pessoas-foram-e-eu-nao/comment-page-1/#comment-3679</link>
		<dc:creator>Juli =)</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 02:17:06 +0000</pubDate>
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		<description>Né? Que bom que eu fui ao Festival - ou continuaria completamente distante desse universo.

Sim, sim. Era um casal bem bacana. Uma relação de olhares bem intensa, que - na minha concepção ainda preconceituosa, devo admitir - era bem difícil de encontrar no circo. Alguma ansiedade, nenhuma palavra. Inspirador.

Mas, por apreciar muito o risco de inserir o novo num universo de tantas tradições, confesso que a maneira como se fez a inserção da música no segundo número, misturando &quot;tecnologia&quot; com gags antigaças, me chamou bem mais atenção.

Sim... o risco. Sempre presente e aqui (no circo) radicalizado em diversos sentidos possívieis.

Quanto a essa história de expansão colonial e políticas públicas, deixo para discutir na reportagem, que publico aqui na Bacante em breve. Se puder, passe também por lá.

bjos,
Juli =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Né? Que bom que eu fui ao Festival &#8211; ou continuaria completamente distante desse universo.</p>
<p>Sim, sim. Era um casal bem bacana. Uma relação de olhares bem intensa, que &#8211; na minha concepção ainda preconceituosa, devo admitir &#8211; era bem difícil de encontrar no circo. Alguma ansiedade, nenhuma palavra. Inspirador.</p>
<p>Mas, por apreciar muito o risco de inserir o novo num universo de tantas tradições, confesso que a maneira como se fez a inserção da música no segundo número, misturando &#8220;tecnologia&#8221; com gags antigaças, me chamou bem mais atenção.</p>
<p>Sim&#8230; o risco. Sempre presente e aqui (no circo) radicalizado em diversos sentidos possívieis.</p>
<p>Quanto a essa história de expansão colonial e políticas públicas, deixo para discutir na reportagem, que publico aqui na Bacante em breve. Se puder, passe também por lá.</p>
<p>bjos,<br />
Juli =)</p>
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		<title>By: clau</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/blog/90-mil-pessoas-foram-e-eu-nao/comment-page-1/#comment-3678</link>
		<dc:creator>clau</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 04:37:33 +0000</pubDate>
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		<description>Que bom, que bom q vc decidiu ir ao Festival Mundial de Circo.

Entre os debates sobre o processo de construção da política pública dos nossos coleguinhas francesses e seus ufanistas sonhos de conseguir uma segunda expanção colonial a partir do &#039;nouvel cirque&#039;, nossas visões sobre o processos de articulação desse lugar dos &#039;OUTROS&#039; que é, por exelência, o mundo do circo, que nevega entre as mais diversas subalternidades, reaprendendo sempre a se (re) inventar, rompendo a retórica linear do tempo.. entre esses debates, dizia - uns com delírios de pragmatismo e outros simplemente com delírios -, e a magia de um casal que expõe o mais íntimo de si, de uma relação não dita mais sabida que, lá no alto da noite, expectante e anciosa lida com o inesperado, com o risco e a transgreção, em um espetáculo em que os corpos tramam uma história que nos chega rompendo a narrativa e a lógica racional do tempo linear, na noite de BH, sob uma lua que, sarcástica sorria, ela deixa-se cair no vazio supensa nos seu braços inesperados, mas seguros. Certeza e seguraça um segundo depois negadas pelo olhar incerto e temeroso de um não, de um desencontro... mas o risco como escolha de vida, o incerto como ponto de expanção de seres que se encontram no instável do permanente equilibrio fragil, efemero, talvez, da busca e do se achar a cada momento, narra sua história se impondo ao costume cego da razão.  Sem palavras. sem música, ou melhor, explorando a musicalidade dos sons do corpo, do esforço, do suor e do cuidado.
No final, após a queda e o vôo duplo, tão risco, surpresa, à beira do acidente e escancaradamente na trangressão, tão vida.. a queda pra cima e o abraço seguro e o beijo, o mais belo...  que reconcilia o soneto não dito que no ato se fez som.
um lindo espetáculo. No picadeiro um brasileiro e uma argentina.
Ou não?
depois, a elegância, a alegria debochada e musicalmente elegante e sutil do Circo Amarillo...
agua fria na cabeça do cantor brega! malabares criando um groove sampleado para sincopar o absurdo ilarante.

né!
é o Circo, ele nos ensina a colocar o risco à beira da vida, a vida à beira da arte e a arte à beira do risco, é por isso que ele é redondo e itinerante, como o mundo.

Que bom que você foi ao Festival Mundial de Circo em Belzonte</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que bom, que bom q vc decidiu ir ao Festival Mundial de Circo.</p>
<p>Entre os debates sobre o processo de construção da política pública dos nossos coleguinhas francesses e seus ufanistas sonhos de conseguir uma segunda expanção colonial a partir do &#8216;nouvel cirque&#8217;, nossas visões sobre o processos de articulação desse lugar dos &#8216;OUTROS&#8217; que é, por exelência, o mundo do circo, que nevega entre as mais diversas subalternidades, reaprendendo sempre a se (re) inventar, rompendo a retórica linear do tempo.. entre esses debates, dizia &#8211; uns com delírios de pragmatismo e outros simplemente com delírios -, e a magia de um casal que expõe o mais íntimo de si, de uma relação não dita mais sabida que, lá no alto da noite, expectante e anciosa lida com o inesperado, com o risco e a transgreção, em um espetáculo em que os corpos tramam uma história que nos chega rompendo a narrativa e a lógica racional do tempo linear, na noite de BH, sob uma lua que, sarcástica sorria, ela deixa-se cair no vazio supensa nos seu braços inesperados, mas seguros. Certeza e seguraça um segundo depois negadas pelo olhar incerto e temeroso de um não, de um desencontro&#8230; mas o risco como escolha de vida, o incerto como ponto de expanção de seres que se encontram no instável do permanente equilibrio fragil, efemero, talvez, da busca e do se achar a cada momento, narra sua história se impondo ao costume cego da razão.  Sem palavras. sem música, ou melhor, explorando a musicalidade dos sons do corpo, do esforço, do suor e do cuidado.<br />
No final, após a queda e o vôo duplo, tão risco, surpresa, à beira do acidente e escancaradamente na trangressão, tão vida.. a queda pra cima e o abraço seguro e o beijo, o mais belo&#8230;  que reconcilia o soneto não dito que no ato se fez som.<br />
um lindo espetáculo. No picadeiro um brasileiro e uma argentina.<br />
Ou não?<br />
depois, a elegância, a alegria debochada e musicalmente elegante e sutil do Circo Amarillo&#8230;<br />
agua fria na cabeça do cantor brega! malabares criando um groove sampleado para sincopar o absurdo ilarante.</p>
<p>né!<br />
é o Circo, ele nos ensina a colocar o risco à beira da vida, a vida à beira da arte e a arte à beira do risco, é por isso que ele é redondo e itinerante, como o mundo.</p>
<p>Que bom que você foi ao Festival Mundial de Circo em Belzonte</p>
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