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	<title>Comments on: Diálogo inútil do abismo com a queda</title>
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		<title>By: Juli =)</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/dialogo-inutil-do-abismo-com-a-queda/comment-page-1/#comment-1722</link>
		<dc:creator>Juli =)</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 18:11:58 +0000</pubDate>
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		<description>Talvez fosse, Valmir. Talvez ninguém tenha feito cara de nojo. Ishi... será que eu inventei? rs

Beijos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez fosse, Valmir. Talvez ninguém tenha feito cara de nojo. Ishi&#8230; será que eu inventei? rs</p>
<p>Beijos.</p>
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		<title>By: Valmir</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/dialogo-inutil-do-abismo-com-a-queda/comment-page-1/#comment-1719</link>
		<dc:creator>Valmir</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 05:32:31 +0000</pubDate>
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		<description>Quadro 8: a moça da platéia era você!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quadro 8: a moça da platéia era você!</p>
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	<item>
		<title>By: Cesar Ribeiro</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/dialogo-inutil-do-abismo-com-a-queda/comment-page-1/#comment-1573</link>
		<dc:creator>Cesar Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 23:48:30 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que compliquei algo que é simples. Quem vai a uma padaria às 7 da manhã normalmente não quer assistir lá um show do Tony Ramos cantando os maiores sucessos do Metallica. É exatamente por isso que a coisa é egóica: se eu digo algo a alguém porque eu quero dizer algo a alguém, o que as pessoas vão ouvir tem de ter a minha voz, sem eu pensar na hora de criar se a galera quer ouvir isso ou não. Ou tão levando marzipan quando queriam ver hortelã. Essa tal de voz vai sempre encontrar alguém disposta a ouvi-la, sem fazer concessões para ter mais ouvidos. Então não se trata de pensar em agradar ou em chocar. As duas coisas têm de ser apenas resultado, e não parte de uma fórmula. Isso em qualquer área que lide com discussão sobre coisas. A Bacante é uma revista de teatro. Fala sobre teatro de um jeito específico. É essa especificidade que interessa, independentemente de ser interessante para uns e vazia para outros.  Você escreve um crítica. Digamos que você pense em agradar ao diretor. Ou em desagradá-lo. Depois pensa em agradar ou desagradar ao elenco. Depois ao iluminador... Depois a quem mais?  E quem diz que tua fórmula bate certo no alvo? Então não há saída: seu público é você mesmo. Se alguém gostar, melhor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que compliquei algo que é simples. Quem vai a uma padaria às 7 da manhã normalmente não quer assistir lá um show do Tony Ramos cantando os maiores sucessos do Metallica. É exatamente por isso que a coisa é egóica: se eu digo algo a alguém porque eu quero dizer algo a alguém, o que as pessoas vão ouvir tem de ter a minha voz, sem eu pensar na hora de criar se a galera quer ouvir isso ou não. Ou tão levando marzipan quando queriam ver hortelã. Essa tal de voz vai sempre encontrar alguém disposta a ouvi-la, sem fazer concessões para ter mais ouvidos. Então não se trata de pensar em agradar ou em chocar. As duas coisas têm de ser apenas resultado, e não parte de uma fórmula. Isso em qualquer área que lide com discussão sobre coisas. A Bacante é uma revista de teatro. Fala sobre teatro de um jeito específico. É essa especificidade que interessa, independentemente de ser interessante para uns e vazia para outros.  Você escreve um crítica. Digamos que você pense em agradar ao diretor. Ou em desagradá-lo. Depois pensa em agradar ou desagradar ao elenco. Depois ao iluminador&#8230; Depois a quem mais?  E quem diz que tua fórmula bate certo no alvo? Então não há saída: seu público é você mesmo. Se alguém gostar, melhor.</p>
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		<title>By: Juli =)</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/dialogo-inutil-do-abismo-com-a-queda/comment-page-1/#comment-1572</link>
		<dc:creator>Juli =)</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 22:38:57 +0000</pubDate>
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		<description>Em síntese, &quot;o que deveria ser feito&quot; é exatamente o que vc tem vontade de fazer sem mudar uma vírgula?

Falando sério, claro que é uma questão de opinião, das referências de quem está assistindo, do que a pessoa comeu no café da manhã, etc. Mas a sua &quot;vontade de dizer algo&quot; (da qual vem a sua peça), não é também a vontade de dizer algo *a alguém*? A quem? Por quê? Acho engraçado que você usa chocar num sentido negativo, como uma obrigação, mas uma peça que choca talvez cumpra também uma espécie de &quot;o que tem que ser feito&quot;, enfim.

&quot;É triste ver as pessoas se enquadrando num padrão para serem aceitas&quot;, mas é bem legal ver as pessoas saindo do enquadramento sem se importar se serão aceitos (no sentido de legitimados), mas porque querem dizer algo e porque consideram esse algo relevante, não porque são elas quem estão dizendo, mas porque mais alguém vai ouvi-lo.

Quanto a &quot;viver do teatro&quot; ou não, eu usaria &quot;pago minhas contas&quot;. Você vive de muita coisa além daquilo que te dá grana. Claro, é só uma questão de palavras, a idéia é a mesma...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em síntese, &#8220;o que deveria ser feito&#8221; é exatamente o que vc tem vontade de fazer sem mudar uma vírgula?</p>
<p>Falando sério, claro que é uma questão de opinião, das referências de quem está assistindo, do que a pessoa comeu no café da manhã, etc. Mas a sua &#8220;vontade de dizer algo&#8221; (da qual vem a sua peça), não é também a vontade de dizer algo *a alguém*? A quem? Por quê? Acho engraçado que você usa chocar num sentido negativo, como uma obrigação, mas uma peça que choca talvez cumpra também uma espécie de &#8220;o que tem que ser feito&#8221;, enfim.</p>
<p>&#8220;É triste ver as pessoas se enquadrando num padrão para serem aceitas&#8221;, mas é bem legal ver as pessoas saindo do enquadramento sem se importar se serão aceitos (no sentido de legitimados), mas porque querem dizer algo e porque consideram esse algo relevante, não porque são elas quem estão dizendo, mas porque mais alguém vai ouvi-lo.</p>
<p>Quanto a &#8220;viver do teatro&#8221; ou não, eu usaria &#8220;pago minhas contas&#8221;. Você vive de muita coisa além daquilo que te dá grana. Claro, é só uma questão de palavras, a idéia é a mesma&#8230;</p>
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	<item>
		<title>By: Cesar Ribeiro</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/dialogo-inutil-do-abismo-com-a-queda/comment-page-1/#comment-1571</link>
		<dc:creator>Cesar Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 20:05:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=706#comment-1571</guid>
		<description>Senta que lá vem história... 
Vou tentar explicar o &quot;que deveria ser feito&quot;. Tudo se trata de opinião, de viver em sociedade e acharmos que somos importantes a ponto de querer transmitir (não convencer) o que pensamos. É um ato egocêntrico em si, no bom e no mau sentido. O jornalista, o filósofo, o cientista e o ser dito humano de modo geral têm a tendência de achar que as próprias opiniões ressignificam o mundo e deveriam ter alguma importância. Claro que acredito que a peça diz alguma coisa importante e deveria ser vista por mais gente, mas o resumo da ópera é que essa importância é válida para algumas pessoas e para outras não passa de abobrinha. Normal. O que vejo é uma padronização diante de tantos conchavos, de tantas leis de incentivo, de tanto marketing cultural, e infelizmente se você quer viver de teatro é preciso fazer algumas concessões, tanto estéticas quanto éticas, para se enquadrar no tar du mercadu. Não vivo de teatro, não quero viver de teatro se isso significa mudar o que quero fazer em teatro. Os atores do grupo, com uma exceção, não vivem de teatro. Não sou menestrel para dar aulas, não acredito que minhas opiniões (a não ser as que estão nas peças que faço) mereçam ser ouvidas. Sim, tenho o que dizer, mas e daí, todo mundo tem o que dizer. É triste ver as pessoas se enquadrando em um padrão para poderem ser aceitas, o que também ocorre na arte. É claro que eu não viver de teatro me dá liberdade para fazer o que quiser, afinal não dependo de uma platéia cheia, de destaques na mídia e de enquadrar politicamente o projeto para as leis ou prepará-lo comercialmente para o departamento de marketing das empresas. Assim, não há preocupação em buscar inovações ou fazer algo para chocar. Nem elaborar minuciosas pesquisas de mercado para saber que tipo de espetáculo deve ser feito. Não estamos vendendo maisena. A peça é uma peça, nada mais do que isso (que genial, não?). Ela vem de uma vontade de dizer algo, sem pensar se alguém vai gostar ou achar uma merda, sem preocupação se aquilo vai atrair milhares de pessoas ou apenas o pai, a mãe e o periquito do ator. Pessoas gostam, outras acham sofrível. Normal. Alguns dizem &quot;esses caras não estão fazendo nada de novo&quot;, &quot;já vi isso&quot;... Sim, não estamos fazendo nada de novo. Há Beckett, há Antunes (o guarda-chuva), há Gerald Thomas (a quebra da água)... e daí? As referências estão lá, sim, da forma que queríamos que elas estivessem. Talvez exista uma respiração infinitesimal nunca vista antes na galáxia, mas isso importa? De qualquer jeito, o que está lá é exatamente o que queríamos fazer, sem mudar uma vírgula. Se as pessoas vão gostar ou não, certamente isso não é problema nosso.
(até que para alguém que acha as opiniões desimportantes há muitas opiniões aqui, não? Faz parte: uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Senta que lá vem história&#8230;<br />
Vou tentar explicar o &#8220;que deveria ser feito&#8221;. Tudo se trata de opinião, de viver em sociedade e acharmos que somos importantes a ponto de querer transmitir (não convencer) o que pensamos. É um ato egocêntrico em si, no bom e no mau sentido. O jornalista, o filósofo, o cientista e o ser dito humano de modo geral têm a tendência de achar que as próprias opiniões ressignificam o mundo e deveriam ter alguma importância. Claro que acredito que a peça diz alguma coisa importante e deveria ser vista por mais gente, mas o resumo da ópera é que essa importância é válida para algumas pessoas e para outras não passa de abobrinha. Normal. O que vejo é uma padronização diante de tantos conchavos, de tantas leis de incentivo, de tanto marketing cultural, e infelizmente se você quer viver de teatro é preciso fazer algumas concessões, tanto estéticas quanto éticas, para se enquadrar no tar du mercadu. Não vivo de teatro, não quero viver de teatro se isso significa mudar o que quero fazer em teatro. Os atores do grupo, com uma exceção, não vivem de teatro. Não sou menestrel para dar aulas, não acredito que minhas opiniões (a não ser as que estão nas peças que faço) mereçam ser ouvidas. Sim, tenho o que dizer, mas e daí, todo mundo tem o que dizer. É triste ver as pessoas se enquadrando em um padrão para poderem ser aceitas, o que também ocorre na arte. É claro que eu não viver de teatro me dá liberdade para fazer o que quiser, afinal não dependo de uma platéia cheia, de destaques na mídia e de enquadrar politicamente o projeto para as leis ou prepará-lo comercialmente para o departamento de marketing das empresas. Assim, não há preocupação em buscar inovações ou fazer algo para chocar. Nem elaborar minuciosas pesquisas de mercado para saber que tipo de espetáculo deve ser feito. Não estamos vendendo maisena. A peça é uma peça, nada mais do que isso (que genial, não?). Ela vem de uma vontade de dizer algo, sem pensar se alguém vai gostar ou achar uma merda, sem preocupação se aquilo vai atrair milhares de pessoas ou apenas o pai, a mãe e o periquito do ator. Pessoas gostam, outras acham sofrível. Normal. Alguns dizem &#8220;esses caras não estão fazendo nada de novo&#8221;, &#8220;já vi isso&#8221;&#8230; Sim, não estamos fazendo nada de novo. Há Beckett, há Antunes (o guarda-chuva), há Gerald Thomas (a quebra da água)&#8230; e daí? As referências estão lá, sim, da forma que queríamos que elas estivessem. Talvez exista uma respiração infinitesimal nunca vista antes na galáxia, mas isso importa? De qualquer jeito, o que está lá é exatamente o que queríamos fazer, sem mudar uma vírgula. Se as pessoas vão gostar ou não, certamente isso não é problema nosso.<br />
(até que para alguém que acha as opiniões desimportantes há muitas opiniões aqui, não? Faz parte: uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Juli =)</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/dialogo-inutil-do-abismo-com-a-queda/comment-page-1/#comment-1570</link>
		<dc:creator>Juli =)</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 19:11:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=706#comment-1570</guid>
		<description>Não tô falando de dicionário, tô falando do que é assim porque é assim, tipo: muleque, buteco, butiquim... sacou? Fala boteco em voz alta e vê se vc ouve a letra o! rsssssss Legal vc ter procurado, em todo caso.

Enfim, voltando à seriedade do mundo do teatro (hahaha), seria do caralho apresentar pro autista e pro gari, não? É comum eles aparecerem? Menos comum que a tar da mídia, não? Pois. Alguns gostos e desgostos são mais legitimados que outros... E às vezes a gente tem que enfiar o gosto no meio das pernas e admitir que algo de que eu pessoalmente não gosto é foda por alguma razão.

&quot;...se o que está feito era o que deveria ser feito&quot; - não entendi. Deveria? 

E, por fim, depende de onde está a groselha...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não tô falando de dicionário, tô falando do que é assim porque é assim, tipo: muleque, buteco, butiquim&#8230; sacou? Fala boteco em voz alta e vê se vc ouve a letra o! rsssssss Legal vc ter procurado, em todo caso.</p>
<p>Enfim, voltando à seriedade do mundo do teatro (hahaha), seria do caralho apresentar pro autista e pro gari, não? É comum eles aparecerem? Menos comum que a tar da mídia, não? Pois. Alguns gostos e desgostos são mais legitimados que outros&#8230; E às vezes a gente tem que enfiar o gosto no meio das pernas e admitir que algo de que eu pessoalmente não gosto é foda por alguma razão.</p>
<p>&#8220;&#8230;se o que está feito era o que deveria ser feito&#8221; &#8211; não entendi. Deveria? </p>
<p>E, por fim, depende de onde está a groselha&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Cesar Ribeiro</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/dialogo-inutil-do-abismo-com-a-queda/comment-page-1/#comment-1569</link>
		<dc:creator>Cesar Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 18:59:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=706#comment-1569</guid>
		<description>Algumas observações sobre as observações observadas:

a) os adjetivos são bacanas. são elogios. sarcasmo é fundamental em tudo. já o detonar só depende da mecânica da bomba. algumas são interessantes, outras ficam no &quot;eu gostei daquilo mas achei que a groselha podia ser mais vermelha&quot;. aí não tem significado nenhum.

b) visão do ângulo inverso: um cara que tem celular e não atende tem celular para quê, afinal? fora isso, não há comparação nenhuma, só o fato de ninguém da tar da mídia aparecer lá e, de repente, dois no mesmo dia.

c) óbvio que se trata de um exagero no vatapá. felizmente a póva da peça entende que não há diferença alguma entre o altista, o criticuzinho, a herdeira que tem a casa mais cara do mundo e o gari que recolhe a ferrari zero-bala do lixo da casa mais cara do mundo. tudo aqui se trata de opinião. cada um com sua farinha tentando achar o ponto certo da mistura. não há diferença alguma entre uma crítica detonadora ou babadora se o que está escrito define bem o que foi visto. assim como não há diferença alguma entre a peça mais bizarra de todos os tempos e o mais genial espetáculo multidisciplinar dos últimos dois segundos se o que está feito era o que deveria ser feito. no fundo, tudo se trata de gosto e da justificativa encontrada para explicar o gosto e o desgosto.

d) opa, boteco é com o. tá no tar do aurélio. diminutivo de botequim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas observações sobre as observações observadas:</p>
<p>a) os adjetivos são bacanas. são elogios. sarcasmo é fundamental em tudo. já o detonar só depende da mecânica da bomba. algumas são interessantes, outras ficam no &#8220;eu gostei daquilo mas achei que a groselha podia ser mais vermelha&#8221;. aí não tem significado nenhum.</p>
<p>b) visão do ângulo inverso: um cara que tem celular e não atende tem celular para quê, afinal? fora isso, não há comparação nenhuma, só o fato de ninguém da tar da mídia aparecer lá e, de repente, dois no mesmo dia.</p>
<p>c) óbvio que se trata de um exagero no vatapá. felizmente a póva da peça entende que não há diferença alguma entre o altista, o criticuzinho, a herdeira que tem a casa mais cara do mundo e o gari que recolhe a ferrari zero-bala do lixo da casa mais cara do mundo. tudo aqui se trata de opinião. cada um com sua farinha tentando achar o ponto certo da mistura. não há diferença alguma entre uma crítica detonadora ou babadora se o que está escrito define bem o que foi visto. assim como não há diferença alguma entre a peça mais bizarra de todos os tempos e o mais genial espetáculo multidisciplinar dos últimos dois segundos se o que está feito era o que deveria ser feito. no fundo, tudo se trata de gosto e da justificativa encontrada para explicar o gosto e o desgosto.</p>
<p>d) opa, boteco é com o. tá no tar do aurélio. diminutivo de botequim.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Juli =)</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/dialogo-inutil-do-abismo-com-a-queda/comment-page-1/#comment-1568</link>
		<dc:creator>Juli =)</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 17:42:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=706#comment-1568</guid>
		<description>I. Sobre a Revista Bacante - do blog Boteco do Ribeiro (linkado no comentário do César):

Adjetivo 1: 
Sarcástica.

Adjetivo 2: 
Detonadora.

II. Sobre a Juli, da Bacante, que escreve a crítica:

Substantivo 1:
Figura.

Objeto de comparação:
Valmir Santos.

Idéia geral abstrata:
Uma pessoa insistente que telefona aos sábados de manhã.

III. Sobre a sensação de &quot;sofrer&quot; uma crítica:

Situação 1:
O Ulisses Alemão Sakurai dá um uivo kabuki que significa mais ou menos &quot;Putz, esses caras detonam todas as peças&quot;. 

Situação 2:
Rezam três Aveia Quaker, sete Why So Serious? e treze Ossétia nas Alturas para que o nervosismo não faça a peça sair do eixo.

IV. Comentário da Juli:
Ufa... que bom que vcs curtiram... rs Quem sabe a partir deste primeiro milagre na relação crítica-artistas a gente possa conversar, né? 

E, daqui pra frente, quem vai rezar três Aveia Quaker antes de publicar textos serei eu, pra ver se ela abre o coração dos artistas! rs 

E livrai-nos do medo e da resistência, Amém!

Beijocas. E até o buteco! (PS: nunca te disseram que buteco é com u?)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>I. Sobre a Revista Bacante &#8211; do blog Boteco do Ribeiro (linkado no comentário do César):</p>
<p>Adjetivo 1:<br />
Sarcástica.</p>
<p>Adjetivo 2:<br />
Detonadora.</p>
<p>II. Sobre a Juli, da Bacante, que escreve a crítica:</p>
<p>Substantivo 1:<br />
Figura.</p>
<p>Objeto de comparação:<br />
Valmir Santos.</p>
<p>Idéia geral abstrata:<br />
Uma pessoa insistente que telefona aos sábados de manhã.</p>
<p>III. Sobre a sensação de &#8220;sofrer&#8221; uma crítica:</p>
<p>Situação 1:<br />
O Ulisses Alemão Sakurai dá um uivo kabuki que significa mais ou menos &#8220;Putz, esses caras detonam todas as peças&#8221;. </p>
<p>Situação 2:<br />
Rezam três Aveia Quaker, sete Why So Serious? e treze Ossétia nas Alturas para que o nervosismo não faça a peça sair do eixo.</p>
<p>IV. Comentário da Juli:<br />
Ufa&#8230; que bom que vcs curtiram&#8230; rs Quem sabe a partir deste primeiro milagre na relação crítica-artistas a gente possa conversar, né? </p>
<p>E, daqui pra frente, quem vai rezar três Aveia Quaker antes de publicar textos serei eu, pra ver se ela abre o coração dos artistas! rs </p>
<p>E livrai-nos do medo e da resistência, Amém!</p>
<p>Beijocas. E até o buteco! (PS: nunca te disseram que buteco é com u?)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Cesar Ribeiro</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/dialogo-inutil-do-abismo-com-a-queda/comment-page-1/#comment-1567</link>
		<dc:creator>Cesar Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 16:17:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=706#comment-1567</guid>
		<description>Oi Juli, sem querer rasgar as havaianas, muito bacana o seu texto sobre a peça. Pegou os pontos centrais e falou o que tinha a ser dito. E curti muito o &quot;estilo&quot; do texto. Essa coisa de colocar em quadros, dois ângulos... Valeu pela força. Puxei o texto para meu blog, ok? Com link pra cá e o que manda o serafino. beijão</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Juli, sem querer rasgar as havaianas, muito bacana o seu texto sobre a peça. Pegou os pontos centrais e falou o que tinha a ser dito. E curti muito o &#8220;estilo&#8221; do texto. Essa coisa de colocar em quadros, dois ângulos&#8230; Valeu pela força. Puxei o texto para meu blog, ok? Com link pra cá e o que manda o serafino. beijão</p>
]]></content:encoded>
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