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	<title>Comments on: Eu vos liberto</title>
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		<title>By: Fabrício</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/eu-vos-liberto/comment-page-1/#comment-1339</link>
		<dc:creator>Fabrício</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 17:13:34 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Antonio

Gostaria de te perguntar o que ofendeu:
Foi dizer que vocês são bem-vindos?
Foi dizer que vocês fizeram fila pra acessar a Bacante e comentar?
Pedir também a opinião do público &quot;civil&quot;, como costumamos falar por aqui?
Ou foi a pergunta se o Zikzira estava no Zé Ramalho?
Sério. Não saquei a razão da ofensa.
Abraço e apareça.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Antonio</p>
<p>Gostaria de te perguntar o que ofendeu:<br />
Foi dizer que vocês são bem-vindos?<br />
Foi dizer que vocês fizeram fila pra acessar a Bacante e comentar?<br />
Pedir também a opinião do público &#8220;civil&#8221;, como costumamos falar por aqui?<br />
Ou foi a pergunta se o Zikzira estava no Zé Ramalho?<br />
Sério. Não saquei a razão da ofensa.<br />
Abraço e apareça.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>By: Antonio Soares</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/eu-vos-liberto/comment-page-1/#comment-1338</link>
		<dc:creator>Antonio Soares</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 03:11:39 +0000</pubDate>
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		<description>Fabricio, Paulo. 
Irmãos. Eternamente unidos, na diarrea mental compulsiva.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fabricio, Paulo.<br />
Irmãos. Eternamente unidos, na diarrea mental compulsiva.</p>
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		<title>By: Fabrício</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/eu-vos-liberto/comment-page-1/#comment-1336</link>
		<dc:creator>Fabrício</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 19:46:08 +0000</pubDate>
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		<description>Você num sabe, Paulo.
O pessoal fez fila pra acessar a bacante. Veio um atrás do outro.
Uma coisa linda. Sejam bem vindos acadêmicos!
Aliás gostaria de ouvir a opinião do pessoal de fora da academia tb. Tipo os aposentados do sesc pompéia, o povo que vai pra natação, os da choperia (eita choperia!).
E se alguém do Zikzira passar por aqui, queria saber também o que rolou na virada cultural? Fiquei com a impressão de que não havia nenhum ator do Zikzira na segunda apresentação que assisti de A última palavra é a penúltima.
Tavam no show do Zé Ramalho?
Valeu pelos comentários.
Abraço e apareçam.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Você num sabe, Paulo.<br />
O pessoal fez fila pra acessar a bacante. Veio um atrás do outro.<br />
Uma coisa linda. Sejam bem vindos acadêmicos!<br />
Aliás gostaria de ouvir a opinião do pessoal de fora da academia tb. Tipo os aposentados do sesc pompéia, o povo que vai pra natação, os da choperia (eita choperia!).<br />
E se alguém do Zikzira passar por aqui, queria saber também o que rolou na virada cultural? Fiquei com a impressão de que não havia nenhum ator do Zikzira na segunda apresentação que assisti de A última palavra é a penúltima.<br />
Tavam no show do Zé Ramalho?<br />
Valeu pelos comentários.<br />
Abraço e apareçam.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Paulo Rocha</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/eu-vos-liberto/comment-page-1/#comment-1335</link>
		<dc:creator>Paulo Rocha</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 19:26:48 +0000</pubDate>
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		<description>Engraçado como de repente lotou de mestres,doutores, pós-doutores por aqui... e olha que coincidencia tudo no MESMO dia...
 uau a bacante está chique mesmo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado como de repente lotou de mestres,doutores, pós-doutores por aqui&#8230; e olha que coincidencia tudo no MESMO dia&#8230;<br />
 uau a bacante está chique mesmo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>By: Antonio Soares</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/eu-vos-liberto/comment-page-1/#comment-1334</link>
		<dc:creator>Antonio Soares</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 16:34:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/critica/eu-vos-liberto#comment-1334</guid>
		<description>Prezados, 
Estarei eternamente grato a vocês por terem incentivado a mim a ir conferir este espetáculo maravilhoso.

Como o grande Arthur Schopehauer escreveu: “Amargura é o ultimo refugio daqueles que se agarram naquilo que não possuem. A essência do verdadeiro ser inútil começa cheirar...“
Bacterias do blog revigoram o verdadeiro perfume daqueles que realmente sabem se arriscar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados,<br />
Estarei eternamente grato a vocês por terem incentivado a mim a ir conferir este espetáculo maravilhoso.</p>
<p>Como o grande Arthur Schopehauer escreveu: “Amargura é o ultimo refugio daqueles que se agarram naquilo que não possuem. A essência do verdadeiro ser inútil começa cheirar&#8230;“<br />
Bacterias do blog revigoram o verdadeiro perfume daqueles que realmente sabem se arriscar.</p>
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		<title>By: Hans Peter Dreyfuss</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/eu-vos-liberto/comment-page-1/#comment-1333</link>
		<dc:creator>Hans Peter Dreyfuss</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 16:11:53 +0000</pubDate>
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		<description>To quote Kristeva, “Melancholy and depression are conditions in which the speaking being loses or turn away from the realm of signs. By being brought back to a narcissistic realm of images and lost things rather than a realm of object and signs, the depressed has a double challenge: to complete the process of losing objects that it might desire so that it can begin the process of substitution and identification. Literally, creation offers a way for the melancholy to proceed to try to turn his or her sadness and sorrow into a symbolic object to share again in the community of other speaking being”. Witnessing Eu vos liberto, feeling the empathy and acute pain performed with such astounding ability and generosity, touching on sublime transcendence, is devastating, earth-shattering, yet nothing short of liberating.
Thank you.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>To quote Kristeva, “Melancholy and depression are conditions in which the speaking being loses or turn away from the realm of signs. By being brought back to a narcissistic realm of images and lost things rather than a realm of object and signs, the depressed has a double challenge: to complete the process of losing objects that it might desire so that it can begin the process of substitution and identification. Literally, creation offers a way for the melancholy to proceed to try to turn his or her sadness and sorrow into a symbolic object to share again in the community of other speaking being”. Witnessing Eu vos liberto, feeling the empathy and acute pain performed with such astounding ability and generosity, touching on sublime transcendence, is devastating, earth-shattering, yet nothing short of liberating.<br />
Thank you.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Gustavo Nascimento</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/eu-vos-liberto/comment-page-1/#comment-1332</link>
		<dc:creator>Gustavo Nascimento</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 15:05:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/critica/eu-vos-liberto#comment-1332</guid>
		<description>Meu primeiro contato com a Cia foi no Move Berlim em 2005 quando assisti ‘Verissimilitude’ e ‘As Cinzas de Deus’. Desde então venho esperando ansiosamente o que seria o próximo trabalho. Como sou profissional da área fui conferir o vídeo no i-dança (vídeo da semana). Quando cheguei para comprar o ingresso não sabia se estava entrando numa igreja ou num bordel. Tinha instalações, projeções de Karaokê com texto estranho, um clima de sensual nostalgia e tinha até uns casais dançando. Percebi que aquele casal fazia parte do público. Não tinha como escapar. Comecei tocar as paredes que eram de cetim, cor de rosa. Éramos pessoas encurraladas num sonho. Cortinas pretas se abriram e fomos lançados num universo totalmente diferente. Um mar de cadeiras cobertas por tecidos – uma sensação de abandono e solidão torturante. De repente pisei numa água que me alertou. Uma atmosfera densa, escura, e uma mulher com um olhar muito intenso, uma gestualidade frágil. Daí para frente fui engolido por uma trajetória de arquétipos, uma violência entre os sexos, uma fisicalidade absurda, uma poesia perturbadora; uma onda sonora, visual, emocional, sensorial, que só fui cuspido como se fosse um surfista que tivesse levado uma pancada do mar no final do espetáculo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu primeiro contato com a Cia foi no Move Berlim em 2005 quando assisti ‘Verissimilitude’ e ‘As Cinzas de Deus’. Desde então venho esperando ansiosamente o que seria o próximo trabalho. Como sou profissional da área fui conferir o vídeo no i-dança (vídeo da semana). Quando cheguei para comprar o ingresso não sabia se estava entrando numa igreja ou num bordel. Tinha instalações, projeções de Karaokê com texto estranho, um clima de sensual nostalgia e tinha até uns casais dançando. Percebi que aquele casal fazia parte do público. Não tinha como escapar. Comecei tocar as paredes que eram de cetim, cor de rosa. Éramos pessoas encurraladas num sonho. Cortinas pretas se abriram e fomos lançados num universo totalmente diferente. Um mar de cadeiras cobertas por tecidos – uma sensação de abandono e solidão torturante. De repente pisei numa água que me alertou. Uma atmosfera densa, escura, e uma mulher com um olhar muito intenso, uma gestualidade frágil. Daí para frente fui engolido por uma trajetória de arquétipos, uma violência entre os sexos, uma fisicalidade absurda, uma poesia perturbadora; uma onda sonora, visual, emocional, sensorial, que só fui cuspido como se fosse um surfista que tivesse levado uma pancada do mar no final do espetáculo.</p>
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		<title>By: Franciele Conan Doyle</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/eu-vos-liberto/comment-page-1/#comment-1331</link>
		<dc:creator>Franciele Conan Doyle</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 15:00:56 +0000</pubDate>
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		<description>Melhor espetáculo do ano que tive a oportunidade de assistir no Brasil. Estou terminando o meu doutorado em Paris em teatro pós-moderno e venho acompanhando diversas expressões artísticas no Brasil e como o Governo tem feito uma tentativa de fomentar a cultura de uma maneira mais expressiva, gostaria de deixar meus cumprimentos à Funarte de ter a coragem e visão de apoiar um trabalho genuinamente visionário: “Performance as a third term between Drama and Theatre – resisting interpretation” (Hans-Thies Lehmann).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Melhor espetáculo do ano que tive a oportunidade de assistir no Brasil. Estou terminando o meu doutorado em Paris em teatro pós-moderno e venho acompanhando diversas expressões artísticas no Brasil e como o Governo tem feito uma tentativa de fomentar a cultura de uma maneira mais expressiva, gostaria de deixar meus cumprimentos à Funarte de ter a coragem e visão de apoiar um trabalho genuinamente visionário: “Performance as a third term between Drama and Theatre – resisting interpretation” (Hans-Thies Lehmann).</p>
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		<title>By: Alexandre Bittencourt</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/eu-vos-liberto/comment-page-1/#comment-1330</link>
		<dc:creator>Alexandre Bittencourt</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 14:58:46 +0000</pubDate>
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		<description>Sou profissional da dança contemporânea. Assisti “As Cinzas de Deus” em Curitiba e o “Verissimilitude” em São Paulo. Acho interessante o tipo de bailarino que eles atraem. Estou defendendo a minha tese e resolvi ver o mais recente trabalho da Zikzira. Adorei o trabalho deste novo elenco que me surpreendeu pela expressividade, a linguagem corporal e vocal. Na minha opinião a Zikzira atingiu um novo patamar neste país, criando obras conceitualmente e sensorialmente interligadas, um fechamento elevado muito além do comum. Aliás, há uma tendência bizarra hoje em dia de ex-bailarinos de grandes Companhias seguirem carreiras ‘solo’. Isso também é o é o caso com a Cia Zikzira. Vendo trabalhos recentes dos ex-integrantes da Zikzira, dá pena, pois são fracos, com conceitos banais, embaraçosos e narcisistas, trabalhos superficiais que não deixarão marcas na história das artes cênicas Brasileiras. Parecem um pouco com os ex-membros de grandes bandas de rock, tais como Beatels, Sex Pistols, ou The Clash. Fora dessas bandas os ex-integrantes atingiram pouca coisa de qualidade. O foco principal da minha tese e precisamente qual é o efeito ‘Zikzira’ que eleva o elenco para tal perfeição.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou profissional da dança contemporânea. Assisti “As Cinzas de Deus” em Curitiba e o “Verissimilitude” em São Paulo. Acho interessante o tipo de bailarino que eles atraem. Estou defendendo a minha tese e resolvi ver o mais recente trabalho da Zikzira. Adorei o trabalho deste novo elenco que me surpreendeu pela expressividade, a linguagem corporal e vocal. Na minha opinião a Zikzira atingiu um novo patamar neste país, criando obras conceitualmente e sensorialmente interligadas, um fechamento elevado muito além do comum. Aliás, há uma tendência bizarra hoje em dia de ex-bailarinos de grandes Companhias seguirem carreiras ‘solo’. Isso também é o é o caso com a Cia Zikzira. Vendo trabalhos recentes dos ex-integrantes da Zikzira, dá pena, pois são fracos, com conceitos banais, embaraçosos e narcisistas, trabalhos superficiais que não deixarão marcas na história das artes cênicas Brasileiras. Parecem um pouco com os ex-membros de grandes bandas de rock, tais como Beatels, Sex Pistols, ou The Clash. Fora dessas bandas os ex-integrantes atingiram pouca coisa de qualidade. O foco principal da minha tese e precisamente qual é o efeito ‘Zikzira’ que eleva o elenco para tal perfeição.</p>
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		<title>By: Paulo Rocha</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/eu-vos-liberto/comment-page-1/#comment-1316</link>
		<dc:creator>Paulo Rocha</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 17:23:34 +0000</pubDate>
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		<description>Detalhe número 2: será que foi só eu a achar um cumulo eles cobrarem pelo programa do espetáculo(lembrando que o espetáculo foi feito com dinheiro publico pelo premio &quot;klaus vianna&quot;)?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Detalhe número 2: será que foi só eu a achar um cumulo eles cobrarem pelo programa do espetáculo(lembrando que o espetáculo foi feito com dinheiro publico pelo premio &#8220;klaus vianna&#8221;)?</p>
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