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	<title>Comments on: Amor e Restos Humanos</title>
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		<title>By: cristian</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/amor-e-restos-humanos/comment-page-1/#comment-2164</link>
		<dc:creator>cristian</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2009 22:29:47 +0000</pubDate>
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		<description>ola solo te quier decir q est puret las imag</description>
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		<title>By: Gustavo</title>
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		<dc:creator>Gustavo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 21:42:29 +0000</pubDate>
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		<description>valmir, vc é o valmir da revista dom? gostaria de falar com vc...</description>
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		<title>By: Antonio Moraes</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/amor-e-restos-humanos/comment-page-1/#comment-677</link>
		<dc:creator>Antonio Moraes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jan 2008 19:13:41 +0000</pubDate>
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		<description>Na primeira temporada, na EAD/ECA,  foi apresentado um programa duplo, chamado &quot;Restos na Geladeira&quot;, formado por este espetáulo e pelo &quot;Cobra da Geladeira&quot;, que corou os bons espetáculos desta entrosada turma (o anterior foi &quot;Ópera do Malandro&quot;, com direção do Iacov Hillel). Pretendo revê-lo. Vale a pena. E espero que eles façam mais trabalhos juntos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na primeira temporada, na EAD/ECA,  foi apresentado um programa duplo, chamado &#8220;Restos na Geladeira&#8221;, formado por este espetáulo e pelo &#8220;Cobra da Geladeira&#8221;, que corou os bons espetáculos desta entrosada turma (o anterior foi &#8220;Ópera do Malandro&#8221;, com direção do Iacov Hillel). Pretendo revê-lo. Vale a pena. E espero que eles façam mais trabalhos juntos.</p>
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		<title>By: Valmir Jr.</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/amor-e-restos-humanos/comment-page-1/#comment-676</link>
		<dc:creator>Valmir Jr.</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 15:39:10 +0000</pubDate>
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		<description>Maria Clara querida,

A opinião do Sr. Crítico: como ator, devo dizer que estréia é sempre problemática, em decorrência de uma série de variáveis, seja a ansiedade dos atores e o cumprimento de alguns de seus desejos (como o de estrear umapeça, dependendo de seu processo criativo) como a arquitetura da produção (incluindo aí equipe de produção, contra-regragem, quando tem, e os operadores de som e luz). Ou seja, é muito difícil.

Entretanto, do lado do crítico, eu debando para o que Fabrício e Maurício disseram: deduz-se que, quando um espetáculo estréia, ele é passível de crítica. E Décio de Almeida Prado chegava ao cúmulo de criticar elemento por elemento cênico, ator por ator, bem no estilo &quot;crítica clássica&quot;, incluindo a estréia. Entonces, pude redigir a crítica.

Completando a informação, posso dizer que este espetáculo foi a conclusão de curso de uma turma da EAD, em 2006, portanto, o espetáculo já deu uma rodada  legal por aí e deve ter adquirido estofo. Tanto que, um dos pouco erros foram técnicos. Portanto, é só coisa de afinação.

Grande beijo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maria Clara querida,</p>
<p>A opinião do Sr. Crítico: como ator, devo dizer que estréia é sempre problemática, em decorrência de uma série de variáveis, seja a ansiedade dos atores e o cumprimento de alguns de seus desejos (como o de estrear umapeça, dependendo de seu processo criativo) como a arquitetura da produção (incluindo aí equipe de produção, contra-regragem, quando tem, e os operadores de som e luz). Ou seja, é muito difícil.</p>
<p>Entretanto, do lado do crítico, eu debando para o que Fabrício e Maurício disseram: deduz-se que, quando um espetáculo estréia, ele é passível de crítica. E Décio de Almeida Prado chegava ao cúmulo de criticar elemento por elemento cênico, ator por ator, bem no estilo &#8220;crítica clássica&#8221;, incluindo a estréia. Entonces, pude redigir a crítica.</p>
<p>Completando a informação, posso dizer que este espetáculo foi a conclusão de curso de uma turma da EAD, em 2006, portanto, o espetáculo já deu uma rodada  legal por aí e deve ter adquirido estofo. Tanto que, um dos pouco erros foram técnicos. Portanto, é só coisa de afinação.</p>
<p>Grande beijo!</p>
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		<title>By: Maria Clara Spinelli</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/amor-e-restos-humanos/comment-page-1/#comment-675</link>
		<dc:creator>Maria Clara Spinelli</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 11:24:06 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei bastante de saber as posições de vocês. Obrigada. Realmente me ficava essa dúvida, e o exemplo mais claro que me veio à cabeça foi ´Divinas´, que todos sabemos teve problemas na estréia. Mas eu penso que o espetáculo sempre ganha em maturidade depois de algumas apresentações pelo menos, por mais ´seguro´ que esteja na estréia. E acho essa sensibilidade de quem faz a crítica fundamental, claro. Ver um espetáculo mais de uma vez, por exemplo, pode ser legal se o crítico achar necessário. Penso que críticos e artistas devem estar do mesmo lado, sempre. Mas às vezes me pego, sem querer, com ´medo´ dos primeiros... Que estranho isso, né!? Só agora me dei conta desse sentimento. Será que só eu sinto assim? Beijos e abraços, rapazes. Com maçãs vermelhas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei bastante de saber as posições de vocês. Obrigada. Realmente me ficava essa dúvida, e o exemplo mais claro que me veio à cabeça foi ´Divinas´, que todos sabemos teve problemas na estréia. Mas eu penso que o espetáculo sempre ganha em maturidade depois de algumas apresentações pelo menos, por mais ´seguro´ que esteja na estréia. E acho essa sensibilidade de quem faz a crítica fundamental, claro. Ver um espetáculo mais de uma vez, por exemplo, pode ser legal se o crítico achar necessário. Penso que críticos e artistas devem estar do mesmo lado, sempre. Mas às vezes me pego, sem querer, com ´medo´ dos primeiros&#8230; Que estranho isso, né!? Só agora me dei conta desse sentimento. Será que só eu sinto assim? Beijos e abraços, rapazes. Com maçãs vermelhas.</p>
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		<title>By: Maurício Alcântara</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/amor-e-restos-humanos/comment-page-1/#comment-673</link>
		<dc:creator>Maurício Alcântara</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 20:26:59 +0000</pubDate>
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		<description>Existe uma diferença entre criticar estréia e criticar ensaio aberto, por exemplo. Em uma estréia, presume-se que a peça esteja pronta pra ser exibida - logo, está passível de crítica.

Mas muitas vezes vai da percepção de quem vai escrever saber se aquilo que está sendo visto tem interferência da estréia ou não. Por exemplo, quando vi a estréia de Divinas Palavras, preferi ver novamente porque deu pra perceber que aquilo não era o todo... enfim...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma diferença entre criticar estréia e criticar ensaio aberto, por exemplo. Em uma estréia, presume-se que a peça esteja pronta pra ser exibida &#8211; logo, está passível de crítica.</p>
<p>Mas muitas vezes vai da percepção de quem vai escrever saber se aquilo que está sendo visto tem interferência da estréia ou não. Por exemplo, quando vi a estréia de Divinas Palavras, preferi ver novamente porque deu pra perceber que aquilo não era o todo&#8230; enfim&#8230;</p>
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		<title>By: Fabrício Muriana</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/amor-e-restos-humanos/comment-page-1/#comment-672</link>
		<dc:creator>Fabrício Muriana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 20:12:44 +0000</pubDate>
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		<description>Querida Maria Clara

Essa peça reestreou no Satyros, mas pelo que sei já esteve em cartaz na USP. O Valmir pode dizer melhor, mas acho que não podemos chamar de estréia, estréia.
Mesmo assim, cabe crítica na estréia sim. Cabe crítica no segundo dia. Cabe no último tb. O Décio de Almeida Prado ia várias vezes. E às vezes fazia crítica por elemento cênico. Particularmente, acho que cabe crítica a tudo. Abração.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Querida Maria Clara</p>
<p>Essa peça reestreou no Satyros, mas pelo que sei já esteve em cartaz na USP. O Valmir pode dizer melhor, mas acho que não podemos chamar de estréia, estréia.<br />
Mesmo assim, cabe crítica na estréia sim. Cabe crítica no segundo dia. Cabe no último tb. O Décio de Almeida Prado ia várias vezes. E às vezes fazia crítica por elemento cênico. Particularmente, acho que cabe crítica a tudo. Abração.</p>
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		<title>By: Maria Clara Spinelli</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/amor-e-restos-humanos/comment-page-1/#comment-671</link>
		<dc:creator>Maria Clara Spinelli</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 19:51:55 +0000</pubDate>
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		<description>Quero ver a peça. Deu vontade. 

Agora, me tira uma dúvida Sr. Crítico: jura que vocês vão a um espetáculo NA ESTRÉIA e depois escrevem uma crítica? Não dá pra esperar a coisa esquentar um pouquinho, e a gente relaxar e curtir pelo menos a estréia depois de tanto trabalho? É sempre assim que funciona? Beijos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quero ver a peça. Deu vontade. </p>
<p>Agora, me tira uma dúvida Sr. Crítico: jura que vocês vão a um espetáculo NA ESTRÉIA e depois escrevem uma crítica? Não dá pra esperar a coisa esquentar um pouquinho, e a gente relaxar e curtir pelo menos a estréia depois de tanto trabalho? É sempre assim que funciona? Beijos!</p>
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		<title>By: Ricardo Bessa</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/amor-e-restos-humanos/comment-page-1/#comment-664</link>
		<dc:creator>Ricardo Bessa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 17:05:54 +0000</pubDate>
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		<description>Ainda não vi a peça mas quero ver...quanto ao amor, é o calor que aquece a alma...vamos vivendo...vamos sentindo...amor e dor se completam.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda não vi a peça mas quero ver&#8230;quanto ao amor, é o calor que aquece a alma&#8230;vamos vivendo&#8230;vamos sentindo&#8230;amor e dor se completam.</p>
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