O FIT 2009 termina hoje, sob neblina intensa em Black River.
Para a Bacante, uma cobertura histórica: 7 pessoas passaram por São José do Rio Preto nestes 10 dias de Festival representando a Bacante e contribuindo pra que a gente abra espaços de diálogo sobre os significados deste evento e de tudo o que é evidenciado nele.
O encerramento oficial do Festival não significa o fim da nossa labuta. Ao longo dessa semana vamos publicar as críticas das peças que assistimos, as imagens feitas por Mairla Melo, nova colaboradora de Uberlândia, e duas experimentações inéditas na Bacante relativas ao formato de cobertura dos Festivais.
Foram muitas estrelinhas, Monstros Sagrados do Teatro, risadas, cachorros quentes, caminhadas, caminhadas, caminhadas, encontros. Foi uma noite inteirinha em claro discutindo uma peça. E outras muitas horas de discussão no flat que virou nossa redação provisória com um só computador e sem faca pra cortar a pizza.
A Bacante não veio ao FIT 2009 convidada pelo organização, mas contou com a ajuda essencial da assessoria de imprensa com relação ao transporte para a maior parte dos espetáculos. No entanto, é preciso destacar que o que, de fato, fez essa cobertura possível foi o incentivo do ProAC. E não falo isso pra fazer “propaganda” do edital, mas pra dizer que a cobertura foi um compromisso público. Parece a Regina Duarte fazendo propaganda política pro PSDB, né?
“Antes de me despedir, deixo” nossas 8 conclusões sobre as tendências curatoriais subjetivas do FIT (OU NÃO):
1. Atrizes interpretando crianças
2. Trens
3. Textos de autores estadunidenses
4. Adjetivos
5. Auto-referência = teatro falando de teatro
6. Filas
7. Trilha sonora clichê
8. Nelson Rodrigues (tá bom, Nelson não vale!)


