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	<title>Comments on: O Cantil</title>
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		<title>By: Paulo V. Bio Toledo</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/o-cantil/comment-page-1/#comment-4099</link>
		<dc:creator>Paulo V. Bio Toledo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 12:48:45 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Osmar, 

Que bom que você refletiu muito depois da peça. No entanto acho que isso não é critério pra classifica-la certo? 
No entanto, você faz uma série de juízos de viés subjetivo.
Ao dizer que a peça é &#039;sublime&#039; um &#039;grande espetáculo&#039;, grupo &#039;magnífico&#039; é você quem o está classificando vorazmente. 

Quando nos propomos a conhecer a obra de Brecht a fundo, aprendemos muito. Primeiro que se escreve Bertolt e não &#039;Bertold&#039;. Segundo que o próprio jamais classificaria como &#039;obra-prima&#039; uma de suas peças didáticas que tinham por objetivo justamente encerrar com essa separação burguesa entre &#039;artista genial&#039; e &#039;público contemplativo&#039;. (Eram peças a serem apresentadas em fábricas, sindicatos... Onde os próprios trabalhadores construissem a cena e discutissem seus aspectos dialéticos durante a representação)

Por fim, se ainda existissem as Ágoras gregas creio que seu comentário não seria muito bem visto, isto porque você parte de uma sensação subjetiva e puramente pessoal para julgar, sem muito engajamento e com uma série de julgamentos acerca tanto da obra como do interlocutor crítico.

No fim, ao me classificar de &quot;burguês mimado&quot; você foge ao debate numa tentativa de desqualificar seu interlocutor (no caso eu). 
Então, pela sua lógica, se eu sou um &quot;burguês mimado&quot; portanto tudo que eu escrevi é uma besteira. Assim, você julga pela desqualificação prévia. Isso, caro Osmar, é a origem retórica do preconceito. 

Valeu pela visita e pelo comentário
Se quiser debater a peça estou sempre disposto (embora faça bastante tempo que assisti)
Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Osmar, </p>
<p>Que bom que você refletiu muito depois da peça. No entanto acho que isso não é critério pra classifica-la certo?<br />
No entanto, você faz uma série de juízos de viés subjetivo.<br />
Ao dizer que a peça é &#8217;sublime&#8217; um &#8216;grande espetáculo&#8217;, grupo &#8216;magnífico&#8217; é você quem o está classificando vorazmente. </p>
<p>Quando nos propomos a conhecer a obra de Brecht a fundo, aprendemos muito. Primeiro que se escreve Bertolt e não &#8216;Bertold&#8217;. Segundo que o próprio jamais classificaria como &#8216;obra-prima&#8217; uma de suas peças didáticas que tinham por objetivo justamente encerrar com essa separação burguesa entre &#8216;artista genial&#8217; e &#8216;público contemplativo&#8217;. (Eram peças a serem apresentadas em fábricas, sindicatos&#8230; Onde os próprios trabalhadores construissem a cena e discutissem seus aspectos dialéticos durante a representação)</p>
<p>Por fim, se ainda existissem as Ágoras gregas creio que seu comentário não seria muito bem visto, isto porque você parte de uma sensação subjetiva e puramente pessoal para julgar, sem muito engajamento e com uma série de julgamentos acerca tanto da obra como do interlocutor crítico.</p>
<p>No fim, ao me classificar de &#8220;burguês mimado&#8221; você foge ao debate numa tentativa de desqualificar seu interlocutor (no caso eu).<br />
Então, pela sua lógica, se eu sou um &#8220;burguês mimado&#8221; portanto tudo que eu escrevi é uma besteira. Assim, você julga pela desqualificação prévia. Isso, caro Osmar, é a origem retórica do preconceito. </p>
<p>Valeu pela visita e pelo comentário<br />
Se quiser debater a peça estou sempre disposto (embora faça bastante tempo que assisti)<br />
Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Osmar de Oliveira Aguila</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/o-cantil/comment-page-1/#comment-4097</link>
		<dc:creator>Osmar de Oliveira Aguila</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 23:43:55 +0000</pubDate>
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		<description>Não bastasse toda a humanidade ter aturado o fim das &quot;ágoras&quot; gregas, resultando em processos políticos degradantes de velorização das retórias inúteis que só podem visar a hipnose dos incultos, temos que suportar críticas ruins dos retoricos sobre um espetáculo tão sublime, estraído da obra prima de Bertold Brecht. Nada a acrescentar ao grupo, que foi magnífico, ao meu ver que só poderia ter caprichado um pouco mais no ferramental de projeção, para podermos então, nomear perfeição. Até entediante classificaram o espetáculo, absurdo literal. A falta de senso crítico e de &quot;importar-se com&quot; obviamente é quem comanda críticas absolutamente irreais sobre o espetáculo, que nos faz refletir muito na saída do teatro, sinal evidente de um grande espetáculo. Bahh, críticos burgueses e mimadinhos, viva a arte , viva Brecht..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não bastasse toda a humanidade ter aturado o fim das &#8220;ágoras&#8221; gregas, resultando em processos políticos degradantes de velorização das retórias inúteis que só podem visar a hipnose dos incultos, temos que suportar críticas ruins dos retoricos sobre um espetáculo tão sublime, estraído da obra prima de Bertold Brecht. Nada a acrescentar ao grupo, que foi magnífico, ao meu ver que só poderia ter caprichado um pouco mais no ferramental de projeção, para podermos então, nomear perfeição. Até entediante classificaram o espetáculo, absurdo literal. A falta de senso crítico e de &#8220;importar-se com&#8221; obviamente é quem comanda críticas absolutamente irreais sobre o espetáculo, que nos faz refletir muito na saída do teatro, sinal evidente de um grande espetáculo. Bahh, críticos burgueses e mimadinhos, viva a arte , viva Brecht..</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Amanda</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/o-cantil/comment-page-1/#comment-2502</link>
		<dc:creator>Amanda</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 16:16:48 +0000</pubDate>
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		<description>ummmm massa</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ummmm massa</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Paulo Bio Toledo</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/o-cantil/comment-page-1/#comment-1907</link>
		<dc:creator>Paulo Bio Toledo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 21:31:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=1386#comment-1907</guid>
		<description>oi. 
Eu deveria ter respondido antes, mas final de semestre é esse caos de sempre.
Nem sei se faz mais sentido agora...
Enfim..
Acho que essa discussão é muito boa mesmo (e se assemelha a outra que eu acabei de ler na crítica do Kiko). Por que, no fundo, é muito difícil dissociar a percepção (subjetiva?) individual do olhar material (objetivo?) sobre a obra. E, entretanto, a discussão só transitou por características materiais... acho isso muito bom...

Eu concordo bastante com vocês, nos pontos levantados, e nas perguntas que você faz Regina. Acho que são questões que possibilitam debate mesmo, e reflexão. 

Mas minha visão é justamente sobre a palavra estrutura Juli. No sentido de que (eu acho... sem qualquer fundamento) as reflexões possíveis não tocam os &quot;alicerces&quot; da coisa. 

Obviamente, alguém que já tem na cabeça um pensamento construído sobre as estruturas de opressão pode vislumbrar lá muita coisa que se equivale.
Mas, sobre o contexto social (e mundial) que se insere a peça a reflexão não consegue sair do campo da ética, pois não provoca justamente as nossas (genérico) concepções naturalizadas.  Pra tornar isso objetivo, temos que as questões levantadas por vocês são questões que, embora muito pertinentes, não são negadas pela sociedade, que estão aí, até nas telenovelas, nos jornais etc., mas que, na maioria das vezes, são respondidas com uma validação total do próprio sistema que as gerou! O Lukács fala uma coisa muito interessante (e complexa): que o pensamento filosófico burguês redunda sobre ele mesmo pois não consegue superar o olhar &quot;especializado&quot; e &quot;reificado&quot; de seus próprios instrumentos... gerando um abismo entre práxis e conteúdo (é bem mais complexo que isso.. mas eu ainda não consigo entender isso tão bem pra expor claramente)

Sei lá... acho que é isso...
(espero que alguém ainda leia aqui...)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oi.<br />
Eu deveria ter respondido antes, mas final de semestre é esse caos de sempre.<br />
Nem sei se faz mais sentido agora&#8230;<br />
Enfim..<br />
Acho que essa discussão é muito boa mesmo (e se assemelha a outra que eu acabei de ler na crítica do Kiko). Por que, no fundo, é muito difícil dissociar a percepção (subjetiva?) individual do olhar material (objetivo?) sobre a obra. E, entretanto, a discussão só transitou por características materiais&#8230; acho isso muito bom&#8230;</p>
<p>Eu concordo bastante com vocês, nos pontos levantados, e nas perguntas que você faz Regina. Acho que são questões que possibilitam debate mesmo, e reflexão. </p>
<p>Mas minha visão é justamente sobre a palavra estrutura Juli. No sentido de que (eu acho&#8230; sem qualquer fundamento) as reflexões possíveis não tocam os &#8220;alicerces&#8221; da coisa. </p>
<p>Obviamente, alguém que já tem na cabeça um pensamento construído sobre as estruturas de opressão pode vislumbrar lá muita coisa que se equivale.<br />
Mas, sobre o contexto social (e mundial) que se insere a peça a reflexão não consegue sair do campo da ética, pois não provoca justamente as nossas (genérico) concepções naturalizadas.  Pra tornar isso objetivo, temos que as questões levantadas por vocês são questões que, embora muito pertinentes, não são negadas pela sociedade, que estão aí, até nas telenovelas, nos jornais etc., mas que, na maioria das vezes, são respondidas com uma validação total do próprio sistema que as gerou! O Lukács fala uma coisa muito interessante (e complexa): que o pensamento filosófico burguês redunda sobre ele mesmo pois não consegue superar o olhar &#8220;especializado&#8221; e &#8220;reificado&#8221; de seus próprios instrumentos&#8230; gerando um abismo entre práxis e conteúdo (é bem mais complexo que isso.. mas eu ainda não consigo entender isso tão bem pra expor claramente)</p>
<p>Sei lá&#8230; acho que é isso&#8230;<br />
(espero que alguém ainda leia aqui&#8230;)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: regina</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/o-cantil/comment-page-1/#comment-1891</link>
		<dc:creator>regina</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 15:13:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=1386#comment-1891</guid>
		<description>Também acho que, num certo aspecto, e especialmente se conhecermos previamente o texto original, a leitura do espetáculo pode cair num dualismo simplista. Se conhecemos o texto, sentimos falta da discussão sobre um comportamento de regra e/ou de exceção, sobre o caráter histórico dos julgamentos. Daí o interesse em entender o projeto de encenação. A opção por uma exposição gestual apenas da relação entre os dois também é distanciadora, porque é extrema demais, exagerada. Algumas perguntas que podem surgir: por que o empregado continua a viagem se eles não sabem para onde vão, mesmo depois de tantos maltratos? O que faz do empregado esse ser tão submisso? A necessidade ou a ignorância? Quem é mais cruel: aquele que bate ou aquele que se deixa bater? 
Boa essa discussão...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também acho que, num certo aspecto, e especialmente se conhecermos previamente o texto original, a leitura do espetáculo pode cair num dualismo simplista. Se conhecemos o texto, sentimos falta da discussão sobre um comportamento de regra e/ou de exceção, sobre o caráter histórico dos julgamentos. Daí o interesse em entender o projeto de encenação. A opção por uma exposição gestual apenas da relação entre os dois também é distanciadora, porque é extrema demais, exagerada. Algumas perguntas que podem surgir: por que o empregado continua a viagem se eles não sabem para onde vão, mesmo depois de tantos maltratos? O que faz do empregado esse ser tão submisso? A necessidade ou a ignorância? Quem é mais cruel: aquele que bate ou aquele que se deixa bater?<br />
Boa essa discussão&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Juli</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/o-cantil/comment-page-1/#comment-1890</link>
		<dc:creator>Juli</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 03:40:52 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;coloca uma lente de aumento nos gestuais E estruturas de opressão&quot;. Quis dizer que deixa mais evidentes:

1. As características de um &#039;corpo acumulado&#039; de opressão e de outro que oprime. De maneira &#039;dualista&#039;, concordo, mas que, talvez por estar aumentada, deixe pra nós a tarefa de relacionar com nossas situações cotidianas.

2. As estruturas de opressão, no plural, não a estrutura em sua complexidade, até porque ela é hoje tão abstrata pra traduzir em gestos, mas algumas estruturas usuais, como a opressão pela intensificação do trabalho ou a opressão pela violência. Hummm... explicando agora penso que talvez &quot;estrutura&quot; não seja a melhor palavra, mas foi isso que eu quis dizer.

bjos,
Juli =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;coloca uma lente de aumento nos gestuais E estruturas de opressão&#8221;. Quis dizer que deixa mais evidentes:</p>
<p>1. As características de um &#8216;corpo acumulado&#8217; de opressão e de outro que oprime. De maneira &#8216;dualista&#8217;, concordo, mas que, talvez por estar aumentada, deixe pra nós a tarefa de relacionar com nossas situações cotidianas.</p>
<p>2. As estruturas de opressão, no plural, não a estrutura em sua complexidade, até porque ela é hoje tão abstrata pra traduzir em gestos, mas algumas estruturas usuais, como a opressão pela intensificação do trabalho ou a opressão pela violência. Hummm&#8230; explicando agora penso que talvez &#8220;estrutura&#8221; não seja a melhor palavra, mas foi isso que eu quis dizer.</p>
<p>bjos,<br />
Juli =)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Paulo V. Bio Toledo</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/o-cantil/comment-page-1/#comment-1888</link>
		<dc:creator>Paulo V. Bio Toledo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Nov 2008 12:05:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=1386#comment-1888</guid>
		<description>Concordo sobre a transcriação do texto pelo espetáculo.  E não tenho nenhum fetiche pela leitura canônica dos textos teatrais. Concordo ainda que a abordagem é aberta e criativa na releitura. Mas o que tentei levantar foi que a peça, se olharmos friamente (porque eu gostei demais quando vi), não dá os elementos de contradição. Ok, até aí pode ser uma opção do grupo. Mas, então, o que acredito que acontece é que sem contradição a leitura fica dualista. Opressor e oprimido se mostram como categorias éticas ao longo da história. E a opressão representada não se explica enquanto causa só enquanto conseqüência (e isso envolve sim julgamento!, do opressor).

Juli, em quais momentos você acha que o gestual põe uma lente de aumento na ESTRUTURA de opressão?
Pois, pelo que me lembro, apenas mostrava-se a opressão ultrajante (abuso crescente do poder, submissão total, e agressão deliberada). O único momento que esboçava uma complexidade era no sonho.

Acho que é um belo espetáculo, sem dúvida. Mas tentei no texto problematizar esse belo mesmo. 

Beijos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo sobre a transcriação do texto pelo espetáculo.  E não tenho nenhum fetiche pela leitura canônica dos textos teatrais. Concordo ainda que a abordagem é aberta e criativa na releitura. Mas o que tentei levantar foi que a peça, se olharmos friamente (porque eu gostei demais quando vi), não dá os elementos de contradição. Ok, até aí pode ser uma opção do grupo. Mas, então, o que acredito que acontece é que sem contradição a leitura fica dualista. Opressor e oprimido se mostram como categorias éticas ao longo da história. E a opressão representada não se explica enquanto causa só enquanto conseqüência (e isso envolve sim julgamento!, do opressor).</p>
<p>Juli, em quais momentos você acha que o gestual põe uma lente de aumento na ESTRUTURA de opressão?<br />
Pois, pelo que me lembro, apenas mostrava-se a opressão ultrajante (abuso crescente do poder, submissão total, e agressão deliberada). O único momento que esboçava uma complexidade era no sonho.</p>
<p>Acho que é um belo espetáculo, sem dúvida. Mas tentei no texto problematizar esse belo mesmo. </p>
<p>Beijos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: regina</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/o-cantil/comment-page-1/#comment-1887</link>
		<dc:creator>regina</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 20:41:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=1386#comment-1887</guid>
		<description>Me parece que a crítica segue ainda por uma referência muito dependente ao texto original. &quot;O cantil&quot;, pelo trabalho que pude ver, assume não uma adaptação de &quot;A exceção e a Regra&quot;, mas uma transcriação do texto como modelo de ação, a partir do que o próprio Brecht propõe na teoria da peça didática. Dessa forma, a abordagem é contemporânea e aberta, sem uma filiação necessária ao texto original, nem a poética brechtiana. A ancestralidade dessas figuras, o patrão e o carregador, nos faz pensar sobre nossas ações de forma histórica, sem texto, sem julgamento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Me parece que a crítica segue ainda por uma referência muito dependente ao texto original. &#8220;O cantil&#8221;, pelo trabalho que pude ver, assume não uma adaptação de &#8220;A exceção e a Regra&#8221;, mas uma transcriação do texto como modelo de ação, a partir do que o próprio Brecht propõe na teoria da peça didática. Dessa forma, a abordagem é contemporânea e aberta, sem uma filiação necessária ao texto original, nem a poética brechtiana. A ancestralidade dessas figuras, o patrão e o carregador, nos faz pensar sobre nossas ações de forma histórica, sem texto, sem julgamento.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Juli =)</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/o-cantil/comment-page-1/#comment-1885</link>
		<dc:creator>Juli =)</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 17:14:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=1386#comment-1885</guid>
		<description>Discordo, Jorge. Acho que a maneira simples (e não simplista) escolhida para a encenação não despreza a complexidade do texto, pelo contráriuo, coloca uma lente de aumento nos gestuais e estruturas de opressão, as atitudes ficam mais evidentes e isso valoriza muito a idéia por trás das palavras da dramaturgia. Ainda dá tempo de assistir...

Abraço,
Juli =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Discordo, Jorge. Acho que a maneira simples (e não simplista) escolhida para a encenação não despreza a complexidade do texto, pelo contráriuo, coloca uma lente de aumento nos gestuais e estruturas de opressão, as atitudes ficam mais evidentes e isso valoriza muito a idéia por trás das palavras da dramaturgia. Ainda dá tempo de assistir&#8230;</p>
<p>Abraço,<br />
Juli =)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Jorge</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/o-cantil/comment-page-1/#comment-1883</link>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 00:55:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=1386#comment-1883</guid>
		<description>Conheço o texto, mas não vi a peça... Infelizmente!
Realmente essa história é complexa demais para ser mostrada simplesmente como o foi (Conheço o grupo, a diretora e a proposta do espetáculo)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Conheço o texto, mas não vi a peça&#8230; Infelizmente!<br />
Realmente essa história é complexa demais para ser mostrada simplesmente como o foi (Conheço o grupo, a diretora e a proposta do espetáculo)</p>
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	</item>
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