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	<title>Comments on: Nonada</title>
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	<description>Em obras</description>
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		<item>
		<title>By: Pedro Pires</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/nonada/comment-page-1/#comment-1346</link>
		<dc:creator>Pedro Pires</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 22:10:13 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Juli,
&quot;Vortei&quot;!
Depois pretendo fazer outros comentários.
A Referência ao Roberto Schwartz é de uma obra dele, artigo importante para se compreender o Brasil e sua formação. Uma expressão dele &quot;modernização conservadora&quot; é clássica e diz repeito de perto a nós e nossas criações - feijão. O Brasil se moderniza conservando desde que foi elevado a nação relativamente autônoma - 1808. Isto está no texto dele. É bom le-lo. Já o Chico de Oliveira anda tratando do nosso contexto atual.
Por hoje é isso!
Um grande abraço pra você e toda a moçada das Bacantes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Juli,<br />
&#8220;Vortei&#8221;!<br />
Depois pretendo fazer outros comentários.<br />
A Referência ao Roberto Schwartz é de uma obra dele, artigo importante para se compreender o Brasil e sua formação. Uma expressão dele &#8220;modernização conservadora&#8221; é clássica e diz repeito de perto a nós e nossas criações &#8211; feijão. O Brasil se moderniza conservando desde que foi elevado a nação relativamente autônoma &#8211; 1808. Isto está no texto dele. É bom le-lo. Já o Chico de Oliveira anda tratando do nosso contexto atual.<br />
Por hoje é isso!<br />
Um grande abraço pra você e toda a moçada das Bacantes.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Juli =)</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/nonada/comment-page-1/#comment-1343</link>
		<dc:creator>Juli =)</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 00:02:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/critica/nonada#comment-1343</guid>
		<description>Oi, Pedro! Bem-vindo!
Você quer me ouvir sobre os errinhos de digitação? rs Fique à vontade pra cometê-los... 

Quanto ao Sr. Belazarte e o capataz, ao dizer &quot;puta grana&quot; e &quot;ricaço&quot; não pretendia colocá-los como elite, pois estava claro pra mim que ambos estão naquele meio termo perigoso de quem tenta tirar vantagem de tudo (como escrevi) porque está tentando jogar o jogo (como você escreveu). 

Não posso concordar, porém, que a sociedade injusta justifique as atitudes nem de um, nem de outro personagens/ tipos. 

Por outro lado, é um erro meu se ficou parecendo que atribuí a culpa ao capataz. Cheguei a dizer que a história dele é tão complexa e contraditória que torcemos pra ele como se fosse o &quot;mocinho&quot; da história, enquanto sua atividade é bastante cruel. O que quis destacar nesse ponto é o modo como vocês conseguiram relativizar as &quot;culpas&quot;. Culpas que eu pelo menos não consigo centralizar em ninguém (ou em nenhuma &quot;classe&quot;). As vejo divididas, compartilhadas por escravos, capatazes, banqueiros, sobreviventes, ... Mas acho muito, muito relevante aprofundar o entendimento sobre essa classe-média-sobrevivente-conivente, bem representada nesses personagens. Tanto que foi, mesmo, o que mais me interessou na montagem.

Devo admitir que talvez o Sr. Leal tenha me manipulado em alguns momentos. Essa coisa de &quot;ordem social e humana não se atingem sem o grotesco e algumas vezes o cruel&quot; é um discurso ditatorial horrível, assustador, mas me pareceu somente irônico, não me pareceu que ele assumia como verdade o que dizia, talvez pelo sorrisinho recorrente dele. Quem sabe ele não possa representar também aquela enorme parcela da imprensa literalmente comandada por políticos-coronéis que ficam ditando suas verdades nas entrelinhas?

Já a respeito do espaço de discussão, agradeça à Internet-terrinha-de-ninguém.

Estas referências que você indicou foram referências no processo da peça?

No mais, nada a apontar sobre as outras críticas? Espero seus comentários.

Reis de Fumaça, infelizmente, não vou conseguir ver. A temporada vai parar mesmo por aqui? Que pena... queria te ver atuando.

Beijos e continue aparecendo.
Juli =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Pedro! Bem-vindo!<br />
Você quer me ouvir sobre os errinhos de digitação? rs Fique à vontade pra cometê-los&#8230; </p>
<p>Quanto ao Sr. Belazarte e o capataz, ao dizer &#8220;puta grana&#8221; e &#8220;ricaço&#8221; não pretendia colocá-los como elite, pois estava claro pra mim que ambos estão naquele meio termo perigoso de quem tenta tirar vantagem de tudo (como escrevi) porque está tentando jogar o jogo (como você escreveu). </p>
<p>Não posso concordar, porém, que a sociedade injusta justifique as atitudes nem de um, nem de outro personagens/ tipos. </p>
<p>Por outro lado, é um erro meu se ficou parecendo que atribuí a culpa ao capataz. Cheguei a dizer que a história dele é tão complexa e contraditória que torcemos pra ele como se fosse o &#8220;mocinho&#8221; da história, enquanto sua atividade é bastante cruel. O que quis destacar nesse ponto é o modo como vocês conseguiram relativizar as &#8220;culpas&#8221;. Culpas que eu pelo menos não consigo centralizar em ninguém (ou em nenhuma &#8220;classe&#8221;). As vejo divididas, compartilhadas por escravos, capatazes, banqueiros, sobreviventes, &#8230; Mas acho muito, muito relevante aprofundar o entendimento sobre essa classe-média-sobrevivente-conivente, bem representada nesses personagens. Tanto que foi, mesmo, o que mais me interessou na montagem.</p>
<p>Devo admitir que talvez o Sr. Leal tenha me manipulado em alguns momentos. Essa coisa de &#8220;ordem social e humana não se atingem sem o grotesco e algumas vezes o cruel&#8221; é um discurso ditatorial horrível, assustador, mas me pareceu somente irônico, não me pareceu que ele assumia como verdade o que dizia, talvez pelo sorrisinho recorrente dele. Quem sabe ele não possa representar também aquela enorme parcela da imprensa literalmente comandada por políticos-coronéis que ficam ditando suas verdades nas entrelinhas?</p>
<p>Já a respeito do espaço de discussão, agradeça à Internet-terrinha-de-ninguém.</p>
<p>Estas referências que você indicou foram referências no processo da peça?</p>
<p>No mais, nada a apontar sobre as outras críticas? Espero seus comentários.</p>
<p>Reis de Fumaça, infelizmente, não vou conseguir ver. A temporada vai parar mesmo por aqui? Que pena&#8230; queria te ver atuando.</p>
<p>Beijos e continue aparecendo.<br />
Juli =)</p>
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	<item>
		<title>By: Pedro Pires</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/nonada/comment-page-1/#comment-1342</link>
		<dc:creator>Pedro Pires</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 20:37:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/critica/nonada#comment-1342</guid>
		<description>Desculpem os errinhos de digitação.
Gostaria de te ouvir a este respeito
Pedro Pires</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpem os errinhos de digitação.<br />
Gostaria de te ouvir a este respeito<br />
Pedro Pires</p>
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	<item>
		<title>By: Pedro Pires</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/nonada/comment-page-1/#comment-1341</link>
		<dc:creator>Pedro Pires</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 20:32:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/critica/nonada#comment-1341</guid>
		<description>Oi Juli,
só agora li o que vc escreveu sobre o NONADA. Sobre as outras também (Pálido e Mire Veja). Parabéns pela iniciativa de escrever sobre o teatro que se faz em São Paulo e pela provocação ao debate através do espaço para os &quot;comentários&quot;.
Um ponto específico eu gostaria de comentar. O personagem Belazarte sua origem e desdobramento final de sua análize ( o que mais te interessou).
Primeiro aponto um equívoco: o personagem Belazarte não é um ricaço. Ele está mais para um profissional de classe média de hoje. As pistas estão no texto e nas ações da peça.Ele diz &quot;um dia andei endinheirado...&quot; , sonha em ter um criado como dos filmes (sonhos de classe média), anda de bonde para ir ver uns terrenos longe, sonha em ir para a Europa e levar consigo Elis (o seu empregado) dar autonomia e fazer com que ele se desenvolva e progrida como ser humano, brasileiro e preto. Noção bem classe média liberal com alguns ares social-democrata (PSDB). Suas intenções são muito &quot;humanas&quot; mas como você mesmo aponta mudam quando ele é contrariado. Mas retomando ele não é um ricaço - o que muda tudo!
Seguindo queria discutir a passagem onde você escreve &quot;capatazes que ganhavam uma puta grana pegando negros fugidos&quot;. Na parte correspondente da peça, quando Belazarte vira o caçador de escravos - e não é por acaso  - e se torna o capataz que ganha uma puta grana aí está o nó e a questão fundamental do equívoco (o ricaço que não é ricaço). A identificação entre o capataz da época da escravidão e o classe média dos anos 30 e do século 21. Capatazes não ganhavam e continuam não ganhando uma puta grana pois eles servem aos que ganham. Logicamente faz parte da propaganda dos que ganham jogar a culpa em alguém e então a pancada desce pro capataz. Quem ganha na peça é o Sr Leal, o apresentador. Inspirado em Brás Cubas, legitimo representante de nossa classe dominante e que na peça manipula tudo e todos. Chegou até a manipular a sua crítica, sem que você percebesse é claro.  Como manipulou? Você coloca a culpa no capataz, mas ele está no meio de uma sociedade injusta. Não é uma escravo (pobre de hoje) nem um proprietário de escravos (banqueiro de hoje) ele joga as regras do jogo e tenta sobreviver. Como dizem as frases finais do final proferidas pelo representante da classe dominante &quot; a ordem social e humana não se atingem sem o grotesco e algumas vezes o cruel&quot; (que podem hoje ser atribuídas aos nossos presidentes - do banco central - legítimos representantes das nossas elites. aos quais os nossos presidentes da República dizem amém)
Gostaria de recomendar uma leitura. O texto de Roberto schwatrz &quot;as idéias fora do lugar&quot; e o programa café filosófico de Chico de Oliveira da TV cultura.
Obrigado pelo espaço de discução,
Um abraço Pedro Pires</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Juli,<br />
só agora li o que vc escreveu sobre o NONADA. Sobre as outras também (Pálido e Mire Veja). Parabéns pela iniciativa de escrever sobre o teatro que se faz em São Paulo e pela provocação ao debate através do espaço para os &#8220;comentários&#8221;.<br />
Um ponto específico eu gostaria de comentar. O personagem Belazarte sua origem e desdobramento final de sua análize ( o que mais te interessou).<br />
Primeiro aponto um equívoco: o personagem Belazarte não é um ricaço. Ele está mais para um profissional de classe média de hoje. As pistas estão no texto e nas ações da peça.Ele diz &#8220;um dia andei endinheirado&#8230;&#8221; , sonha em ter um criado como dos filmes (sonhos de classe média), anda de bonde para ir ver uns terrenos longe, sonha em ir para a Europa e levar consigo Elis (o seu empregado) dar autonomia e fazer com que ele se desenvolva e progrida como ser humano, brasileiro e preto. Noção bem classe média liberal com alguns ares social-democrata (PSDB). Suas intenções são muito &#8220;humanas&#8221; mas como você mesmo aponta mudam quando ele é contrariado. Mas retomando ele não é um ricaço &#8211; o que muda tudo!<br />
Seguindo queria discutir a passagem onde você escreve &#8220;capatazes que ganhavam uma puta grana pegando negros fugidos&#8221;. Na parte correspondente da peça, quando Belazarte vira o caçador de escravos &#8211; e não é por acaso  &#8211; e se torna o capataz que ganha uma puta grana aí está o nó e a questão fundamental do equívoco (o ricaço que não é ricaço). A identificação entre o capataz da época da escravidão e o classe média dos anos 30 e do século 21. Capatazes não ganhavam e continuam não ganhando uma puta grana pois eles servem aos que ganham. Logicamente faz parte da propaganda dos que ganham jogar a culpa em alguém e então a pancada desce pro capataz. Quem ganha na peça é o Sr Leal, o apresentador. Inspirado em Brás Cubas, legitimo representante de nossa classe dominante e que na peça manipula tudo e todos. Chegou até a manipular a sua crítica, sem que você percebesse é claro.  Como manipulou? Você coloca a culpa no capataz, mas ele está no meio de uma sociedade injusta. Não é uma escravo (pobre de hoje) nem um proprietário de escravos (banqueiro de hoje) ele joga as regras do jogo e tenta sobreviver. Como dizem as frases finais do final proferidas pelo representante da classe dominante &#8221; a ordem social e humana não se atingem sem o grotesco e algumas vezes o cruel&#8221; (que podem hoje ser atribuídas aos nossos presidentes &#8211; do banco central &#8211; legítimos representantes das nossas elites. aos quais os nossos presidentes da República dizem amém)<br />
Gostaria de recomendar uma leitura. O texto de Roberto schwatrz &#8220;as idéias fora do lugar&#8221; e o programa café filosófico de Chico de Oliveira da TV cultura.<br />
Obrigado pelo espaço de discução,<br />
Um abraço Pedro Pires</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Edu carvalho</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/nonada/comment-page-1/#comment-1131</link>
		<dc:creator>Edu carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 03:08:43 +0000</pubDate>
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		<description>olha, achei forçado muitos momentos na interpretação, 
um figurino que ao meu ver não casava, saio me perguntando as vezes de alguns espetáculos, porque?posso não ter entendido a proposta, mas então como leigo não me comunicou, o que na minha opinião é fundamental, se pelo menos eu tivesse sentido algo, va lá...ah, não senti sim...sono!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>olha, achei forçado muitos momentos na interpretação,<br />
um figurino que ao meu ver não casava, saio me perguntando as vezes de alguns espetáculos, porque?posso não ter entendido a proposta, mas então como leigo não me comunicou, o que na minha opinião é fundamental, se pelo menos eu tivesse sentido algo, va lá&#8230;ah, não senti sim&#8230;sono!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Juli</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/nonada/comment-page-1/#comment-1123</link>
		<dc:creator>Juli</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 04:48:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/critica/nonada#comment-1123</guid>
		<description>Oi, Edu! Olha, a peça me disse muita coisa e achei coerente com a pesquisa deles, mas, por outro lado, também achei alguns momentos bastante forçados e alguma falas meio didáticas. Você se lembra do que achou forçado?

Beijos,
Juli.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Edu! Olha, a peça me disse muita coisa e achei coerente com a pesquisa deles, mas, por outro lado, também achei alguns momentos bastante forçados e alguma falas meio didáticas. Você se lembra do que achou forçado?</p>
<p>Beijos,<br />
Juli.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Edu carvalho</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/nonada/comment-page-1/#comment-1121</link>
		<dc:creator>Edu carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 04:12:31 +0000</pubDate>
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		<description>assisti esse espetáculo e não gostei...
não me disse nada, achei forçado, a cia é boa, mas...
não curti</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>assisti esse espetáculo e não gostei&#8230;<br />
não me disse nada, achei forçado, a cia é boa, mas&#8230;<br />
não curti</p>
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