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	<title>Comments on: Chalaça &#8211; A Peça</title>
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		<title>By: Anonymous</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/chalaca-a-peca/comment-page-1/#comment-148</link>
		<dc:creator>Anonymous</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jul 2007 16:26:00 +0000</pubDate>
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		<description>A Veja é o nosso totem, tinha esquecido de dizer.&lt;br/&gt;Grande abraço Quina.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Veja é o nosso totem, tinha esquecido de dizer.<br />Grande abraço Quina.</p>
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		<title>By: Anonymous</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/chalaca-a-peca/comment-page-1/#comment-147</link>
		<dc:creator>Anonymous</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jul 2007 04:31:00 +0000</pubDate>
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		<description>Oi querido Quina.&lt;br/&gt;A escolha da cotação é arbitrária e normalmente está relacionada com algum aspecto mais engraçado do espetáculo. Sabemos que cotação, via de regra, não serve pra nada. Se vc entrar no portal da Veja São Paulo, vai ver que na home existe uma lista das peças mais indicadas, através de cotação. Por aí já concluímos muita coisa.&lt;br/&gt;No nosso caso aqui serve como mais um comentário da peça. No caso de Chalaça, usei como mais uma informação sobre o dia em que vi o espetçaculo. Particularmente, não saio de espetáculos no meio, mas foi isso que vi. A interpretação deste fato pode ser boa ou ruim. A sua foi a pior. Feliz semana do anônimo feliz pra você e obrigado pelo retorno sobre a resenha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi querido Quina.<br />A escolha da cotação é arbitrária e normalmente está relacionada com algum aspecto mais engraçado do espetáculo. Sabemos que cotação, via de regra, não serve pra nada. Se vc entrar no portal da Veja São Paulo, vai ver que na home existe uma lista das peças mais indicadas, através de cotação. Por aí já concluímos muita coisa.<br />No nosso caso aqui serve como mais um comentário da peça. No caso de Chalaça, usei como mais uma informação sobre o dia em que vi o espetçaculo. Particularmente, não saio de espetáculos no meio, mas foi isso que vi. A interpretação deste fato pode ser boa ou ruim. A sua foi a pior. Feliz semana do anônimo feliz pra você e obrigado pelo retorno sobre a resenha.</p>
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		<title>By: quina vida</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/chalaca-a-peca/comment-page-1/#comment-146</link>
		<dc:creator>quina vida</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jul 2007 21:26:00 +0000</pubDate>
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		<description>Colocar número de &quot;desertores&quot; do espetáculo é uma atitude muito infeliz de sua parte. É aí que se balisa a criação artística? Coitado do Ionesco, que depois de 2 semanas com o espetáculo &quot;A Cantora Careca&quot;, teve que fechar a temporada por falta de público. se ele fosse se balisar por isso, e pior, se a gente fosse se balisar por isso, teríamos perdido uma coisa muito boa, não acha?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;vamos agora balisar os espetáculos pelas platéias eufóricas e saídas antes do horário? tá bom então:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;então parabéns aos nosssos bbb&#039;s em produções e também espetáculos para pais em finais de curso de teatro. palmas não faltam para esses, te garanto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Colocar número de &#8220;desertores&#8221; do espetáculo é uma atitude muito infeliz de sua parte. É aí que se balisa a criação artística? Coitado do Ionesco, que depois de 2 semanas com o espetáculo &#8220;A Cantora Careca&#8221;, teve que fechar a temporada por falta de público. se ele fosse se balisar por isso, e pior, se a gente fosse se balisar por isso, teríamos perdido uma coisa muito boa, não acha?</p>
<p>vamos agora balisar os espetáculos pelas platéias eufóricas e saídas antes do horário? tá bom então:</p>
<p>então parabéns aos nosssos bbb&#8217;s em produções e também espetáculos para pais em finais de curso de teatro. palmas não faltam para esses, te garanto.</p>
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		<title>By: Fabrício Muriana</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/chalaca-a-peca/comment-page-1/#comment-79</link>
		<dc:creator>Fabrício Muriana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jul 2007 20:11:00 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei da comparação humilde com o David Lynch, define bem o que você (autor que se esconde atrás do nick Cia LCT) entende por alhos e bugalhos. Acho que realmente os festivais servem mais de vitrine do que para premiar algum mérito de montagens. Ponho o rabo entre as pernas e me desculpo por ter deixado passar a premiação que a atriz Paula Mirhan dividiu com Andréia Nhur no Festival, e não na mostra, de Americana. E sintomática, pra mim, é a quantidade de indicações desproporcional à quantidade de prêmios num festival com tão poucos grupos. Mas isso já não importa mais, afinal o festivais são só vitrines, como supracitado.&lt;br/&gt;O comentário recontextualizado agora tem link para que nossos parcos leitores se deleitem com a multiplicidade de vozes sobre a mesma peça. No caso, a de vocês.&lt;br/&gt;Daquilo que é de minha conta e risco, somo que é tudo, não só a afirmação sobre o Chalaça. A intenção de escrever sobre a peça de vocês é também de minha conta e risco. Inclusive a intenção de ir assistir a peça de vocês também é de minha conta e risco.&lt;br/&gt;Quanto à recepção que tenho a partir do meu microcosmo, considero restrita, e por isso está descrita aqui, não procurando só recepção, mas na procura de diálogo. Não só meu com vocês, mas com quem mais quiser participar. O que posso afirmar sem medo, é que nesse diálogo que proponho com a crítica, entro da forma mais honesta, sem rodeios nem frescuras.&lt;br/&gt;Quanto ao quinto parágrafo, aquele do discurso vazio e absolutamente contraditório, não vejo a obra inicial de Torero como um texto meramente narrativo. E mesmo que a adaptação tendesse para esse caminho, não considero que a forma que vocês encontraram se aproxima de qualquer radicalização. Ou seja, no pêndulo que balança para o excesso e para a falta de sentidos no momento da construção do espetáculo, pesou mais para a falta. Isso visto do meu restrito microcosmo. Garanto que aqui não há achismo na minha opinião.&lt;br/&gt;Por fim, concluo que sim, “a recepção é de cada um”, mas que definir um espetáculo pelo que a platéia recebe, parece-me bem menos relevante do que pautar o mesmo espetáculo pelo diálogo com a platéia. Sobretudo quando a companhia tem ferramental para continuar o diálogo através do blog, videos no youtube e por todas as ferramentas da internet. Mas isso também vai de cada um estar aberto a esta experiência.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei da comparação humilde com o David Lynch, define bem o que você (autor que se esconde atrás do nick Cia LCT) entende por alhos e bugalhos. Acho que realmente os festivais servem mais de vitrine do que para premiar algum mérito de montagens. Ponho o rabo entre as pernas e me desculpo por ter deixado passar a premiação que a atriz Paula Mirhan dividiu com Andréia Nhur no Festival, e não na mostra, de Americana. E sintomática, pra mim, é a quantidade de indicações desproporcional à quantidade de prêmios num festival com tão poucos grupos. Mas isso já não importa mais, afinal o festivais são só vitrines, como supracitado.<br />O comentário recontextualizado agora tem link para que nossos parcos leitores se deleitem com a multiplicidade de vozes sobre a mesma peça. No caso, a de vocês.<br />Daquilo que é de minha conta e risco, somo que é tudo, não só a afirmação sobre o Chalaça. A intenção de escrever sobre a peça de vocês é também de minha conta e risco. Inclusive a intenção de ir assistir a peça de vocês também é de minha conta e risco.<br />Quanto à recepção que tenho a partir do meu microcosmo, considero restrita, e por isso está descrita aqui, não procurando só recepção, mas na procura de diálogo. Não só meu com vocês, mas com quem mais quiser participar. O que posso afirmar sem medo, é que nesse diálogo que proponho com a crítica, entro da forma mais honesta, sem rodeios nem frescuras.<br />Quanto ao quinto parágrafo, aquele do discurso vazio e absolutamente contraditório, não vejo a obra inicial de Torero como um texto meramente narrativo. E mesmo que a adaptação tendesse para esse caminho, não considero que a forma que vocês encontraram se aproxima de qualquer radicalização. Ou seja, no pêndulo que balança para o excesso e para a falta de sentidos no momento da construção do espetáculo, pesou mais para a falta. Isso visto do meu restrito microcosmo. Garanto que aqui não há achismo na minha opinião.<br />Por fim, concluo que sim, “a recepção é de cada um”, mas que definir um espetáculo pelo que a platéia recebe, parece-me bem menos relevante do que pautar o mesmo espetáculo pelo diálogo com a platéia. Sobretudo quando a companhia tem ferramental para continuar o diálogo através do blog, videos no youtube e por todas as ferramentas da internet. Mas isso também vai de cada um estar aberto a esta experiência.</p>
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		<title>By: Cia. LCT</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/chalaca-a-peca/comment-page-1/#comment-78</link>
		<dc:creator>Cia. LCT</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jul 2007 17:45:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=71#comment-78</guid>
		<description>Well... Para n�o estender muito o assunto. Em Americana, q n�o � uma mostra e sim um Festival, ganhamos o pr�mio de melhor atriz, al�m de v�rias indica�es... E tb participamos do Festival de Resende e l� ganhamos... Mas, o dia q premia�o indicar alguma coisa, David Lynch estar� fodido!&lt;br/&gt;E... Uma coisa ser sintom�tica porque teoricamente passamos em branco num Festival de Teatro � quase comparar Alhos com Bugalhos...! E... Sintomaticamente a qu�?&lt;br/&gt;E... Pegar uma frase de um ator dada num contexto e us�-la para explicar raz�es outras � como diria o editor da Prov�ncia do Par� copiar release mal.&lt;br/&gt;O personagem central � Francisco Gomes da Silva, emin�ncia parda com alcunha de CHALA�A. E, pat�tico papel hist�rico de bra�o direito de D. Pedro I, � por sua conta e risco!&lt;br/&gt;Ah... Achamos q o papo ficaria melhor num caf�.  Que, pelo visto, s� voc� queria durante o espet�culo, uma vez q a recep�o por parte do p�blico nos pareceu bem mais empolgante do q a sua (o q n�o � nenhum problema, apenas, talvez, um pouco injusto julgar a recep�o de todos a partir do teu microcosmo!).&lt;br/&gt;Enfim... S� mais um ponto, o quinto par�grafo � o mais emblem�tico do discurso vazio e absolutamente contradit�rio.  Se optamos por uma cena em forma de depoimentos, que � a radicaliza�o da proposta, como pode essa mesma cena ser esvaziada de possibilidades presentes no texto que foi constru�do para uma cena narrativa? Acho q um papo com a proposta e n�o um achismo pernicioso dos dias atuais seria mais salutar.&lt;br/&gt;Mas... Como sempre, a recep�o � de cada um...!&lt;br/&gt;H� bra�os.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Well&#8230; Para n�o estender muito o assunto. Em Americana, q n�o � uma mostra e sim um Festival, ganhamos o pr�mio de melhor atriz, al�m de v�rias indica�es&#8230; E tb participamos do Festival de Resende e l� ganhamos&#8230; Mas, o dia q premia�o indicar alguma coisa, David Lynch estar� fodido!<br />E&#8230; Uma coisa ser sintom�tica porque teoricamente passamos em branco num Festival de Teatro � quase comparar Alhos com Bugalhos&#8230;! E&#8230; Sintomaticamente a qu�?<br />E&#8230; Pegar uma frase de um ator dada num contexto e us�-la para explicar raz�es outras � como diria o editor da Prov�ncia do Par� copiar release mal.<br />O personagem central � Francisco Gomes da Silva, emin�ncia parda com alcunha de CHALA�A. E, pat�tico papel hist�rico de bra�o direito de D. Pedro I, � por sua conta e risco!<br />Ah&#8230; Achamos q o papo ficaria melhor num caf�.  Que, pelo visto, s� voc� queria durante o espet�culo, uma vez q a recep�o por parte do p�blico nos pareceu bem mais empolgante do q a sua (o q n�o � nenhum problema, apenas, talvez, um pouco injusto julgar a recep�o de todos a partir do teu microcosmo!).<br />Enfim&#8230; S� mais um ponto, o quinto par�grafo � o mais emblem�tico do discurso vazio e absolutamente contradit�rio.  Se optamos por uma cena em forma de depoimentos, que � a radicaliza�o da proposta, como pode essa mesma cena ser esvaziada de possibilidades presentes no texto que foi constru�do para uma cena narrativa? Acho q um papo com a proposta e n�o um achismo pernicioso dos dias atuais seria mais salutar.<br />Mas&#8230; Como sempre, a recep�o � de cada um&#8230;!<br />H� bra�os.</p>
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		<title>By: Fabrício Muriana</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/chalaca-a-peca/comment-page-1/#comment-77</link>
		<dc:creator>Fabrício Muriana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jul 2007 17:04:00 +0000</pubDate>
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		<description>Opa.&lt;br/&gt;O bom dos comentários é que não tem que esperar até o dia seguinte pra entrar na coluna &quot;erramos&quot;. Gostaria de saber onde errei. Quanto ao café, posso tomar sim, é só marcar.&lt;br/&gt;Qqer dúvida: fabricio@bacante.com.br</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Opa.<br />O bom dos comentários é que não tem que esperar até o dia seguinte pra entrar na coluna &#8220;erramos&#8221;. Gostaria de saber onde errei. Quanto ao café, posso tomar sim, é só marcar.<br />Qqer dúvida: <a href="mailto:fabricio@bacante.com.br">fabricio@bacante.com.br</a></p>
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		<title>By: Cia. LCT</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/chalaca-a-peca/comment-page-1/#comment-76</link>
		<dc:creator>Cia. LCT</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jul 2007 01:17:00 +0000</pubDate>
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		<description>Olá... Depois dá um pulo no blogui da peça, acho q vc se equivoca em algumas informações!&lt;br/&gt;E apareça no nosso novo espetáculo e depois tome um café conosco.&lt;br/&gt;Há braços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá&#8230; Depois dá um pulo no blogui da peça, acho q vc se equivoca em algumas informações!<br />E apareça no nosso novo espetáculo e depois tome um café conosco.<br />Há braços.</p>
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