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	<title>Comments on: Apanhado FIT São José do Rio Preto 2009</title>
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		<title>By: Blog da Bacante &#187; Batendo papo na tarde chuvosa (!) de Brasília &#8211; parte 2</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/especial/apanhado-fit-sao-jose-do-rio-preto-2009/comment-page-1/#comment-2535</link>
		<dc:creator>Blog da Bacante &#187; Batendo papo na tarde chuvosa (!) de Brasília &#8211; parte 2</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 14:21:25 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Em São José do Rio Preto, na primeira, na segunda e na terceira vez que fui, tomei muitos sorvetes, fui ao mercado municipal, à biblioteca municipal e à igreja [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Em São José do Rio Preto, na primeira, na segunda e na terceira vez que fui, tomei muitos sorvetes, fui ao mercado municipal, à biblioteca municipal e à igreja [...]</p>
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		<title>By: Raphael</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/especial/apanhado-fit-sao-jose-do-rio-preto-2009/comment-page-1/#comment-2505</link>
		<dc:creator>Raphael</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 23:48:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=2009#comment-2505</guid>
		<description>Oi, Juli!

Pois é, também conheci pessoas que foram até a cidade vizinha, catanduva, só para comprar os ingressos. Soube de algumas cidades que começaram a vender os ingressos antes mesmo que o sesc rio preto. Para comprar peças como &quot;esta propriedade está condenada&quot;, que haviam, devido a lugares reservados para os patrocinadores, apenas uns 6 ingressos para vender (na rede sesc), fica delicadíssima a situação. Foram vendidos 70% dos ingressos na internet e 30% na rede sesc, sendo que os ingressos para os amigos patrocinadores estavam nos 30%, conforme dizem. 
Já vi peças com lugares sobrando e gente lá fora querendo entrar, sem poder. Em compensação, vi convidados sobrando, entrando sem ingresso com um simples &quot;ok&quot; daquele radinho que os caras que ficam na porta dos teatros seguram. 
No mínimo, tem que ser meio a meio. Como você disse, quanto mais o festival cresce, mais difícil cuidar disso. Mas algumas coisas óbvias como a pouca quantia à venda no sesc devem ser repensadas, na minha humilde opnião. Mesmo porque não é todo mundo que tem cartão de crédito, acesso à internet e tal. É o mínimo para um festival que quer levar teatro para todos (e não para todos que tenham cartão e etc).
Acho isso o fim, me dá uma revolta enorme.
Claro que é impossível resolver completamente, mas é que tem coisas tão óbvias que parece coisa de outro mundo. Deve haver medidas alternativas. Claro que também não estava sobrando dinheiro para encher de apresentações, mas sobrando para dar bolsas e camisetas às pessoas da classe teatral sobrava. E sobra. E não sobra para as peças de rua....
Queria ter assistido &quot;é poesia popular&quot;, mas não moro em rio preto, tinha que viajar todo dia e acabei não assistindo. Você assistiu? Gostou? Falaram bem mal dela no subjetivo (que era bem subjetivo mesmo), mas o pessoal que assistiu diz que foi maldade. Não sei.
Aliás, o módulo aldeia fit é bem questionável. Que adianta reservar uma cota para as companhias de rio preto se elas não, hãm, tem tanta abertura (ou mesmo, preparo (isso não foi maldoso de minha parte, olho até com bons olhos, mas sempre me decepiciono))?
Quanto aos críticos, fui maldosinho ao chamá-los de besta, mas, realmente, são sempre os mesmos. Mais do mesmo. Logo, logo, vai virar menos do mesmo, né?

É, mas eu só queria falar do problema dos ingressos, que foram pessimamente distribuídos. Espero uma boa atitide no ano que vem (e uma boa atitude quanto ao módulo aldeia fit nos próximos anos).

Beijos e até mais,
Rapha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Juli!</p>
<p>Pois é, também conheci pessoas que foram até a cidade vizinha, catanduva, só para comprar os ingressos. Soube de algumas cidades que começaram a vender os ingressos antes mesmo que o sesc rio preto. Para comprar peças como &#8220;esta propriedade está condenada&#8221;, que haviam, devido a lugares reservados para os patrocinadores, apenas uns 6 ingressos para vender (na rede sesc), fica delicadíssima a situação. Foram vendidos 70% dos ingressos na internet e 30% na rede sesc, sendo que os ingressos para os amigos patrocinadores estavam nos 30%, conforme dizem.<br />
Já vi peças com lugares sobrando e gente lá fora querendo entrar, sem poder. Em compensação, vi convidados sobrando, entrando sem ingresso com um simples &#8220;ok&#8221; daquele radinho que os caras que ficam na porta dos teatros seguram.<br />
No mínimo, tem que ser meio a meio. Como você disse, quanto mais o festival cresce, mais difícil cuidar disso. Mas algumas coisas óbvias como a pouca quantia à venda no sesc devem ser repensadas, na minha humilde opnião. Mesmo porque não é todo mundo que tem cartão de crédito, acesso à internet e tal. É o mínimo para um festival que quer levar teatro para todos (e não para todos que tenham cartão e etc).<br />
Acho isso o fim, me dá uma revolta enorme.<br />
Claro que é impossível resolver completamente, mas é que tem coisas tão óbvias que parece coisa de outro mundo. Deve haver medidas alternativas. Claro que também não estava sobrando dinheiro para encher de apresentações, mas sobrando para dar bolsas e camisetas às pessoas da classe teatral sobrava. E sobra. E não sobra para as peças de rua&#8230;.<br />
Queria ter assistido &#8220;é poesia popular&#8221;, mas não moro em rio preto, tinha que viajar todo dia e acabei não assistindo. Você assistiu? Gostou? Falaram bem mal dela no subjetivo (que era bem subjetivo mesmo), mas o pessoal que assistiu diz que foi maldade. Não sei.<br />
Aliás, o módulo aldeia fit é bem questionável. Que adianta reservar uma cota para as companhias de rio preto se elas não, hãm, tem tanta abertura (ou mesmo, preparo (isso não foi maldoso de minha parte, olho até com bons olhos, mas sempre me decepiciono))?<br />
Quanto aos críticos, fui maldosinho ao chamá-los de besta, mas, realmente, são sempre os mesmos. Mais do mesmo. Logo, logo, vai virar menos do mesmo, né?</p>
<p>É, mas eu só queria falar do problema dos ingressos, que foram pessimamente distribuídos. Espero uma boa atitide no ano que vem (e uma boa atitude quanto ao módulo aldeia fit nos próximos anos).</p>
<p>Beijos e até mais,<br />
Rapha.</p>
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		<title>By: Revista Bacante</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/especial/apanhado-fit-sao-jose-do-rio-preto-2009/comment-page-1/#comment-2494</link>
		<dc:creator>Revista Bacante</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 23:00:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=2009#comment-2494</guid>
		<description>Oi, Raphael.

Muito importante seu comentário. Como você pôde ver, isso não é uma reportagem sobre o FIT, é apenas uma postagem reunindo os links de tudo o que escrevemos. Por isso, diferentemente dos anos anteriores, não abordei questões sobre a organização do Festival aqui no Especial. Mas, logo mais, entra aqui de novo que vamos postar vídeos que têm um pouco mais de crítica à lógica de festivais e da própria crítica.

Esse problema de distribuição de ingressos é bem complicado, mesmo. Soube de pessoas da cidade que foram até a cidade vizinha e dormiram lá (!) pra poder comprar ingressos. Claro que quanto mais o Festival cresce, mais difícil fica cuidar disso, né? 

Quanto à lotação dos espetáculos, é sempre uma experiência que depende muito de quem vivenciou e como filtrou. Digo isso porque eu, por exemplo, não consegui assistir Kassandra no FIT. Então, é impossível &quot;resolver&quot; totalmente. Mas concordo contigo que houve uma tentativa interessante ao fazerem apresentações durante o FIT todo.

Também senti falta de mais peças de rua. Você assistiu &quot;É Poesia Popular&quot;? Outra questão que pode ter influenciado um pouco na &quot;oferta&quot; de peças é o fato de eles estarem testando aquela idéia de circular com as peças por outras cidades da região.

Finalmente, sobre a cobertura, o Festival não nos convidou oficialmente, mas a assessoria de imprensa nos apoiou com transporte. Os ingressos é que foi um fuá pra conseguir! E quanto aos convidados oficiais da imprensa para cobrirem o Festival, não dá pra generalizar que sejam bestas, mas dá pra dizer que são sempre os mesmos, sem dúvida.

Beijos e até mais,
Juli =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Raphael.</p>
<p>Muito importante seu comentário. Como você pôde ver, isso não é uma reportagem sobre o FIT, é apenas uma postagem reunindo os links de tudo o que escrevemos. Por isso, diferentemente dos anos anteriores, não abordei questões sobre a organização do Festival aqui no Especial. Mas, logo mais, entra aqui de novo que vamos postar vídeos que têm um pouco mais de crítica à lógica de festivais e da própria crítica.</p>
<p>Esse problema de distribuição de ingressos é bem complicado, mesmo. Soube de pessoas da cidade que foram até a cidade vizinha e dormiram lá (!) pra poder comprar ingressos. Claro que quanto mais o Festival cresce, mais difícil fica cuidar disso, né? </p>
<p>Quanto à lotação dos espetáculos, é sempre uma experiência que depende muito de quem vivenciou e como filtrou. Digo isso porque eu, por exemplo, não consegui assistir Kassandra no FIT. Então, é impossível &#8220;resolver&#8221; totalmente. Mas concordo contigo que houve uma tentativa interessante ao fazerem apresentações durante o FIT todo.</p>
<p>Também senti falta de mais peças de rua. Você assistiu &#8220;É Poesia Popular&#8221;? Outra questão que pode ter influenciado um pouco na &#8220;oferta&#8221; de peças é o fato de eles estarem testando aquela idéia de circular com as peças por outras cidades da região.</p>
<p>Finalmente, sobre a cobertura, o Festival não nos convidou oficialmente, mas a assessoria de imprensa nos apoiou com transporte. Os ingressos é que foi um fuá pra conseguir! E quanto aos convidados oficiais da imprensa para cobrirem o Festival, não dá pra generalizar que sejam bestas, mas dá pra dizer que são sempre os mesmos, sem dúvida.</p>
<p>Beijos e até mais,<br />
Juli =)</p>
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		<title>By: Raphael</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/especial/apanhado-fit-sao-jose-do-rio-preto-2009/comment-page-1/#comment-2493</link>
		<dc:creator>Raphael</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 22:22:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bacante.com.br/revista/?p=2009#comment-2493</guid>
		<description>Faltou falar do absurdo da venda de ingressos. Muitíssimas peças, inclusive as mais concorridas (sim, haviam peças mais concorridas, mesmo em um festival que se julga popularesco), ou seja, da Cia dos Atores, tinham cotas de ingresso exclusivas para os patrocinadores, convidados, etc e tal. Eu NÃO consegui assistir a &quot;Essa propriedade está condenada&quot; porque não havia, nem na internet nem na bilheteria do sesc, ingressos sufucientes disponíveis. A apresentação do dia que eu precisava comprar (porque no outro dia ela coincidiria com outro espetáculo), havia apenas uns 5 ingressos pra vender, porque o resto o Jorge Bege fez o favor de reservar para seus coleguinhas. Fiquei extremamente fudido, algumas eu já tinha assistido, algumas eu viria a assistir, mas essa eu não vi.  O pior: fui na porta tentar entrar (nunca fiz isso), não entrei mas vi todo mundo entrando e fazendo o lugar explodir de pessoas. Tinha uns 10 a mais, segundo o cara que contava os bilhetes, todos coleguinhas do Sr. Bege. Quando &quot;Kassandra in process&quot; veio pro fit há uns anos atrás, só tinha lugar para 40 pessoas, mas eles resolveram isso apresentando a peça durante todos os dias do festival.
E esse negócio de ter que escolher entre um peça ou outra por coincidir os horários é uma coisa terrível, não esperava por isso. E as poucas peças de rua (pelo menos boas). E mais uns detalhes que me esqueci agora.
Dinheiro pra dar bolsa e camisetinha para os atores os caras têm, mas para colocar mais apresentações na grade, tsc tsc, ninguém tem. Um festival hermético, quem precisa disso?
Festival muito bom, vou todo ano, mas dessa vez eles cagaram. Nem convidaram vocês pra cobrir, vocês foram por conta própria. Aposto que convidaram uns bestas pra cobrir; nem sei, mas é bem provável.
Abracíssimo e até mais.
Rapha</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Faltou falar do absurdo da venda de ingressos. Muitíssimas peças, inclusive as mais concorridas (sim, haviam peças mais concorridas, mesmo em um festival que se julga popularesco), ou seja, da Cia dos Atores, tinham cotas de ingresso exclusivas para os patrocinadores, convidados, etc e tal. Eu NÃO consegui assistir a &#8220;Essa propriedade está condenada&#8221; porque não havia, nem na internet nem na bilheteria do sesc, ingressos sufucientes disponíveis. A apresentação do dia que eu precisava comprar (porque no outro dia ela coincidiria com outro espetáculo), havia apenas uns 5 ingressos pra vender, porque o resto o Jorge Bege fez o favor de reservar para seus coleguinhas. Fiquei extremamente fudido, algumas eu já tinha assistido, algumas eu viria a assistir, mas essa eu não vi.  O pior: fui na porta tentar entrar (nunca fiz isso), não entrei mas vi todo mundo entrando e fazendo o lugar explodir de pessoas. Tinha uns 10 a mais, segundo o cara que contava os bilhetes, todos coleguinhas do Sr. Bege. Quando &#8220;Kassandra in process&#8221; veio pro fit há uns anos atrás, só tinha lugar para 40 pessoas, mas eles resolveram isso apresentando a peça durante todos os dias do festival.<br />
E esse negócio de ter que escolher entre um peça ou outra por coincidir os horários é uma coisa terrível, não esperava por isso. E as poucas peças de rua (pelo menos boas). E mais uns detalhes que me esqueci agora.<br />
Dinheiro pra dar bolsa e camisetinha para os atores os caras têm, mas para colocar mais apresentações na grade, tsc tsc, ninguém tem. Um festival hermético, quem precisa disso?<br />
Festival muito bom, vou todo ano, mas dessa vez eles cagaram. Nem convidaram vocês pra cobrir, vocês foram por conta própria. Aposto que convidaram uns bestas pra cobrir; nem sei, mas é bem provável.<br />
Abracíssimo e até mais.<br />
Rapha</p>
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