Dia 12/04, publicamos um texto de Leca Perrechil que começava assim:
“Você jura que aqui é um teatro? Cadê os dourados, como aparece nas novelas?”, pergunta a manicure Sueli Ferreira de Souza que nunca tinha entrado em um teatro antes, na peça “O Amor do Sim”, no palco do Espaço Satyros 1. (…)
Na semana seguinte, Mônica Santos, da Veja, começou uma matéria sobre a praça Roosevelt assim:
“Cadê os dourados, as cadeiras vermelhas, as cortinas de veludo?” Ditas com ar incrédulo pela manicure Sueli, essas palavras fazem a platéia cair na gargalhada logo nas primeiras cenas da comédia Segunda-Feira: o Amor do Sim, em cartaz no Espaço dos Satyros Um. (…)
Bacante lê o blog do Ivam Cabral, que lê a Veja, que lê a Bacante?


Que medo!
leca tem o poder de mudar textos na veja.
Maurício, a revolução teatral dos últimos tempos não é o que aconteceu na Praça Roosevelt, não. É o surgimento deste “Bacante”. Parabéns, caras. Muito, muito bom este espãço. Parabéns!