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	<title>Comments on: A Mulher do Trem</title>
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		<title>By: Blog da Bacante &#187; Ser ou não ser tradicional ou Continuando o post anterior</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/a-mulher-do-trem/comment-page-1/#comment-2661</link>
		<dc:creator>Blog da Bacante &#187; Ser ou não ser tradicional ou Continuando o post anterior</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 22:44:40 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Neves, diretor do espetáculo A Mulher do Trem apresentado na quarta-feira durante o encontro, falou sobre sua experiência em trazer à [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Neves, diretor do espetáculo A Mulher do Trem apresentado na quarta-feira durante o encontro, falou sobre sua experiência em trazer à [...]</p>
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		<title>By: Juli</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/a-mulher-do-trem/comment-page-1/#comment-2183</link>
		<dc:creator>Juli</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 15:32:55 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, André, tudo bem?

Sim, acho que muitas vezes a recuperação das linguagens teatrais, por si só, pode tocar as pessoas - sobretudo as pessoas que já fazem teatro, como você, por ser referência, quase uma aulinha de história. No entanto, acho bem complicado qualquer fazer artístico desvincular-se totalmente do seu tempo. 

Com relação à sua companhia e aos prêmios, queria te explicar uma coisa, e isso é uma opinião pessoal: não é que os prêmios não significam muita coisa pra crítica. Há críticos que valorizam prêmios, há críticos que não... Pra mim, prêmios não deveriam significar muita coisa pra ninguém! Os critérios são sempre subjetivos e os prêmios fazem parte de uma lógica de disputa, não de soma cultural. Depois, viram uma chancela, como se isso realmente quisesse dizer que tal espetáculo é muito bom, quando só significa que, no dia em que aquele jurado viu, aquele jurado achou muito bom. Entende meu ponto?
Entendo que, pra qualquer companhia, independente da experiência, é bacana ganhar um prêmio pelo reconhecimento do trabalho e porque traz oportunidades. Melhor ainda, ganhar um edital, por exemplo. Mas, nos dois casos, a meu ver, há ainda uma injustiça como ponto de partida, impossível de desvincular. Lá no plano do ideal, o perfeito seria que fossem todos reconhecidos (discutidos, criticados, pensados), não?

Beijo grande.
Juli =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, André, tudo bem?</p>
<p>Sim, acho que muitas vezes a recuperação das linguagens teatrais, por si só, pode tocar as pessoas &#8211; sobretudo as pessoas que já fazem teatro, como você, por ser referência, quase uma aulinha de história. No entanto, acho bem complicado qualquer fazer artístico desvincular-se totalmente do seu tempo. </p>
<p>Com relação à sua companhia e aos prêmios, queria te explicar uma coisa, e isso é uma opinião pessoal: não é que os prêmios não significam muita coisa pra crítica. Há críticos que valorizam prêmios, há críticos que não&#8230; Pra mim, prêmios não deveriam significar muita coisa pra ninguém! Os critérios são sempre subjetivos e os prêmios fazem parte de uma lógica de disputa, não de soma cultural. Depois, viram uma chancela, como se isso realmente quisesse dizer que tal espetáculo é muito bom, quando só significa que, no dia em que aquele jurado viu, aquele jurado achou muito bom. Entende meu ponto?<br />
Entendo que, pra qualquer companhia, independente da experiência, é bacana ganhar um prêmio pelo reconhecimento do trabalho e porque traz oportunidades. Melhor ainda, ganhar um edital, por exemplo. Mas, nos dois casos, a meu ver, há ainda uma injustiça como ponto de partida, impossível de desvincular. Lá no plano do ideal, o perfeito seria que fossem todos reconhecidos (discutidos, criticados, pensados), não?</p>
<p>Beijo grande.<br />
Juli =)</p>
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		<title>By: André Domicciano</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/a-mulher-do-trem/comment-page-1/#comment-2182</link>
		<dc:creator>André Domicciano</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 14:40:20 +0000</pubDate>
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		<description>Olá!

Como disse o amigo Edu, muitas vezes o teatro &quot;sem pretensão&quot; é mau visto, tanto pela crítica quanto pela dita &quot;sociedade artística&quot; e, creio, esse foi o motivo pelo qual os Fofos decidiram trabalhar o Circo-Teatro.

Confesso que a Mulher do Trem mudou minha forma de pensar teatro. Me apaixonei pelo circo-Teatro desde o momento em que vi os Fofos, lá em 2003. Ali, relembrei minha própria essência enquanto ator e percebi o que estava faltando na minha vida teatral. A partir daí, também voltei meus estudos para o Circo-Teatro e fundei uma companhia em 2006 (que, agora em Junho, estréia sua segunda montagem no Centro Cultural do Jabaquara). Óbvio que não temos o conhecimento e a experiência de Fernando Neves (de quem fui aluno entre os anos de 2003 e 2006) e dos Fofos, mas temos muita dedicação no trabalho (o que nos rendeu prêmios, inclusive, em festivai de teatro. Não que isso signifique muita coisa para a crítica, mas para um grupo amador sem pretensão alguma, é um certificado que estamos no &quot;caminho certo&quot; e que nosso trabalho agrada de alguma forma).

Claro que, como foi dito, a peça poderia abordar assuntos mais atuais, não se prender apenas à reconstrução da linguagem em associação aos temas da época, mas e daí? A história foi contada (muito bem, por sinal) e, como no meu caso, tocou de alguma forma. Nesse sentido, os Fofos fazem o melhor da arte: fazem teatro atemporal. E isso é muito significativo, pelo menos pra mim.

Enfim...sempre acompanho as críticas da Bacante, gosto do bom humor, concordo com muita coisa, discordo de outras. Isso é bacana: a divergência de opiniões e o diálogo.

Parabéns a todos - artístas, críticos, público - por contribuir na formação da cultura em nossa cidade, estado, país...

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!</p>
<p>Como disse o amigo Edu, muitas vezes o teatro &#8220;sem pretensão&#8221; é mau visto, tanto pela crítica quanto pela dita &#8220;sociedade artística&#8221; e, creio, esse foi o motivo pelo qual os Fofos decidiram trabalhar o Circo-Teatro.</p>
<p>Confesso que a Mulher do Trem mudou minha forma de pensar teatro. Me apaixonei pelo circo-Teatro desde o momento em que vi os Fofos, lá em 2003. Ali, relembrei minha própria essência enquanto ator e percebi o que estava faltando na minha vida teatral. A partir daí, também voltei meus estudos para o Circo-Teatro e fundei uma companhia em 2006 (que, agora em Junho, estréia sua segunda montagem no Centro Cultural do Jabaquara). Óbvio que não temos o conhecimento e a experiência de Fernando Neves (de quem fui aluno entre os anos de 2003 e 2006) e dos Fofos, mas temos muita dedicação no trabalho (o que nos rendeu prêmios, inclusive, em festivai de teatro. Não que isso signifique muita coisa para a crítica, mas para um grupo amador sem pretensão alguma, é um certificado que estamos no &#8220;caminho certo&#8221; e que nosso trabalho agrada de alguma forma).</p>
<p>Claro que, como foi dito, a peça poderia abordar assuntos mais atuais, não se prender apenas à reconstrução da linguagem em associação aos temas da época, mas e daí? A história foi contada (muito bem, por sinal) e, como no meu caso, tocou de alguma forma. Nesse sentido, os Fofos fazem o melhor da arte: fazem teatro atemporal. E isso é muito significativo, pelo menos pra mim.</p>
<p>Enfim&#8230;sempre acompanho as críticas da Bacante, gosto do bom humor, concordo com muita coisa, discordo de outras. Isso é bacana: a divergência de opiniões e o diálogo.</p>
<p>Parabéns a todos &#8211; artístas, críticos, público &#8211; por contribuir na formação da cultura em nossa cidade, estado, país&#8230;</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Edu Carvalho</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/a-mulher-do-trem/comment-page-1/#comment-914</link>
		<dc:creator>Edu Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 17:39:12 +0000</pubDate>
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		<description>olá, vc é muito simpática, tinha que retornar para dizer isto,rs
gde abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>olá, vc é muito simpática, tinha que retornar para dizer isto,rs<br />
gde abraço!</p>
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	<item>
		<title>By: Juli</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/a-mulher-do-trem/comment-page-1/#comment-910</link>
		<dc:creator>Juli</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 03:57:01 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Edu! Não se preocupe, vc não foi grosseiro.
Olha, eu acho que podemos, sim, ir ao teatro simplesmente pra nos divertir. Não é o teatro de que mais gosto, mas não tenho nada contra em essência. Nesta peça, por exemplo, não critico que seja apenas diversão (até porque nem acho que seja, acho que os tipos fazem pensar tb). Mas para mim o riso está muito relacionado com o reconhecimento daquela situação, com a identificação e eu não me identifico com estas situações e, até por isso, acho que eles poderiam fazer um teatro mais relacionado com a época e o contexto em que o fazem. Isso seria ainda mais divertido...

Quanto às porcarias do teatro &quot;cabeça&quot;... é duro, né? Fazer teatro cabeça sem consicência do que se faz é mto piro do que teatro só pra divertir. Mas não poemos generalizar, né? Não desista, Edu. Continue tentando... e continue ficando no bar também... é um hábito muitíssimo produtivo! rs

Obrigada por comentar.
Juli =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Edu! Não se preocupe, vc não foi grosseiro.<br />
Olha, eu acho que podemos, sim, ir ao teatro simplesmente pra nos divertir. Não é o teatro de que mais gosto, mas não tenho nada contra em essência. Nesta peça, por exemplo, não critico que seja apenas diversão (até porque nem acho que seja, acho que os tipos fazem pensar tb). Mas para mim o riso está muito relacionado com o reconhecimento daquela situação, com a identificação e eu não me identifico com estas situações e, até por isso, acho que eles poderiam fazer um teatro mais relacionado com a época e o contexto em que o fazem. Isso seria ainda mais divertido&#8230;</p>
<p>Quanto às porcarias do teatro &#8220;cabeça&#8221;&#8230; é duro, né? Fazer teatro cabeça sem consicência do que se faz é mto piro do que teatro só pra divertir. Mas não poemos generalizar, né? Não desista, Edu. Continue tentando&#8230; e continue ficando no bar também&#8230; é um hábito muitíssimo produtivo! rs</p>
<p>Obrigada por comentar.<br />
Juli =)</p>
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	<item>
		<title>By: Edu carvalho</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/a-mulher-do-trem/comment-page-1/#comment-908</link>
		<dc:creator>Edu carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 03:24:55 +0000</pubDate>
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		<description>olá, porque não podemos ir ao Teatro apenas pra nos divertir também?não digo aquele teatro comercial que nos trata feito bestas, e não tem um pingo de graça, que serve champagne na entrada do Teatro, mas porque algo que faz rir sem maiores pretensões é sempre criticado, ou visto como uma coisa menor?cansei de ver esse dito teatro cabeça, e achar um saco, vi coisas ótimas também, mas ultimamente tenho visto muita coisa até de grandes cias que pelo amor de deus, ando preferindo ficar só no bar, pq esta dificil estar no teatro, essa mania, de que tudo tem q ter um pq, um pra que...assisti a mulher do trem também e me diverti bastante, ando de saco cheio de ver ator nesses experimentos que nem eles sabem o quem estão fazendo...desculpe se em algum momento fui grosseiro, mas é minha opinião, Parabéns pelo blog</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>olá, porque não podemos ir ao Teatro apenas pra nos divertir também?não digo aquele teatro comercial que nos trata feito bestas, e não tem um pingo de graça, que serve champagne na entrada do Teatro, mas porque algo que faz rir sem maiores pretensões é sempre criticado, ou visto como uma coisa menor?cansei de ver esse dito teatro cabeça, e achar um saco, vi coisas ótimas também, mas ultimamente tenho visto muita coisa até de grandes cias que pelo amor de deus, ando preferindo ficar só no bar, pq esta dificil estar no teatro, essa mania, de que tudo tem q ter um pq, um pra que&#8230;assisti a mulher do trem também e me diverti bastante, ando de saco cheio de ver ator nesses experimentos que nem eles sabem o quem estão fazendo&#8230;desculpe se em algum momento fui grosseiro, mas é minha opinião, Parabéns pelo blog</p>
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		<title>By: Juli</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/a-mulher-do-trem/comment-page-1/#comment-907</link>
		<dc:creator>Juli</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 03:36:54 +0000</pubDate>
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		<description>Ah, quando voltar, podemos falar de teatro tb, se vc quiser...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, quando voltar, podemos falar de teatro tb, se vc quiser&#8230;</p>
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		<title>By: Juli</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/a-mulher-do-trem/comment-page-1/#comment-906</link>
		<dc:creator>Juli</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 03:35:20 +0000</pubDate>
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		<description>E primeiro lugar... uau. Você mesmo compra a paçoca??? O vendedor de paçoca patrocina a peça?

Em segundo lugar, nem encana com a cerveja, quando eu for ver &quot;Deus sabia de tudo...&quot; deixo uma foto pra vc e pro bilheteiro (vc fala daquele senhor de charmosos cabelos grisalhos, né?).

Em terceiro lugar, desculpe pelo L a mais. Foi a emoção do aprendizado...

Em último lugar, dessa vez vc veio mais bem humorado, né? Que bom, menino! Volte sempre...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E primeiro lugar&#8230; uau. Você mesmo compra a paçoca??? O vendedor de paçoca patrocina a peça?</p>
<p>Em segundo lugar, nem encana com a cerveja, quando eu for ver &#8220;Deus sabia de tudo&#8230;&#8221; deixo uma foto pra vc e pro bilheteiro (vc fala daquele senhor de charmosos cabelos grisalhos, né?).</p>
<p>Em terceiro lugar, desculpe pelo L a mais. Foi a emoção do aprendizado&#8230;</p>
<p>Em último lugar, dessa vez vc veio mais bem humorado, né? Que bom, menino! Volte sempre&#8230;</p>
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		<title>By: Alex Gruli</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/a-mulher-do-trem/comment-page-1/#comment-805</link>
		<dc:creator>Alex Gruli</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 03:17:40 +0000</pubDate>
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		<description>Em primeiro lugar... sou eu quem compra a paçoca!!! Que bom que gostou...

Em segundo lugar, nosso bilheteiro disse que você é muito gatinha... devia ter esperado pelo menos pra gente tomar uma cerveja, né?

Em último lugar, meu nome só tem uma letra &quot;L&quot;!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em primeiro lugar&#8230; sou eu quem compra a paçoca!!! Que bom que gostou&#8230;</p>
<p>Em segundo lugar, nosso bilheteiro disse que você é muito gatinha&#8230; devia ter esperado pelo menos pra gente tomar uma cerveja, né?</p>
<p>Em último lugar, meu nome só tem uma letra &#8220;L&#8221;!!!</p>
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