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	<title>Comments on: Cacilda!! Estrela Brazyleira a Vagar</title>
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		<title>By: Mateus Schimith</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/cacilda-estrela-brazyleira-a-vagar/comment-page-1/#comment-4058</link>
		<dc:creator>Mateus Schimith</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jun 2010 20:24:19 +0000</pubDate>
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		<description>Começo dizendo que o conhecimento em Arte é algo muito subjetivo para se julgar se alguém pode ou não escrever uma crítica, como feita a cima. Dizer que somente uma pessoa &quot;especializada&quot; pode criticar uma obra é situar o conceito de estética a um período muito restrito que não é tão vasto quanto a arte, principalmente no fazer artístico contemporâneo (me refiro, no teatro brasileiro, do período da ditadura à atualidade).

Sigo dizendo que de fato o texto proposto não cumpre com o que o Roberto veio buscar: o de saber sobre o que e como a peça é. O que ele precisa entender é que a ausência de uma narrativa que ele notou na crítica é um reflexo da ausência da mesma no espetáculo. Fato que para uns é exaustivo e etc... de fato é. É porque tem que ser assim.

O que Emilliano fez, talvez um pouco exageradamente piadista, foi o que acredito ser o caminho atual da crítica estética do espetáculo: o da subjetividade. Essa é a opinião dele e pronto. E por falar em Bunda, tem o famoso ditado: opinião e bunda cada um tem a sua.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Começo dizendo que o conhecimento em Arte é algo muito subjetivo para se julgar se alguém pode ou não escrever uma crítica, como feita a cima. Dizer que somente uma pessoa &#8220;especializada&#8221; pode criticar uma obra é situar o conceito de estética a um período muito restrito que não é tão vasto quanto a arte, principalmente no fazer artístico contemporâneo (me refiro, no teatro brasileiro, do período da ditadura à atualidade).</p>
<p>Sigo dizendo que de fato o texto proposto não cumpre com o que o Roberto veio buscar: o de saber sobre o que e como a peça é. O que ele precisa entender é que a ausência de uma narrativa que ele notou na crítica é um reflexo da ausência da mesma no espetáculo. Fato que para uns é exaustivo e etc&#8230; de fato é. É porque tem que ser assim.</p>
<p>O que Emilliano fez, talvez um pouco exageradamente piadista, foi o que acredito ser o caminho atual da crítica estética do espetáculo: o da subjetividade. Essa é a opinião dele e pronto. E por falar em Bunda, tem o famoso ditado: opinião e bunda cada um tem a sua.</p>
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	<item>
		<title>By: Astier Basílio</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/cacilda-estrela-brazyleira-a-vagar/comment-page-1/#comment-2684</link>
		<dc:creator>Astier Basílio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 12:48:44 +0000</pubDate>
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		<description>Eita, primo. 
Vontade de uma boa digressão.
Como o mundo está ficando um lugar careta.
Os caretas venceram.
Estão no poder, fazendo leis.
Colocando placa de pare no carnaval dos outros.
Não fumam? Não se contentam em 
vangloriar-se de tal façanha saudável.
Querem impor o bem estar e a saúde
na marra por meio de leis.
Quem não sai na noite,
quem não frequenta bares é quem quer
regular essa atividade.
Como o século XXI está se parecendo com o século XIX.
Como a pedra de toque de muitos artistas é o parnasianismo;
é a arte pela arte, a alienação do que não seja
um observação do objeto em si.
E o discurso é de terra arrasada: tudo já foi dito,
tudo já foi vivido, tudo já foi falado.
É uma cartilha repleta de demarcações,
de fronteiras.
Quem assiste a um filme vê todos os filmes que viu
antes e estabelece a sua relação de diálogo,
valoração, gosto.
Quem lê uma crítica, traz dentro de si um modelo,
uma expectativa. É incômodo quando se estabelece
uma ruptura numa cadeia produtiva em que a crítica
ocupa o lugar da valoração, algo como o inmetro,
em que a peça de teatro é produto
e os críticos nada mais do que pessoas dotadas
de saber livresco e poder de assinatura
para emitirem seus juízos de valor.
Possibilidade de explodir com isso? 
É o que se faz aqui. É o exercício de errar junto,
de comemorar o acerto. Ou. O de não se buscar nem um nem
outro, mas o de se congraçar no diálogo.
Na festa que é deixar que o espetáculo peça sua abordagem.
Na possibilidade de fazer da crítica
um lugar inventividade e de criação.
Exigir da crítica, como disse o Graieb na Veja um tempo atrás,
o mesmo papel de: destruir reputações, revelar talentos
ou causar polêmicas, é algo que a Bacante passa ao largo.
Acho que é o que se quer aqui, de acordo com alguns comentários
muito comuns. É o que o Graieb defende (http://www.revista.agulha.nom.br/graieb05.html)
Um retorno à figura do século XIX. Expectadores do século XIX,
leitores do século XIX, críticos do século XIX...
É tão difícil entender que é opção e não falta de leitura, de cultura,
Prescindir de um receituário técnico, estilístico
que vise a satisfazer leituras conservadores
que se por um lado cumprem o seu papel na cadeia
produtiva - ou melhor, cadeia alimentar -
são exercícios.
É tão fácil enganar quem espera da crítica
os lugares de sempre. Os discursos de sempre.
É tão difícil conseguir compreender que leitura,
cultura não são códigos fechados e previsíveis,
algo como receita de bolo ou ementa de curso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eita, primo.<br />
Vontade de uma boa digressão.<br />
Como o mundo está ficando um lugar careta.<br />
Os caretas venceram.<br />
Estão no poder, fazendo leis.<br />
Colocando placa de pare no carnaval dos outros.<br />
Não fumam? Não se contentam em<br />
vangloriar-se de tal façanha saudável.<br />
Querem impor o bem estar e a saúde<br />
na marra por meio de leis.<br />
Quem não sai na noite,<br />
quem não frequenta bares é quem quer<br />
regular essa atividade.<br />
Como o século XXI está se parecendo com o século XIX.<br />
Como a pedra de toque de muitos artistas é o parnasianismo;<br />
é a arte pela arte, a alienação do que não seja<br />
um observação do objeto em si.<br />
E o discurso é de terra arrasada: tudo já foi dito,<br />
tudo já foi vivido, tudo já foi falado.<br />
É uma cartilha repleta de demarcações,<br />
de fronteiras.<br />
Quem assiste a um filme vê todos os filmes que viu<br />
antes e estabelece a sua relação de diálogo,<br />
valoração, gosto.<br />
Quem lê uma crítica, traz dentro de si um modelo,<br />
uma expectativa. É incômodo quando se estabelece<br />
uma ruptura numa cadeia produtiva em que a crítica<br />
ocupa o lugar da valoração, algo como o inmetro,<br />
em que a peça de teatro é produto<br />
e os críticos nada mais do que pessoas dotadas<br />
de saber livresco e poder de assinatura<br />
para emitirem seus juízos de valor.<br />
Possibilidade de explodir com isso?<br />
É o que se faz aqui. É o exercício de errar junto,<br />
de comemorar o acerto. Ou. O de não se buscar nem um nem<br />
outro, mas o de se congraçar no diálogo.<br />
Na festa que é deixar que o espetáculo peça sua abordagem.<br />
Na possibilidade de fazer da crítica<br />
um lugar inventividade e de criação.<br />
Exigir da crítica, como disse o Graieb na Veja um tempo atrás,<br />
o mesmo papel de: destruir reputações, revelar talentos<br />
ou causar polêmicas, é algo que a Bacante passa ao largo.<br />
Acho que é o que se quer aqui, de acordo com alguns comentários<br />
muito comuns. É o que o Graieb defende (<a href="http://www.revista.agulha.nom.br/graieb05.html" rel="nofollow">http://www.revista.agulha.nom.br/graieb05.html</a>)<br />
Um retorno à figura do século XIX. Expectadores do século XIX,<br />
leitores do século XIX, críticos do século XIX&#8230;<br />
É tão difícil entender que é opção e não falta de leitura, de cultura,<br />
Prescindir de um receituário técnico, estilístico<br />
que vise a satisfazer leituras conservadores<br />
que se por um lado cumprem o seu papel na cadeia<br />
produtiva &#8211; ou melhor, cadeia alimentar -<br />
são exercícios.<br />
É tão fácil enganar quem espera da crítica<br />
os lugares de sempre. Os discursos de sempre.<br />
É tão difícil conseguir compreender que leitura,<br />
cultura não são códigos fechados e previsíveis,<br />
algo como receita de bolo ou ementa de curso.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Emilliano Freitas</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/cacilda-estrela-brazyleira-a-vagar/comment-page-1/#comment-2683</link>
		<dc:creator>Emilliano Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 10:36:12 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Carlos,

Não querendo justificar, mas já justificando, achismos são diferentes de impressões. Às vezes as impressões (e piadas) sobre o momento podem refletir muito sobre a peça (mesmo não falando tim tim por tim tim dela). Pode parecer ego trip fazer um monólogo sobre minha bunda, como disse o Roberto, mas pra mim diz muito mais do que adjetivos como confusa e exaustiva. Tem muita gente que não deixou a peça de lado pra escrever sobre, mas deixaram tantas coisas...São pontos de vistas, e a diversidade de olhares sobre o espetáculo gera diferentes conversas.
A Bacante está aberta a novos olhares. Sinta-se convidado!

Enfins.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Carlos,</p>
<p>Não querendo justificar, mas já justificando, achismos são diferentes de impressões. Às vezes as impressões (e piadas) sobre o momento podem refletir muito sobre a peça (mesmo não falando tim tim por tim tim dela). Pode parecer ego trip fazer um monólogo sobre minha bunda, como disse o Roberto, mas pra mim diz muito mais do que adjetivos como confusa e exaustiva. Tem muita gente que não deixou a peça de lado pra escrever sobre, mas deixaram tantas coisas&#8230;São pontos de vistas, e a diversidade de olhares sobre o espetáculo gera diferentes conversas.<br />
A Bacante está aberta a novos olhares. Sinta-se convidado!</p>
<p>Enfins.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Carlos</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/cacilda-estrela-brazyleira-a-vagar/comment-page-1/#comment-2682</link>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 21:34:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/?p=2385#comment-2682</guid>
		<description>Concordo, na maior parte, com o Roberto.
Os detalhes, como disse Emiliano, não devem ser desprezados. Mas a peça em si foi deixada de lado, o escritor, ao se colocar demais no texto, deixou o espetáculo de lado para vomitar seus achismos.

Particularmente eu não gostei de Cacilda. A peça está confusa e exaustiva. E gostei menos ainda desse post. Enfim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo, na maior parte, com o Roberto.<br />
Os detalhes, como disse Emiliano, não devem ser desprezados. Mas a peça em si foi deixada de lado, o escritor, ao se colocar demais no texto, deixou o espetáculo de lado para vomitar seus achismos.</p>
<p>Particularmente eu não gostei de Cacilda. A peça está confusa e exaustiva. E gostei menos ainda desse post. Enfim.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Juli =)</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/cacilda-estrela-brazyleira-a-vagar/comment-page-1/#comment-2681</link>
		<dc:creator>Juli =)</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 00:16:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/?p=2385#comment-2681</guid>
		<description>Pô, Roberto, ninguém deixou esse palhaço postar aqui, não! Acontece que essa &quot;grande falha&quot; do site é, justamente, a nossa proposta: todo mundo e qualquer um pode escrever aqui, sem ninguém ter que deixar &quot;passar&quot;. Todos que estão envolvidos na Bacante dão sugestões nos textos e também qualquer pessoa tem o direito de fazer um texto que rebata o primeiro, como já aconteceu por aqui muitas vezes. Isso causa alguns deprazeres e outros muitos prazeres. A idéia, aliás, é expandir essa diversidade o máximo possível. Espero que tenhamos sucesso nessa ampliação pra que isso fique mais evidente e espero também que, no meio dessa mistura, você também encontre algum prazer, alguma identificação. E, se vc mesmo quiser participar, bem-vindo!

Abraço,
Juli =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pô, Roberto, ninguém deixou esse palhaço postar aqui, não! Acontece que essa &#8220;grande falha&#8221; do site é, justamente, a nossa proposta: todo mundo e qualquer um pode escrever aqui, sem ninguém ter que deixar &#8220;passar&#8221;. Todos que estão envolvidos na Bacante dão sugestões nos textos e também qualquer pessoa tem o direito de fazer um texto que rebata o primeiro, como já aconteceu por aqui muitas vezes. Isso causa alguns deprazeres e outros muitos prazeres. A idéia, aliás, é expandir essa diversidade o máximo possível. Espero que tenhamos sucesso nessa ampliação pra que isso fique mais evidente e espero também que, no meio dessa mistura, você também encontre algum prazer, alguma identificação. E, se vc mesmo quiser participar, bem-vindo!</p>
<p>Abraço,<br />
Juli =)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Emilliano Freitas</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/cacilda-estrela-brazyleira-a-vagar/comment-page-1/#comment-2680</link>
		<dc:creator>Emilliano Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 22:20:18 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Roberto, Emilliano Freitas sou eu! Satisfação!
Isso não diz muita coisa, mas tb não era pra dizer, afinal eu tb não sei quem é vc e isso não faz muita diferença pra mim. A única coisa que pode fazer alguma diferença é a troca de informações e como essa troca se potencializa. 
Não sei como vc tira conclusões assim de que eu não entendo nada de teatro. Será mesmo? Esses julgamentos nos comentários da Bacante já tão parecendo as desculpas do Quico que acabava com a brincadeira do Chaves e da Chiquinha gritando: &quot;Você não vai com a minha cara!&quot;.
Se eu fosse o Seu Madruga diria &quot;Nem eu com a sua&quot;, mas o fato não é esse. É mais fácil falar que a gente não entende nada de teatro a discutir qualquer coisa. 
Quanto a ler sobre o que falo, se quiser mande uma bibliografia pro meu potencial ir às alturas. A gente podia até trocar livros. Além dos de teatro tenho ótimos de ficção cientifica, arquitetura, psicologia, sexo, HQ. E a cada dia percebo que aprendo até mais de teatro com eles do que vc possa imaginar (no Kama Sutra então nem se fala!).
O que seriam detalhes ridículos? A peça está contida no texto que sai da boca dos atores ou aquele espaço fantástico que é o Teatro Oficina recheado de surpresas, como as cadeiras duras e o Zé no computador, deve ser desprezado?
Quer uma crítica normativa, onde há julgamento, vc sabe onde encontrar. 
Como deixaram passar um post deste já é outra coisa. É quase como dizem por aí, tenho amigos influentes, fiz um teste do sofá, sou um rostinho bonito, conheço umas pessoas no ministério da cultura, tomo cerveja com gente que sai na Bravo, essas coisas inexplicáveis.
Prometo que da próxima vez faço um monólogo sobre outra parte do corpo menos obscena. Quem sabe não atrapalho o potencial, que ATÉ dá pra perceber. 
Obrigado!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Roberto, Emilliano Freitas sou eu! Satisfação!<br />
Isso não diz muita coisa, mas tb não era pra dizer, afinal eu tb não sei quem é vc e isso não faz muita diferença pra mim. A única coisa que pode fazer alguma diferença é a troca de informações e como essa troca se potencializa.<br />
Não sei como vc tira conclusões assim de que eu não entendo nada de teatro. Será mesmo? Esses julgamentos nos comentários da Bacante já tão parecendo as desculpas do Quico que acabava com a brincadeira do Chaves e da Chiquinha gritando: &#8220;Você não vai com a minha cara!&#8221;.<br />
Se eu fosse o Seu Madruga diria &#8220;Nem eu com a sua&#8221;, mas o fato não é esse. É mais fácil falar que a gente não entende nada de teatro a discutir qualquer coisa.<br />
Quanto a ler sobre o que falo, se quiser mande uma bibliografia pro meu potencial ir às alturas. A gente podia até trocar livros. Além dos de teatro tenho ótimos de ficção cientifica, arquitetura, psicologia, sexo, HQ. E a cada dia percebo que aprendo até mais de teatro com eles do que vc possa imaginar (no Kama Sutra então nem se fala!).<br />
O que seriam detalhes ridículos? A peça está contida no texto que sai da boca dos atores ou aquele espaço fantástico que é o Teatro Oficina recheado de surpresas, como as cadeiras duras e o Zé no computador, deve ser desprezado?<br />
Quer uma crítica normativa, onde há julgamento, vc sabe onde encontrar.<br />
Como deixaram passar um post deste já é outra coisa. É quase como dizem por aí, tenho amigos influentes, fiz um teste do sofá, sou um rostinho bonito, conheço umas pessoas no ministério da cultura, tomo cerveja com gente que sai na Bravo, essas coisas inexplicáveis.<br />
Prometo que da próxima vez faço um monólogo sobre outra parte do corpo menos obscena. Quem sabe não atrapalho o potencial, que ATÉ dá pra perceber.<br />
Obrigado!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Roberto</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/cacilda-estrela-brazyleira-a-vagar/comment-page-1/#comment-2679</link>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 19:44:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/?p=2385#comment-2679</guid>
		<description>Quem é Emiliano Freitas?
E COMO vcs deixam passar um post deste?

Por favor, foi um despazer ler isso. Colocar alguém que não entende nada de teatro, mas é pretencioso ao achar que entende demais por conhecer nomes de, no máximo, meia dúzias de títulos de peças antigas, é uma grande falha do site.
Escritor arrogante e, acima de tudo, ruim.

Vcs precisam baixar guarda. Leiam um pouco mais pra saber do que falam.
Vcs tem potencial, até dá pra perceber.
Só é preciso cuidado nos julgamentos sobre peças. Mas tbm é necessário apresentar a crítica, julgar, e não ficar preso a detalhes rídiculos (&quot;Será que ele estava seguindo o texto, como aqueles pontos de antigamente, ou só estava vendo um site pornô, fazendo compras no Mercado Livre ou falando no msn com o Antunes?&quot;... Oi?)
Chego aqui para ler sobre Cacilda e me deparo com um monólogo sobre a bunda da pessoa que escreveu o texto.
Por favor, poupem os leitores.

Obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é Emiliano Freitas?<br />
E COMO vcs deixam passar um post deste?</p>
<p>Por favor, foi um despazer ler isso. Colocar alguém que não entende nada de teatro, mas é pretencioso ao achar que entende demais por conhecer nomes de, no máximo, meia dúzias de títulos de peças antigas, é uma grande falha do site.<br />
Escritor arrogante e, acima de tudo, ruim.</p>
<p>Vcs precisam baixar guarda. Leiam um pouco mais pra saber do que falam.<br />
Vcs tem potencial, até dá pra perceber.<br />
Só é preciso cuidado nos julgamentos sobre peças. Mas tbm é necessário apresentar a crítica, julgar, e não ficar preso a detalhes rídiculos (&#8220;Será que ele estava seguindo o texto, como aqueles pontos de antigamente, ou só estava vendo um site pornô, fazendo compras no Mercado Livre ou falando no msn com o Antunes?&#8221;&#8230; Oi?)<br />
Chego aqui para ler sobre Cacilda e me deparo com um monólogo sobre a bunda da pessoa que escreveu o texto.<br />
Por favor, poupem os leitores.</p>
<p>Obrigado.</p>
]]></content:encoded>
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