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	<title>Comments on: Retratos Falantes, Parte 2</title>
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		<title>By: Juliana</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/retratos-falantes-parte-2/comment-page-1/#comment-2303</link>
		<dc:creator>Juliana</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 04:23:03 +0000</pubDate>
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		<description>Eu que estou sendo muito crítica ou não há crítica aqui, mas só descrição do espetáculo?
Leca, não consegui entender seu ponto de vista a respeito do espetáculo... (apesar de um texto bem escrito)


Sei que este texto foi postado em abril de 2008. Estamos em junho de 2009 e o espetáculo está em cartaz no teatro Eva Herz, na livraria Cultura.

Gostei muito do primeiro monólogo, por Brian Penido, apesar de ser a atuação &quot;prevísivel&quot; do Tapa. É previsível, mas é redonda, limpa, com preocupação estética e simbólica. Transmite a solidão de cada personagem presente no projeto.

Quanto à atuação da Sra. Segall, foi a primeira vez que a vi. Tive a mesma dúvida que o Leonardo teve. &quot;É da atriz ou da personagem?&quot; Pra minha surpresa, que por um momento acreditei na incrível construção feita de uma senhora um pouco esquecida e aérea, não era da personagem...
A atriz entregou sua falta de segurança com o texto (atenção para as datas das apresentações) quando estragou a piada referente à criança que morrera de leucemia. 

Saí do teatro me questionando se seria um demértido. Cheguei à conclusão que não. Saber da sua dificuldade e usá-la a seu favor é um grande mérito! Que grande atriz poderia assumir para si que já não pode mais ter o frescor de um texto dramático e usar essa dificuldade para a construção de uma personagem brilhante? Beatriz Segall o fez.

É muito bacana ver nas fraquezas as maiores forças.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu que estou sendo muito crítica ou não há crítica aqui, mas só descrição do espetáculo?<br />
Leca, não consegui entender seu ponto de vista a respeito do espetáculo&#8230; (apesar de um texto bem escrito)</p>
<p>Sei que este texto foi postado em abril de 2008. Estamos em junho de 2009 e o espetáculo está em cartaz no teatro Eva Herz, na livraria Cultura.</p>
<p>Gostei muito do primeiro monólogo, por Brian Penido, apesar de ser a atuação &#8220;prevísivel&#8221; do Tapa. É previsível, mas é redonda, limpa, com preocupação estética e simbólica. Transmite a solidão de cada personagem presente no projeto.</p>
<p>Quanto à atuação da Sra. Segall, foi a primeira vez que a vi. Tive a mesma dúvida que o Leonardo teve. &#8220;É da atriz ou da personagem?&#8221; Pra minha surpresa, que por um momento acreditei na incrível construção feita de uma senhora um pouco esquecida e aérea, não era da personagem&#8230;<br />
A atriz entregou sua falta de segurança com o texto (atenção para as datas das apresentações) quando estragou a piada referente à criança que morrera de leucemia. </p>
<p>Saí do teatro me questionando se seria um demértido. Cheguei à conclusão que não. Saber da sua dificuldade e usá-la a seu favor é um grande mérito! Que grande atriz poderia assumir para si que já não pode mais ter o frescor de um texto dramático e usar essa dificuldade para a construção de uma personagem brilhante? Beatriz Segall o fez.</p>
<p>É muito bacana ver nas fraquezas as maiores forças.</p>
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		<title>By: Luciane Vasques Benini</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/retratos-falantes-parte-2/comment-page-1/#comment-1550</link>
		<dc:creator>Luciane Vasques Benini</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 18:35:14 +0000</pubDate>
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		<description>Ontem tive o privilégio de assistir a peça Retratos Falantes 2 com Brian Penido Ross  e Beatriz Segall.
Eu me via em várias passagens descritas por ela, e isso me fez dar várias gargalhadas, e pude ver que realmente  vc presta um serviço à sociedade escrevendo  reclamando de seus direitos de consumidora e cidadã, visando ñ só benefício próprio, como para aqueles que muitas vezes nem conhece quais são, por isso que eu grito...precisamos de educação, mas educação de qualidade. Essa peça abri muito a cabeças daqueles que acreditam q nunca dá em nada, é por isso q o nosso Brasil não está no lugar em que deveria estar. As leis só serão leis quando o povo acreditar que de grão em grão a galinha enche o papo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem tive o privilégio de assistir a peça Retratos Falantes 2 com Brian Penido Ross  e Beatriz Segall.<br />
Eu me via em várias passagens descritas por ela, e isso me fez dar várias gargalhadas, e pude ver que realmente  vc presta um serviço à sociedade escrevendo  reclamando de seus direitos de consumidora e cidadã, visando ñ só benefício próprio, como para aqueles que muitas vezes nem conhece quais são, por isso que eu grito&#8230;precisamos de educação, mas educação de qualidade. Essa peça abri muito a cabeças daqueles que acreditam q nunca dá em nada, é por isso q o nosso Brasil não está no lugar em que deveria estar. As leis só serão leis quando o povo acreditar que de grão em grão a galinha enche o papo.</p>
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		<title>By: Leonardo Shinohara</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/critica/retratos-falantes-parte-2/comment-page-1/#comment-1354</link>
		<dc:creator>Leonardo Shinohara</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2008 15:10:16 +0000</pubDate>
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		<description>Leca-

Assisti o espetaculo Retratos Falantes- parte 2 no penúltimo dia em cartaz e percebi também a Beatriz Segall atrapalhada com texto. Mas como isso provavelmente não aconteceria com uma atriz como ela, acredito que isso faz parte da propria personagem. E se pensarmos no papel que ela representava, o de uma senhora solitária que prima pela justiça e moral como você bem caracterizou, acredito que essas confusões no raciocinio certamente existiram no papel interpretado por ela. Para mim, ela estava divagando sobre os fatos que, para ela, eram problemas da sociedade que ela interagia.

Leo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Leca-</p>
<p>Assisti o espetaculo Retratos Falantes- parte 2 no penúltimo dia em cartaz e percebi também a Beatriz Segall atrapalhada com texto. Mas como isso provavelmente não aconteceria com uma atriz como ela, acredito que isso faz parte da propria personagem. E se pensarmos no papel que ela representava, o de uma senhora solitária que prima pela justiça e moral como você bem caracterizou, acredito que essas confusões no raciocinio certamente existiram no papel interpretado por ela. Para mim, ela estava divagando sobre os fatos que, para ela, eram problemas da sociedade que ela interagia.</p>
<p>Leo</p>
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