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	<title>Comments on: Gaivota &#8211; Tema para um conto curto</title>
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		<title>By: Rafael Oliveira</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/gaivota-tema-para-um-conto-curto/comment-page-1/#comment-3972</link>
		<dc:creator>Rafael Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 09:50:38 +0000</pubDate>
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		<description>Eu vi a peça também, ao vivo só vi uma e em vídeo vi dezenas de vezes. A peça de Enrique Diaz e Emílio de Mello tem uma óptima proposta do ponto de vista da criação contemporânea, visto que no mundo de hoje, a quantidade de informações que retemos num só dia ou numa só hora é muita, mas é claro que não retemos tudo. E porque não recebermos também no Teatro, muitas informações? A proposta dessa montagem, foi fazer com que o processo criativo dos actores envolvessem o contexto de Tchekhov, invadindo assim um universo pessoal e emocional dos actores, ainda mais se tratando de uma peça mise-en-abyme. É uma caixa de surpresas, cada vez que vejo o espectáculo descubro uma nova coisa, um novo elemento que me tinha pssado ao lado, é claro que não consigo acompanhar tudo por ser em vídeo que revejo, mas a ideia de Enrique Diaz está muito além do que se faz inclusive aqui na Europa, onde esse tipo de espectáculos são comuns.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu vi a peça também, ao vivo só vi uma e em vídeo vi dezenas de vezes. A peça de Enrique Diaz e Emílio de Mello tem uma óptima proposta do ponto de vista da criação contemporânea, visto que no mundo de hoje, a quantidade de informações que retemos num só dia ou numa só hora é muita, mas é claro que não retemos tudo. E porque não recebermos também no Teatro, muitas informações? A proposta dessa montagem, foi fazer com que o processo criativo dos actores envolvessem o contexto de Tchekhov, invadindo assim um universo pessoal e emocional dos actores, ainda mais se tratando de uma peça mise-en-abyme. É uma caixa de surpresas, cada vez que vejo o espectáculo descubro uma nova coisa, um novo elemento que me tinha pssado ao lado, é claro que não consigo acompanhar tudo por ser em vídeo que revejo, mas a ideia de Enrique Diaz está muito além do que se faz inclusive aqui na Europa, onde esse tipo de espectáculos são comuns.</p>
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