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	<title>Comments on: O Texto no Teatro Contemporâneo 1</title>
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		<title>By: Juli</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/blog/o-texto-no-teatro-contemporaneo-1/comment-page-1/#comment-3590</link>
		<dc:creator>Juli</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 18:40:56 +0000</pubDate>
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		<description>Essa montagem de Liz os Satyros estrearam em Cuba mesmo e ainda não está em cartaz aqui, mas estará em breve.

Quanto ao teatro político, continuo pensando numa idéia mais abrangente de &quot;político&quot;, que está longe de se deixar restringir aos partidos, à TV Câmara e às peças do Juca de Oliveira. Talvez não faça mais sentido fazer teatro panfletário, mas aí já é outra discussão, não?

Finalmente, sobre o debate, acho que a discussão central continua sendo &quot;onde entra o texto nessa joça que a gente chama de teatro contemporênao?&quot; - ele vem prontinho (do gabinete do dramaturgo), ele se constrói coletivamente, ele se constrói coletivamente e depois se arremata em gabinete, ele desaparece?

Uma última observação: sem dúvida, o mais engraçado é a posição da Marici de dramaturga procurando seu lugar - no melhor dos sentidos. O desespero de querer defender a importância do dramaturgo na cena, presente ou não na sala de ensaio, as dúvidas sobre a formação de um dramaturgo, etc. É muito legal ver que quem está organizando os debates está realmente interessado neles, porque acredita que podem contribuir para o seu próprio fazer artístico. E ela tem sido uma mediadora perfeita, é preciso dizer. Daquelas que, com gentileza, faz a discussão andar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa montagem de Liz os Satyros estrearam em Cuba mesmo e ainda não está em cartaz aqui, mas estará em breve.</p>
<p>Quanto ao teatro político, continuo pensando numa idéia mais abrangente de &#8220;político&#8221;, que está longe de se deixar restringir aos partidos, à TV Câmara e às peças do Juca de Oliveira. Talvez não faça mais sentido fazer teatro panfletário, mas aí já é outra discussão, não?</p>
<p>Finalmente, sobre o debate, acho que a discussão central continua sendo &#8220;onde entra o texto nessa joça que a gente chama de teatro contemporênao?&#8221; &#8211; ele vem prontinho (do gabinete do dramaturgo), ele se constrói coletivamente, ele se constrói coletivamente e depois se arremata em gabinete, ele desaparece?</p>
<p>Uma última observação: sem dúvida, o mais engraçado é a posição da Marici de dramaturga procurando seu lugar &#8211; no melhor dos sentidos. O desespero de querer defender a importância do dramaturgo na cena, presente ou não na sala de ensaio, as dúvidas sobre a formação de um dramaturgo, etc. É muito legal ver que quem está organizando os debates está realmente interessado neles, porque acredita que podem contribuir para o seu próprio fazer artístico. E ela tem sido uma mediadora perfeita, é preciso dizer. Daquelas que, com gentileza, faz a discussão andar.</p>
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		<title>By: Medea</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/blog/o-texto-no-teatro-contemporaneo-1/comment-page-1/#comment-3589</link>
		<dc:creator>Medea</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 12:46:41 +0000</pubDate>
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		<description>Toda obra tiene un trasfondo politico, desde siempre. En el caso particular de este autor, al que he estudiado profundamente como parte de mi tesis doctoral, soy de la opinion que su obra teatral y literaria tienen una alta dosis de contenido politico. Basta leerse con detenimiento su premiada obra &quot;Liz&quot; estrenada por el grupo Os&#039; Satyros para descubrir que es una reflexion sin mas sobre el amor, y el poder, si el poder absoluto, ese que corrompe absolutamente. Si vamos a sus novelas, tanto &quot;As Afinidades&quot;, publicada en Brazil por Cia de Letras, como &quot;La Visita de la Infanta&quot; publicada en Sevilla por la Editorial Doble Jueves, nos remite a un texto cargado de conflictos existenciales y marcadamente politico expresados por personajes con serias convicciones sobre la vida y el devenir y que constantemente se miden y se juzgan y se prejuzgan. De manera que no entiendo muy bien de que trato la discusion reciente pues no pude asistir por causas imprevistas, pero creo que la obra habla por el, mas qwue los entrevistadores de ocasion.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Toda obra tiene un trasfondo politico, desde siempre. En el caso particular de este autor, al que he estudiado profundamente como parte de mi tesis doctoral, soy de la opinion que su obra teatral y literaria tienen una alta dosis de contenido politico. Basta leerse con detenimiento su premiada obra &#8220;Liz&#8221; estrenada por el grupo Os&#8217; Satyros para descubrir que es una reflexion sin mas sobre el amor, y el poder, si el poder absoluto, ese que corrompe absolutamente. Si vamos a sus novelas, tanto &#8220;As Afinidades&#8221;, publicada en Brazil por Cia de Letras, como &#8220;La Visita de la Infanta&#8221; publicada en Sevilla por la Editorial Doble Jueves, nos remite a un texto cargado de conflictos existenciales y marcadamente politico expresados por personajes con serias convicciones sobre la vida y el devenir y que constantemente se miden y se juzgan y se prejuzgan. De manera que no entiendo muy bien de que trato la discusion reciente pues no pude asistir por causas imprevistas, pero creo que la obra habla por el, mas qwue los entrevistadores de ocasion.</p>
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