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	<title>Comments on: O Capitão e a Sereia</title>
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		<title>By: Karen</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/o-capitao-e-a-sereia/comment-page-1/#comment-4175</link>
		<dc:creator>Karen</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 23:50:50 +0000</pubDate>
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		<description>eu li o livro é muito legal nota 100000000000000000000000000000000000000</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu li o livro é muito legal nota 100000000000000000000000000000000000000</p>
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		<title>By: Carol Alves</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/o-capitao-e-a-sereia/comment-page-1/#comment-4156</link>
		<dc:creator>Carol Alves</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Sep 2010 15:49:14 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Juli,

fiquei arrepiada com o post, e cada vez mais tenho gostado do blog Bacante. 
E nossa, falar dos Clowns é até covardia, porque eu amo esses caras e mulheres. Preciso deixar registrado que esse foi o primeiro espetáculo que me emocionou a tal ponto que não consegui conter as lágrimas que rolaram pelo meu rosto. A qualidade artística deste grupo é o que me faz acreditar no teatro, eles abriram minha mente, minha visão pra o teatro politizado, com esmero, com origem, com pesquisa e embasamento. E acho que eles tem mais de Natal, e mesmo de uma brasilidade que talvez nem eles saibam explicar.
Podem não ser questões de Natal, mas é ao modo natalense, sinto esta apropriação.
A princípio quem não os conheça pode não associar, mas quando se descobre, fica um pouco óbvio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Juli,</p>
<p>fiquei arrepiada com o post, e cada vez mais tenho gostado do blog Bacante.<br />
E nossa, falar dos Clowns é até covardia, porque eu amo esses caras e mulheres. Preciso deixar registrado que esse foi o primeiro espetáculo que me emocionou a tal ponto que não consegui conter as lágrimas que rolaram pelo meu rosto. A qualidade artística deste grupo é o que me faz acreditar no teatro, eles abriram minha mente, minha visão pra o teatro politizado, com esmero, com origem, com pesquisa e embasamento. E acho que eles tem mais de Natal, e mesmo de uma brasilidade que talvez nem eles saibam explicar.<br />
Podem não ser questões de Natal, mas é ao modo natalense, sinto esta apropriação.<br />
A princípio quem não os conheça pode não associar, mas quando se descobre, fica um pouco óbvio.</p>
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		<title>By: Alex Cordeiro</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/o-capitao-e-a-sereia/comment-page-1/#comment-2670</link>
		<dc:creator>Alex Cordeiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:51:39 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo Juli... mas tenho a impressão que o espetáculo em questão extrapola qualquer tipo de classificação pela universalidade do tema. Quando se opta por evidenciar a figura de um lider que não chega, não estaria a trupe se posicinando ideologicamente de uma forma, digamos, mais sutil?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo Juli&#8230; mas tenho a impressão que o espetáculo em questão extrapola qualquer tipo de classificação pela universalidade do tema. Quando se opta por evidenciar a figura de um lider que não chega, não estaria a trupe se posicinando ideologicamente de uma forma, digamos, mais sutil?</p>
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		<title>By: Juli =)</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/o-capitao-e-a-sereia/comment-page-1/#comment-2667</link>
		<dc:creator>Juli =)</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:28:45 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Alex. 

Concordo com você e reitero... é a partir do invivíduo, não do individualismo. Sim, a capacidade de lidar com o encontro e, sobretudo, com a convivência que se estabelece a partir dele.

Quanto às questões locais, foram só alguns exemplos que me vieram. Não digo para tratarem especificamente disso, não... também sei o quanto eles estão presentes politicamente, ou pelo menos tentam e fazem questão de estar, em Natal e no movimento do teatro de grupo como um todo, mas eu só sei porque os conheço, não pela peça. Minha provocação é justamente que isso - essa presença, essa conexão, esse pertencimento - apareçam na obra, virem arte.

Um abraço e obrigada por comentar.

Juli =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Alex. </p>
<p>Concordo com você e reitero&#8230; é a partir do invivíduo, não do individualismo. Sim, a capacidade de lidar com o encontro e, sobretudo, com a convivência que se estabelece a partir dele.</p>
<p>Quanto às questões locais, foram só alguns exemplos que me vieram. Não digo para tratarem especificamente disso, não&#8230; também sei o quanto eles estão presentes politicamente, ou pelo menos tentam e fazem questão de estar, em Natal e no movimento do teatro de grupo como um todo, mas eu só sei porque os conheço, não pela peça. Minha provocação é justamente que isso &#8211; essa presença, essa conexão, esse pertencimento &#8211; apareçam na obra, virem arte.</p>
<p>Um abraço e obrigada por comentar.</p>
<p>Juli =)</p>
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		<title>By: Alex Cordeiro</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/o-capitao-e-a-sereia/comment-page-1/#comment-2666</link>
		<dc:creator>Alex Cordeiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:01:34 +0000</pubDate>
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		<description>Pensar o complexo sistema de um coletivo é estar dentro de um risco constante. Lidar com a indivualidade (sim, uma vez que toda forma de convivência grupal se estabelece a partir do indivíduo) é lidar com a capacidade do encontro... Ai expandindo a possibilidade da palavra encontro: encontro estético, de velores socias, afetivos, políticos... e por ai vai. Enquanto as questões locais como prostituição e ou invasão americana, eles estão mais que conectados com a realidade coletivo x indivíduo da cidade do sol.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pensar o complexo sistema de um coletivo é estar dentro de um risco constante. Lidar com a indivualidade (sim, uma vez que toda forma de convivência grupal se estabelece a partir do indivíduo) é lidar com a capacidade do encontro&#8230; Ai expandindo a possibilidade da palavra encontro: encontro estético, de velores socias, afetivos, políticos&#8230; e por ai vai. Enquanto as questões locais como prostituição e ou invasão americana, eles estão mais que conectados com a realidade coletivo x indivíduo da cidade do sol.</p>
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