Crítica | E se fez a Praça Roosevelt em 7 dias por Revista Bacante
A maior trilogia de todos os tempos
Às 14h da última Sexta-feira Santa, enquanto a maior parte dos seres humanos se preparava pra comer a sobremesa do bacalhau, a fila na frente do teatro dos Satyros 1 já chegava na rua e o primeiro espetáculo da parte final da Trilogia da Praça Roosevelt se iniciava com a casa cheia.
“Transex” e “A Vida na Praça Roosevelt” foram as duas primeiras peças da maior trilogia de todos os tempos, que contou ao todo com 9 peças. 7 delas são inéditas e foram encenadas numa maratona na Sexta-feira Santa, que só terminou às 3 da manhã do Sábado de (ufa!) Aleluia. Por aí entendemos que o pessoal do teatro não sabe contar muito bem, afinal o ideal seria chamar de nonalogia. Mas quem somos nós pra questionar o que é 3 e o que é 9, não é mesmo minha gente?
O projeto convidou 7 dramaturgos e 6 diretores para montar espetáculos tendo a praça como tema. Foi um trabalho árduo passar o dia inteiro assistindo a peças tão diversas, mas a equipe Bacante estava lá e não faltou peça, público, nem fato pra gente comentar. Fecha os olhos, aponta pra um dia da semana e lá estará a sua peça:
E se fez a Praça Roosevelt em 7 dias:
- Segunda-feira: O Amor do Sim
- Terça-feira: Na Noite da Praça
- Quarta-feira: Impostura
- Quinta-feira: Hoje é dia do Amor
- Sexta-Feira: A Noite do Aquário
- Sábado: Assassinos, Suínos e Outras Histórias na Praça Roosevelt
- Domingo: Uma Pilha de Pratos na Cozinha
Publicado em 12, April, 2007

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