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	<title>Comments on: Avenida Dropsie</title>
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		<title>By: Juliene Codognotto</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/avenida-dropsie/comment-page-1/#comment-2197</link>
		<dc:creator>Juliene Codognotto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2009 13:55:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=1769#comment-2197</guid>
		<description>Oi, Astier.
O exemplo de João Pessoa é bem bacana pra se pensar, porque quando a preservação do patrimônio se confunde com turismo de exploração também não serve muito, pelo menos não naquele sentido de reforçar a identidade e a idéia de pertencimento e responsabilidade pelo&quot;lugar&quot;. 
Penso também no caso do Recife, pois achei o Recife Antigo um bom exemplo de que um lugar que preserva os prédios antigos não precisa ser feio, escuro, caidão e ter a cara da casa da Família Adams.

Eita, Emilli. As pessoas deixam as coisas meio simplistas, né? A gente tb, muitas e muitas vezes. A gente quer uma solução única que sirva pra tudo, tipo milagre, Tiradentes, JC... Esse caso do desenho urbano é drama Tostines, não? A gente vive nesse caos porque a cidade é mal planjeada ou a gente planejou mal a cidade porque vivia em meio ao caos desde o princípio? Ou ambos, se intensificando e complementando todo o tempo?

Sim, vamos montar o escritório! Mas só com arquiteto-palhaço. E, não se preocupe, a gente pode chamar a Dani pra comer terra pra gente!!! rs

Bjos,
Juli =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Astier.<br />
O exemplo de João Pessoa é bem bacana pra se pensar, porque quando a preservação do patrimônio se confunde com turismo de exploração também não serve muito, pelo menos não naquele sentido de reforçar a identidade e a idéia de pertencimento e responsabilidade pelo&#8221;lugar&#8221;.<br />
Penso também no caso do Recife, pois achei o Recife Antigo um bom exemplo de que um lugar que preserva os prédios antigos não precisa ser feio, escuro, caidão e ter a cara da casa da Família Adams.</p>
<p>Eita, Emilli. As pessoas deixam as coisas meio simplistas, né? A gente tb, muitas e muitas vezes. A gente quer uma solução única que sirva pra tudo, tipo milagre, Tiradentes, JC&#8230; Esse caso do desenho urbano é drama Tostines, não? A gente vive nesse caos porque a cidade é mal planjeada ou a gente planejou mal a cidade porque vivia em meio ao caos desde o princípio? Ou ambos, se intensificando e complementando todo o tempo?</p>
<p>Sim, vamos montar o escritório! Mas só com arquiteto-palhaço. E, não se preocupe, a gente pode chamar a Dani pra comer terra pra gente!!! rs</p>
<p>Bjos,<br />
Juli =)</p>
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		<title>By: Emilliano Freitas</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/avenida-dropsie/comment-page-1/#comment-2196</link>
		<dc:creator>Emilliano Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2009 11:52:32 +0000</pubDate>
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		<description>Quando assisti Avenida Dropsie, estava no meio da faculdade de arquitetura, desiludido com o urbanismo e todas as teorias que organizavam o mundo através do desenho urbano. No meio de piruetas cenotécnias o Hirsch abriu pra mim possibilidades de discussão que na época, entre tantas teorias que iam de Le Corbu a Jane Jacobs, pareciam presas somente às aulas de sociologia da cultura urbana (e que não passava de uma disciplina pra preencher currículo)
Vai ver que por isso um antigo professor, que assistiu a peça depois de minha indicação, odiou o que viu, e disse que as coisas não funcionavam daquela maneira, e ali era tudo feito pra nos emocionar e mostrar o quanto somos seres infelizes e solitários (e dá-lhe mais pessoas a acreditar que o desenho urbano é a única coisa capaz de transformar o mundo).
Ah Julie, vamos montar um escritório de arquitetura juntos? Mas por favor, não vale comer terra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando assisti Avenida Dropsie, estava no meio da faculdade de arquitetura, desiludido com o urbanismo e todas as teorias que organizavam o mundo através do desenho urbano. No meio de piruetas cenotécnias o Hirsch abriu pra mim possibilidades de discussão que na época, entre tantas teorias que iam de Le Corbu a Jane Jacobs, pareciam presas somente às aulas de sociologia da cultura urbana (e que não passava de uma disciplina pra preencher currículo)<br />
Vai ver que por isso um antigo professor, que assistiu a peça depois de minha indicação, odiou o que viu, e disse que as coisas não funcionavam daquela maneira, e ali era tudo feito pra nos emocionar e mostrar o quanto somos seres infelizes e solitários (e dá-lhe mais pessoas a acreditar que o desenho urbano é a única coisa capaz de transformar o mundo).<br />
Ah Julie, vamos montar um escritório de arquitetura juntos? Mas por favor, não vale comer terra.</p>
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		<title>By: Astier Basílio</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/avenida-dropsie/comment-page-1/#comment-2194</link>
		<dc:creator>Astier Basílio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2009 02:54:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=1769#comment-2194</guid>
		<description>nossa, lugar.
Adoro quando ouço/leio/vejo/escuto/sequestro
esse &quot;signo&quot; se metamorfoseando em outro,
em outros.
Fico pensando em João Pessoa.
Aqui - dizem as campanhas de marketing turístico - somos a terceira cidade mais velha do país, mas pra quê isso? O Centro Histórico está ruíndo, está ao abandono. A cidade emigrou, saiu. João Pessoa é uma das raras cidades que começou às margens de um rio e não de um mar (isso é o que dizerm os mais antigos), agora faz o movimento inverso em direção à praia...
Eu vim de uma cidade de interior (que não quer ser interior nem fodendo...) cujo patrimônio histórico, os prédios Art Decó foram construidos nos anos 1940/1950 por cima da cidade velha... quase não há memória urbanística lá.
Enfim... &quot;lugar&quot;, &quot;lugares&quot;... 
Não vi a peça do Hirsh ( gosteis dos jogos de intratextualidade aí da crítica), mas tá na mira preu ver.
E que bom que vc voltou a escrever, menina. Tava com saudade. O recado vai também pra Leca. 
Caramba, só tem cueca escrevendo pra Bacante nos últimos tempos, nossa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>nossa, lugar.<br />
Adoro quando ouço/leio/vejo/escuto/sequestro<br />
esse &#8220;signo&#8221; se metamorfoseando em outro,<br />
em outros.<br />
Fico pensando em João Pessoa.<br />
Aqui &#8211; dizem as campanhas de marketing turístico &#8211; somos a terceira cidade mais velha do país, mas pra quê isso? O Centro Histórico está ruíndo, está ao abandono. A cidade emigrou, saiu. João Pessoa é uma das raras cidades que começou às margens de um rio e não de um mar (isso é o que dizerm os mais antigos), agora faz o movimento inverso em direção à praia&#8230;<br />
Eu vim de uma cidade de interior (que não quer ser interior nem fodendo&#8230;) cujo patrimônio histórico, os prédios Art Decó foram construidos nos anos 1940/1950 por cima da cidade velha&#8230; quase não há memória urbanística lá.<br />
Enfim&#8230; &#8220;lugar&#8221;, &#8220;lugares&#8221;&#8230;<br />
Não vi a peça do Hirsh ( gosteis dos jogos de intratextualidade aí da crítica), mas tá na mira preu ver.<br />
E que bom que vc voltou a escrever, menina. Tava com saudade. O recado vai também pra Leca.<br />
Caramba, só tem cueca escrevendo pra Bacante nos últimos tempos, nossa.</p>
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