“Pessoal vamos nos apresentar, né?, eu sou Fernando Yamamoto, Clowns, de Natal”.
Eu estava sentado ao lado dele:
“Astier Basílio, espião”
Por mais que fosse uma possibilidade meio desconfortável, ficar de fora de grupos que discutiam, debatiam e punham a mão na massa, houve uma hora que não teve jeito. “Ah! você vai participar do exercício, sim”.
Só que teve uma hora que a turma disse: “o espião vai pra roda”. Mas, tipo, ter participado com duas demonstrações práticas, uma de improvisação de textos não-dramáticos e outra de butô, deu pra sentir mais intensamente a rede que está sendo criada e estabelecida entre os grupos e de como essa brodagem criativa vai render muito pano pra manga no futuro.

