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	<title>Comments on: Les Éphémères</title>
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		<title>By: Deolinda Vilhena</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/les-ephemeres/comment-page-1/#comment-382</link>
		<dc:creator>Deolinda Vilhena</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 16:58:00 +0000</pubDate>
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		<description>Valeu meninos! Não por acaso apostei em vocês desde que li a Bacante pela primeira vez e saibam que garanto hospedagem para os dois no meu ap em Paris quando quiserem ir ver ao vivo e em cores a Cartoucherie...e vocês ja me conhecem o suficiente para saber que não é convite de carioca...memso sendo eu uma carioca de adoção...&lt;br/&gt;Beijos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valeu meninos! Não por acaso apostei em vocês desde que li a Bacante pela primeira vez e saibam que garanto hospedagem para os dois no meu ap em Paris quando quiserem ir ver ao vivo e em cores a Cartoucherie&#8230;e vocês ja me conhecem o suficiente para saber que não é convite de carioca&#8230;memso sendo eu uma carioca de adoção&#8230;<br />Beijos&#8230;</p>
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		<title>By: Maurício Alcântara</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/les-ephemeres/comment-page-1/#comment-378</link>
		<dc:creator>Maurício Alcântara</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 02:26:00 +0000</pubDate>
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		<description>Guilherme, pois é. Vou te falar que sábado mesmo, em um ensaio, foi irresistível não pegar um móvel com rodinhas e sair girando ao som da trilha de Les Éphémères, só de sacanagem, hehehhe...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Xarão, concordo que foi inesquecível. Só não concordo com alguns argumentos que tenho visto por aí, de  que o oposto de &quot;naturalista&quot; é &quot;artificial&quot; ou &quot;forçado&quot;. O teatro não é maniqueísta desse jeito. Abração!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Emiliano, valeu!!! Também curti demais fotografar tanto o ensaio aberto, como os bastidores de uma apresentação integral. Primeiro porque o resultado me agradou bastante, segundo porque são poucos espetáculos em que há tanto a se fotografar...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Deolinda, como bem disse o Fabrício, esses dados todos nos ajudam a enxergar um pouco mais a grandiosidade de algo que é maior que o espetáculo que aqui vimos. Sobre as questões levantadas, muitas vezes sequer esperamos o contário, mas tem hora achamos que vale nos apropriarmos de nosso papel de &quot;enfants terribles&quot; e falarmos de algumas coisas que percebemos e que não são ditas - porque nos outros lugares não cabem mesmo, enquanto aqui a gente se dá uma espécie de &quot;liberdade poética&quot; de falar o que achamos com sinceridade... Mais com o intuito de provocar do que de questionar. Nada que - de forma alguma - comprometa a qualidade e a paixão daquilo que é visto, e isso fica bem claro. Confesso que depois dessa temporada-relâmpago, uma de minhas maiores curiosidades é de vê-los novamente, desta vez lá na Cartoucherie de Vincennes. E pretendo realizar isso em breve... Por enquanto, tenho de me contentar com o DVD de Le Dernier Caravansérail que comprei e ainda não consegui assistir... Beijão!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E pessoal, concordo com o Fabrício. Acho que de longe, esse tem sido o espetáculo que mais gerou discussões produtivas aqui na Bacante. Talvez porque seja um espetáculo que não deixe as pessoas saírem indiferentes... E mais que isso, as pessoas - ao contrário do que aconteceu em alguns outros textos - estão realmente dispostas a discutir e participar dessa construção de uma teia de opiniões. E isso não só é legal demais, como é o que queremos desde o primeiro dia da revista no ar!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Guilherme, pois é. Vou te falar que sábado mesmo, em um ensaio, foi irresistível não pegar um móvel com rodinhas e sair girando ao som da trilha de Les Éphémères, só de sacanagem, hehehhe&#8230;</p>
<p>Xarão, concordo que foi inesquecível. Só não concordo com alguns argumentos que tenho visto por aí, de  que o oposto de &#8220;naturalista&#8221; é &#8220;artificial&#8221; ou &#8220;forçado&#8221;. O teatro não é maniqueísta desse jeito. Abração!</p>
<p>Emiliano, valeu!!! Também curti demais fotografar tanto o ensaio aberto, como os bastidores de uma apresentação integral. Primeiro porque o resultado me agradou bastante, segundo porque são poucos espetáculos em que há tanto a se fotografar&#8230;</p>
<p>Deolinda, como bem disse o Fabrício, esses dados todos nos ajudam a enxergar um pouco mais a grandiosidade de algo que é maior que o espetáculo que aqui vimos. Sobre as questões levantadas, muitas vezes sequer esperamos o contário, mas tem hora achamos que vale nos apropriarmos de nosso papel de &#8220;enfants terribles&#8221; e falarmos de algumas coisas que percebemos e que não são ditas &#8211; porque nos outros lugares não cabem mesmo, enquanto aqui a gente se dá uma espécie de &#8220;liberdade poética&#8221; de falar o que achamos com sinceridade&#8230; Mais com o intuito de provocar do que de questionar. Nada que &#8211; de forma alguma &#8211; comprometa a qualidade e a paixão daquilo que é visto, e isso fica bem claro. Confesso que depois dessa temporada-relâmpago, uma de minhas maiores curiosidades é de vê-los novamente, desta vez lá na Cartoucherie de Vincennes. E pretendo realizar isso em breve&#8230; Por enquanto, tenho de me contentar com o DVD de Le Dernier Caravansérail que comprei e ainda não consegui assistir&#8230; Beijão!</p>
<p>E pessoal, concordo com o Fabrício. Acho que de longe, esse tem sido o espetáculo que mais gerou discussões produtivas aqui na Bacante. Talvez porque seja um espetáculo que não deixe as pessoas saírem indiferentes&#8230; E mais que isso, as pessoas &#8211; ao contrário do que aconteceu em alguns outros textos &#8211; estão realmente dispostas a discutir e participar dessa construção de uma teia de opiniões. E isso não só é legal demais, como é o que queremos desde o primeiro dia da revista no ar!</p>
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	<item>
		<title>By: Fabrício Muriana</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/les-ephemeres/comment-page-1/#comment-377</link>
		<dc:creator>Fabrício Muriana</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Oct 2007 05:56:00 +0000</pubDate>
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		<description>Tem vezes que a Bacante vale mais a pena do que o normal.&lt;br/&gt;O Maurício deve te reponder com a devida preocupação, Deolinda. Mas já te adianto que os dois pontos que você levantou no final do seu comentário foram sugestões de edição (no sentido de amplificar o texto e seu potencial crítico) que fizemos no processo de atualização da semana passada. E é esclarecedor notar que essas provocações têm resposta.&lt;br/&gt;Muito obrigado (mesmo!) pelo seu comentário e nunca se preocupe com o limite de caracteres na internet. Preocupe-se sempre em fazer cada linha valer a pena, como foi o caso desse comentário.&lt;br/&gt;Um abraço grande.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tem vezes que a Bacante vale mais a pena do que o normal.<br />O Maurício deve te reponder com a devida preocupação, Deolinda. Mas já te adianto que os dois pontos que você levantou no final do seu comentário foram sugestões de edição (no sentido de amplificar o texto e seu potencial crítico) que fizemos no processo de atualização da semana passada. E é esclarecedor notar que essas provocações têm resposta.<br />Muito obrigado (mesmo!) pelo seu comentário e nunca se preocupe com o limite de caracteres na internet. Preocupe-se sempre em fazer cada linha valer a pena, como foi o caso desse comentário.<br />Um abraço grande.</p>
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	<item>
		<title>By: Deolinda Vilhena</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/les-ephemeres/comment-page-1/#comment-376</link>
		<dc:creator>Deolinda Vilhena</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Oct 2007 18:34:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=155#comment-376</guid>
		<description>Maurício, meu caro&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Minha admiração pela Bacante e por vocês dois em especial, Fabrício e você, é pública e notória...mas vou dar alguns pitacos, tendo dedicado dez anos da minha vida ao estudo do Théâtre du Soleil, e acompanhando os passos da trupe desde 1975, coisa fácil e banal depois do advento da internet mas que nos idos 70/80/90 era verdadeira aventura...lembro-me de esperar de cada criatura que viajava a Paris um “souvenir” do Soleil...levei 25 anos para chegar à Cartoucherie e ver um espetáculo, vi dois de cara e mais 32 esperando que eles viessem ao Brasil.&lt;br/&gt;Faço parte dos que consideram o Théâtre du Soleil a maior companhia de teatro em atividade no mundo, a esse grupo pertencem pessoas muito mais capacitadas do que euzinha, a revolução cênica provocada por Ariane e sua turma em meados dos anos 60, é considerada por Denis Bablet, Bernard Dort, Piccon-Valin, Georges Banu, David Bradby e tantos outros teóricos como a maior aventura teatral da segunda metade do século XX e muitos dividem o teatro nesse mesmo período de tempo em antes e depois de 1789, criado em Milão em novembro de 1970.  &lt;br/&gt;43 anos após sua fundação e com uma atividade ininterrupta, respeitando códigos e leis da data de sua criação, o Soleil continua a causar espanto mundo afora...em países tão diferentes quanto a Austria, a Austrália, o Japão, os Estados Unidos, a Coréia, Israel, Itália, Alemanha, Espanha, e agora Brasil e Argentina...&lt;br/&gt;O Soleil recebe em média 80 convites por ano para se apresentar pelo mundo, desses poucos são os convites que se transformam em realidade...mas há quatro décadas Ariane é a grande embaixatriz cultural da França. Isso num país onde cultura é coisa séria e onde um homem, como Peter Brook, inglês diga-se de passagem, se instalou e é subvencionado pelo governo francês e onde todos os grandes diretores do mundo trabalham...Bob Wilson que o diga...&lt;br/&gt;As mais de cem teses e dissertações existentes sobre o Théâtre du Soleil, os mais de 300 artigos que eu comprei apenas nos arquivos do Le Monde, mais de 500 entre Libération, L’Humanité e Le Figaro, os inúmeros livros que existem sobre o teatro no século XX comprovam mais do que minhas simples palavras a importância dessa trupe. &lt;br/&gt;Num mundo onde o individualismo é, talvez, a maior das pragas, essa trupe consegue se renovar, ainda bem pois senão como diz Ariane, se todos tivessem a idade dela eles só poderiam montar Les Burgraves de Victor Hugo, e renovar o teatro mesmo quando eles não são modernos e renovadores, ou você tem visto muito “teatro-cuco” por ai???&lt;br/&gt;Num dos artigos publicados no Brasil, acho que foi o Jefferson do Estadão que disse, que não se pode derrubar uma Bastilha por dia, no teatro não se pode exigir o novo a cada espetáculo, e a história dessa trupe e particularmente, a história de Ariane há muito já a colocou acima do bem e do mal e olha que ela nem dorme em berço esplêndido, trabalha sem parar...Se você quiser te passo a lista da minha bibliografia de referência sobre o Soleil, são 477 itens, e tenho certeza de que ao ler apenas sete você passará a integrar a turma que afirma sem medo de errar que o Soleil é a maior companhia de teatro do mundo em atividade, não pelo seu tamanho, nem pelas 200 toneladas de equipamento que transporta, mas pelo valor da obra criada ao longo de quatro décadas. E acima de tudo pela ética e pela coerência de Ariane, você conhece muitas companhias cujo único contrato de trabalho seja um pacto de honra??? &lt;br/&gt;Para finalizar, essa coisa de escrever tese deixa a gente meio sem noção de texto curto, queria fazer duas correções:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;1. “quando se perde o olho do ator, se perde o teatro” essa é a frase certa de Ariane;&lt;br/&gt;2. nem as companhias aéreas, nem as companhias seguradoras devolvem ou pagam prejuízos causados por chuva, tempestades tropicais, nevascas, são fatores externos completamente aleatórios, como querer comparar isso com o cuidado extremo de Ariane ao devolver o dinheiro numa estréia marcada quando, para ela, o espetáculo ainda não está pronto???&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No mais parabéns pelo trabalho e pelas fotos, que estão lindas...e tomara que ao longo da sua vida voce possa encontrar outras trupes tão absolutamente especiais quanto o Théâtre du Soleil. Para mim, apesar de todo o empenho da mídia muito do Soleil ficou de fora. Que bom Maurício que ainda se faça barulho demais com a visita de uma “simples” trupe. É mais uma vitória de Ariane, basta conferir o espaço consagrado ao teatro na mídia brasileira...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;PS – Entreguei à Lili, assessora de imprensa do Soleil os teus textos e hoje os entregarei à Ariane, acho que ela vai gostar...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maurício, meu caro</p>
<p>Minha admiração pela Bacante e por vocês dois em especial, Fabrício e você, é pública e notória&#8230;mas vou dar alguns pitacos, tendo dedicado dez anos da minha vida ao estudo do Théâtre du Soleil, e acompanhando os passos da trupe desde 1975, coisa fácil e banal depois do advento da internet mas que nos idos 70/80/90 era verdadeira aventura&#8230;lembro-me de esperar de cada criatura que viajava a Paris um “souvenir” do Soleil&#8230;levei 25 anos para chegar à Cartoucherie e ver um espetáculo, vi dois de cara e mais 32 esperando que eles viessem ao Brasil.<br />Faço parte dos que consideram o Théâtre du Soleil a maior companhia de teatro em atividade no mundo, a esse grupo pertencem pessoas muito mais capacitadas do que euzinha, a revolução cênica provocada por Ariane e sua turma em meados dos anos 60, é considerada por Denis Bablet, Bernard Dort, Piccon-Valin, Georges Banu, David Bradby e tantos outros teóricos como a maior aventura teatral da segunda metade do século XX e muitos dividem o teatro nesse mesmo período de tempo em antes e depois de 1789, criado em Milão em novembro de 1970.  <br />43 anos após sua fundação e com uma atividade ininterrupta, respeitando códigos e leis da data de sua criação, o Soleil continua a causar espanto mundo afora&#8230;em países tão diferentes quanto a Austria, a Austrália, o Japão, os Estados Unidos, a Coréia, Israel, Itália, Alemanha, Espanha, e agora Brasil e Argentina&#8230;<br />O Soleil recebe em média 80 convites por ano para se apresentar pelo mundo, desses poucos são os convites que se transformam em realidade&#8230;mas há quatro décadas Ariane é a grande embaixatriz cultural da França. Isso num país onde cultura é coisa séria e onde um homem, como Peter Brook, inglês diga-se de passagem, se instalou e é subvencionado pelo governo francês e onde todos os grandes diretores do mundo trabalham&#8230;Bob Wilson que o diga&#8230;<br />As mais de cem teses e dissertações existentes sobre o Théâtre du Soleil, os mais de 300 artigos que eu comprei apenas nos arquivos do Le Monde, mais de 500 entre Libération, L’Humanité e Le Figaro, os inúmeros livros que existem sobre o teatro no século XX comprovam mais do que minhas simples palavras a importância dessa trupe. <br />Num mundo onde o individualismo é, talvez, a maior das pragas, essa trupe consegue se renovar, ainda bem pois senão como diz Ariane, se todos tivessem a idade dela eles só poderiam montar Les Burgraves de Victor Hugo, e renovar o teatro mesmo quando eles não são modernos e renovadores, ou você tem visto muito “teatro-cuco” por ai???<br />Num dos artigos publicados no Brasil, acho que foi o Jefferson do Estadão que disse, que não se pode derrubar uma Bastilha por dia, no teatro não se pode exigir o novo a cada espetáculo, e a história dessa trupe e particularmente, a história de Ariane há muito já a colocou acima do bem e do mal e olha que ela nem dorme em berço esplêndido, trabalha sem parar&#8230;Se você quiser te passo a lista da minha bibliografia de referência sobre o Soleil, são 477 itens, e tenho certeza de que ao ler apenas sete você passará a integrar a turma que afirma sem medo de errar que o Soleil é a maior companhia de teatro do mundo em atividade, não pelo seu tamanho, nem pelas 200 toneladas de equipamento que transporta, mas pelo valor da obra criada ao longo de quatro décadas. E acima de tudo pela ética e pela coerência de Ariane, você conhece muitas companhias cujo único contrato de trabalho seja um pacto de honra??? <br />Para finalizar, essa coisa de escrever tese deixa a gente meio sem noção de texto curto, queria fazer duas correções:</p>
<p>1. “quando se perde o olho do ator, se perde o teatro” essa é a frase certa de Ariane;<br />2. nem as companhias aéreas, nem as companhias seguradoras devolvem ou pagam prejuízos causados por chuva, tempestades tropicais, nevascas, são fatores externos completamente aleatórios, como querer comparar isso com o cuidado extremo de Ariane ao devolver o dinheiro numa estréia marcada quando, para ela, o espetáculo ainda não está pronto???</p>
<p>No mais parabéns pelo trabalho e pelas fotos, que estão lindas&#8230;e tomara que ao longo da sua vida voce possa encontrar outras trupes tão absolutamente especiais quanto o Théâtre du Soleil. Para mim, apesar de todo o empenho da mídia muito do Soleil ficou de fora. Que bom Maurício que ainda se faça barulho demais com a visita de uma “simples” trupe. É mais uma vitória de Ariane, basta conferir o espaço consagrado ao teatro na mídia brasileira&#8230;</p>
<p>PS – Entreguei à Lili, assessora de imprensa do Soleil os teus textos e hoje os entregarei à Ariane, acho que ela vai gostar&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Emilliano</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/les-ephemeres/comment-page-1/#comment-375</link>
		<dc:creator>Emilliano</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 17:04:00 +0000</pubDate>
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		<description>As fotos só acrescentaram e mostraram o cuidado com os detalhes! Muito belo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As fotos só acrescentaram e mostraram o cuidado com os detalhes! Muito belo!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Xarão</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/les-ephemeres/comment-page-1/#comment-372</link>
		<dc:creator>Xarão</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Oct 2007 02:38:00 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Maurício,&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estou adorando esse &quot;debate&quot;!&lt;br/&gt;Pra mim, ver Soleil foi uma viagem inesquecível, não há preço que pague cada momento, toda emoção.E quantas né!&lt;br/&gt;É um espetáculo efêmero, e falar disso, é falar da vida.&lt;br/&gt;As coisas efêmeras não têm tamanho, nem volume, nem comprimento, e é assim que acontece alí. &lt;br/&gt;Diante dos nossos olhos surge um mundo de vidas repleto de histórias e caracteristicas tão sinceras, que é fácil &quot;aprender&quot; a viver cada trama. Sem falar da linguagem naturalista, que acredito ser um ponto alto em tempos de tanta &quot;artificialidade&quot;, a peça é um suspiro, e como é, pode ser longo,pode durar cinco segundos e mesmo assim significar uma vida inteira.&lt;br/&gt;O espetáculo acontece sempre imenso, desde a ida ao local da apresentação - sempre distante- a fila para comprar os cds, o carneiro...&lt;br/&gt;Essa experiência é assim, e acho que é por isso que fica tanto tempo na nossa cabeça, e é por isso que tu vais escrever outros tantos textos sem cerrar a linha final.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Maurício,</p>
<p>Estou adorando esse &#8220;debate&#8221;!<br />Pra mim, ver Soleil foi uma viagem inesquecível, não há preço que pague cada momento, toda emoção.E quantas né!<br />É um espetáculo efêmero, e falar disso, é falar da vida.<br />As coisas efêmeras não têm tamanho, nem volume, nem comprimento, e é assim que acontece alí. <br />Diante dos nossos olhos surge um mundo de vidas repleto de histórias e caracteristicas tão sinceras, que é fácil &#8220;aprender&#8221; a viver cada trama. Sem falar da linguagem naturalista, que acredito ser um ponto alto em tempos de tanta &#8220;artificialidade&#8221;, a peça é um suspiro, e como é, pode ser longo,pode durar cinco segundos e mesmo assim significar uma vida inteira.<br />O espetáculo acontece sempre imenso, desde a ida ao local da apresentação &#8211; sempre distante- a fila para comprar os cds, o carneiro&#8230;<br />Essa experiência é assim, e acho que é por isso que fica tanto tempo na nossa cabeça, e é por isso que tu vais escrever outros tantos textos sem cerrar a linha final.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Maurício Alcântara</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/les-ephemeres/comment-page-1/#comment-371</link>
		<dc:creator>Maurício Alcântara</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2007 22:20:00 +0000</pubDate>
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		<description>Voilá!&lt;br/&gt;Novo texto publicado. Logo mais publico as fotos que tirei tanto no ensaio aberto como nos bastidores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Voilá!<br />Novo texto publicado. Logo mais publico as fotos que tirei tanto no ensaio aberto como nos bastidores.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Guilherme</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/les-ephemeres/comment-page-1/#comment-370</link>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2007 21:11:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=155#comment-370</guid>
		<description>Oi Mauricio, tudo bem?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Belo texto. Temos visões muito parecidas sobre o que vimos. Ao contrário de você, no entanto, não tenho essa percepção de que o espetáculo é, digamos, anacrônico. Acho-o simples (no sentido de direto, coeso), sensível e honesto, e essas características são atemporais. Nesse ponto, penso que os sentidos do espetáculo são mais importante do que os próprios elementos em si.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Você faz justiça quando rasga elogios ao elenco. É realmente impressionante. A transição que Juliana faz da mãe professora deprimida para as gargalhadas da cena seguinte é uma verdadeira proeza. Os olhares vazios - isso você também capta bem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Alguém reclamou que queria escutar o silêncio dos atores. Não discordo, embora goste muito da trilha sonora, discreta, quase um comentário das cenas que se desenrolam.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;De resto, acho que você acerta em cheio ao sugerir um resultado mais enxuto. Menos pode ser mais nesse caso. A repetição enfraquece o todo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nada que comprometa seriamente um belo espetáculo. Agora é torcer para não ser atropelado pelas centenas de rodinhas que virão por aí nos palcos da cidade...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E que venha outro texto!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Grande abraço,&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Guilherme Conte</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Mauricio, tudo bem?</p>
<p>Belo texto. Temos visões muito parecidas sobre o que vimos. Ao contrário de você, no entanto, não tenho essa percepção de que o espetáculo é, digamos, anacrônico. Acho-o simples (no sentido de direto, coeso), sensível e honesto, e essas características são atemporais. Nesse ponto, penso que os sentidos do espetáculo são mais importante do que os próprios elementos em si.</p>
<p>Você faz justiça quando rasga elogios ao elenco. É realmente impressionante. A transição que Juliana faz da mãe professora deprimida para as gargalhadas da cena seguinte é uma verdadeira proeza. Os olhares vazios &#8211; isso você também capta bem.</p>
<p>Alguém reclamou que queria escutar o silêncio dos atores. Não discordo, embora goste muito da trilha sonora, discreta, quase um comentário das cenas que se desenrolam.</p>
<p>De resto, acho que você acerta em cheio ao sugerir um resultado mais enxuto. Menos pode ser mais nesse caso. A repetição enfraquece o todo.</p>
<p>Nada que comprometa seriamente um belo espetáculo. Agora é torcer para não ser atropelado pelas centenas de rodinhas que virão por aí nos palcos da cidade&#8230;</p>
<p>E que venha outro texto!</p>
<p>Grande abraço,</p>
<p>Guilherme Conte</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Maurício Alcântara</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/les-ephemeres/comment-page-1/#comment-369</link>
		<dc:creator>Maurício Alcântara</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2007 03:26:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=155#comment-369</guid>
		<description>Aliás, hoje na saída do espetáculo, comentei com a Leca que estou pensando na possibilidade de publicar na semana que vem um texto dialogando com meu próprio texto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tal esquizofrenia é porque não paro de ruminar este espetáculo em minha cabeça, desde que vi a primeira apresentação, um ensaio aberto antes da estréia paulistana. Enfim, vamos ver... Se eu achar que vale, publico. Senão, a gente fica aqui nos comentários mesmo, porque tá bacana...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aliás, hoje na saída do espetáculo, comentei com a Leca que estou pensando na possibilidade de publicar na semana que vem um texto dialogando com meu próprio texto.</p>
<p>Tal esquizofrenia é porque não paro de ruminar este espetáculo em minha cabeça, desde que vi a primeira apresentação, um ensaio aberto antes da estréia paulistana. Enfim, vamos ver&#8230; Se eu achar que vale, publico. Senão, a gente fica aqui nos comentários mesmo, porque tá bacana&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Maurício Alcântara</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/les-ephemeres/comment-page-1/#comment-368</link>
		<dc:creator>Maurício Alcântara</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2007 03:07:00 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Leo,&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Deixa eu falar... assisti, no total, a 5 apresentações (3 da primeira parte, 2 da segunda), e somente nas duas últimas apresentações (segunda e terça) consegui assistir blindado contra toda a histeria que se criou em torno do espetáculo. E consegui enxergar tudo isso que você apontou.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas confesso que ainda sinto falta de personagens não tão naturalistas, como o caso da maravilhosa Madame Perle; de brincadeiras com o próprio fazer teatral (como o diálogo do peixe de verdade em um poço de mentira, lindo); ou ainda um pouco mais de coisas improváveis, como os adultos comendo maçã do amor ou a criança com fantasias de animais (por quê diabos ela usava aquelas roupas? Achei isso maravilhoso). Isso eu também classifico como linguagem, e em nada interfere no uso do tempo, dos silêncios, das situações que você muito bem defendeu.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Longe de mim querer propor que o espetáculo seja diferente - não é essa a idéia. Com a liberdade que a &quot;parcialidade sincera&quot; me confere, quis deixar registrado que parrticularmente EU me emocionaria muito mais se o espetáculo brincasse um pouco mais. Não que eu não tenha me emocionado do jeito que é. Como você mesmo disse, é inesquecível e eu concordo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas ainda bato muito forte na tecla dessa histeria absurda em torno do espetáculo e do grupo, uma adulação mais do que o normal. Um exemplo prático e pontual que ilustra bem isso: li em algum jornal dizendo até mesmo que o atendimento do bar é demorado porque eles simplesmente não querem ser fast-food. Em parte, pode até ser verdade, mas por outro, parece que essa demora faz parte do universo do espetáculo, quando na verdade a questão é muito menos ideológica e mais estrutural: demora porque simplesmente não dão conta de atender a todos. Entende o que eu digo? Esse é só um exemplo banal, mas tenho lido uma porção de coisas nessa linha por aí...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Poxa, o espetáculo tem seu brilho próprio, não precisa de purpurinas desnecessárias que acabam interferindo em sua fruição...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Valeu pelo comentário!!!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Leo,</p>
<p>Deixa eu falar&#8230; assisti, no total, a 5 apresentações (3 da primeira parte, 2 da segunda), e somente nas duas últimas apresentações (segunda e terça) consegui assistir blindado contra toda a histeria que se criou em torno do espetáculo. E consegui enxergar tudo isso que você apontou.</p>
<p>Mas confesso que ainda sinto falta de personagens não tão naturalistas, como o caso da maravilhosa Madame Perle; de brincadeiras com o próprio fazer teatral (como o diálogo do peixe de verdade em um poço de mentira, lindo); ou ainda um pouco mais de coisas improváveis, como os adultos comendo maçã do amor ou a criança com fantasias de animais (por quê diabos ela usava aquelas roupas? Achei isso maravilhoso). Isso eu também classifico como linguagem, e em nada interfere no uso do tempo, dos silêncios, das situações que você muito bem defendeu.</p>
<p>Longe de mim querer propor que o espetáculo seja diferente &#8211; não é essa a idéia. Com a liberdade que a &#8220;parcialidade sincera&#8221; me confere, quis deixar registrado que parrticularmente EU me emocionaria muito mais se o espetáculo brincasse um pouco mais. Não que eu não tenha me emocionado do jeito que é. Como você mesmo disse, é inesquecível e eu concordo. </p>
<p>Mas ainda bato muito forte na tecla dessa histeria absurda em torno do espetáculo e do grupo, uma adulação mais do que o normal. Um exemplo prático e pontual que ilustra bem isso: li em algum jornal dizendo até mesmo que o atendimento do bar é demorado porque eles simplesmente não querem ser fast-food. Em parte, pode até ser verdade, mas por outro, parece que essa demora faz parte do universo do espetáculo, quando na verdade a questão é muito menos ideológica e mais estrutural: demora porque simplesmente não dão conta de atender a todos. Entende o que eu digo? Esse é só um exemplo banal, mas tenho lido uma porção de coisas nessa linha por aí&#8230;</p>
<p>Poxa, o espetáculo tem seu brilho próprio, não precisa de purpurinas desnecessárias que acabam interferindo em sua fruição&#8230;</p>
<p>Valeu pelo comentário!!!</p>
<p>Abraços.</p>
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