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	<title>Comments on: Abril de 2008</title>
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	<link>http://www.bacante.com.br/revista/editorial/abril-de-2008</link>
	<description>Teatro com crítica e humor</description>
	<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 05:49:18 +0000</pubDate>
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		<title>By: maria</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/revista/editorial/abril-de-2008#comment-1647</link>
		<dc:creator>maria</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 14:42:50 +0000</pubDate>
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		<description>gente, estou basbacada! (existe mesmo esse nome?) , vcs são uma delícia! um axé prô ivan, fiquei curiosa em entender melhor a referência à linearidade aristotélica...
viva os e as bacantes!
abraços,
maria</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gente, estou basbacada! (existe mesmo esse nome?) , vcs são uma delícia! um axé prô ivan, fiquei curiosa em entender melhor a referência à linearidade aristotélica&#8230;<br />
viva os e as bacantes!<br />
abraços,<br />
maria</p>
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	<item>
		<title>By: Juli =)</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/revista/editorial/abril-de-2008#comment-1216</link>
		<dc:creator>Juli =)</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 20:21:19 +0000</pubDate>
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		<description>É, Astier... agora já tá no rolo, nem adianta chorar o leite derramado.

Viu, Ronaldo, a gente já pensou em algo assim. Pensamos, por exemplo, em linkar pra algum guia pra ficar mais completo, mas os guias geralmente não são muito confiáveis, né? E nós não temos condição (tipo mão-de-obra escraviária mesmo) pra fazer nosso prório guia. 

De todo modo, valeu pela sugestão. Vamos pensando, ok?

Beijos,
Juli =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É, Astier&#8230; agora já tá no rolo, nem adianta chorar o leite derramado.</p>
<p>Viu, Ronaldo, a gente já pensou em algo assim. Pensamos, por exemplo, em linkar pra algum guia pra ficar mais completo, mas os guias geralmente não são muito confiáveis, né? E nós não temos condição (tipo mão-de-obra escraviária mesmo) pra fazer nosso prório guia. </p>
<p>De todo modo, valeu pela sugestão. Vamos pensando, ok?</p>
<p>Beijos,<br />
Juli =)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Ronaldo</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/revista/editorial/abril-de-2008#comment-1164</link>
		<dc:creator>Ronaldo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 12:09:04 +0000</pubDate>
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		<description>Ei, o que vocês acham de colocar o "serviço" dos espetáculos criticados? Pelo menos a cidade, o teatro...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ei, o que vocês acham de colocar o &#8220;serviço&#8221; dos espetáculos criticados? Pelo menos a cidade, o teatro&#8230;</p>
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		<title>By: astier basílio</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/revista/editorial/abril-de-2008#comment-1162</link>
		<dc:creator>astier basílio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 13:28:41 +0000</pubDate>
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		<description>esse negócio de ser leitor silencioso, ao menos pra mim é perigo, comecei assim e hoje....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>esse negócio de ser leitor silencioso, ao menos pra mim é perigo, comecei assim e hoje&#8230;.</p>
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	<item>
		<title>By: Leca Perrechil</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/revista/editorial/abril-de-2008#comment-1154</link>
		<dc:creator>Leca Perrechil</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2008 03:42:12 +0000</pubDate>
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		<description>Lembrando sempre que a Bacante é a única revista de teatro com cota de 10% para pessoas que já tiveram dengue.
Valeu, Ivan!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lembrando sempre que a Bacante é a única revista de teatro com cota de 10% para pessoas que já tiveram dengue.<br />
Valeu, Ivan!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Juli =)</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/revista/editorial/abril-de-2008#comment-1150</link>
		<dc:creator>Juli =)</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 22:02:12 +0000</pubDate>
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		<description>Opa! Precisa fazer um ano pra você ecoar? rs Sendo assim, bem-vindo ao espaço onde você também faz a Bacante. O espaço que, quando utilizado ajuda a romper a tal fronteira (reflexão X arte ou crítica X produção artística) de que você tanto fala e com a qual a gente fica brigando toda semana. Essa briga é a razão de ser disso aqui. E quando, depois do silêncio, há o eco... isso é muito doido! (sem trocadilhos. Ainda!) Vamos ensaiando... em todos os sentidos.

Beijo e brigada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Opa! Precisa fazer um ano pra você ecoar? rs Sendo assim, bem-vindo ao espaço onde você também faz a Bacante. O espaço que, quando utilizado ajuda a romper a tal fronteira (reflexão X arte ou crítica X produção artística) de que você tanto fala e com a qual a gente fica brigando toda semana. Essa briga é a razão de ser disso aqui. E quando, depois do silêncio, há o eco&#8230; isso é muito doido! (sem trocadilhos. Ainda!) Vamos ensaiando&#8230; em todos os sentidos.</p>
<p>Beijo e brigada.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Maurício Alcântara</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/revista/editorial/abril-de-2008#comment-1149</link>
		<dc:creator>Maurício Alcântara</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 21:40:15 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com o Fabrício.
Só adiciono um comentário: esse moço não perde oportunidade pra fazer piada com dengue!!!
hahaha...
Valeu, Ivan!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com o Fabrício.<br />
Só adiciono um comentário: esse moço não perde oportunidade pra fazer piada com dengue!!!<br />
hahaha&#8230;<br />
Valeu, Ivan!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Fabrício</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/revista/editorial/abril-de-2008#comment-1146</link>
		<dc:creator>Fabrício</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 19:34:48 +0000</pubDate>
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		<description>Apelou.
Não sobraram palavras.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apelou.<br />
Não sobraram palavras.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: ivan delmanto</title>
		<link>http://www.bacante.com.br/revista/editorial/abril-de-2008#comment-1143</link>
		<dc:creator>ivan delmanto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 19:21:45 +0000</pubDate>
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		<description>“Destinado a ver a luz, e não o iluminado” (Göethe)

Parabéns por um ano de improviso! O melhor é que, mesmo depois de um ano, o improviso não se tornou encenação, o que geralmente acaba como sinônimo de água estagnada (em tempos de dengue, isto pode ser perigoso). 
Sou um leitor silencioso dos textos, porque gosto de ler cada crítica por dentro, para que cada palavra ecoe junto com as minhas: sou um leitor silencioso porque gosto de ler os textos de vocês repetindo as palavras mudamente, como quem masca pedras, que geralmente se abrem com leveza, em um gosto diferente.
Hoje deixo de ser um leitor silencioso porque, se as datas comemorativas são instantes de rememoração, estou rememorando, não mais em silêncio, os textos ba-cânticos que li, mastigando-os de novo, saboreando-os mais uma vez, e saindo aqui do meu espaço de sombras para falar um pouco sobre o que este aniversário me desperta. 
Primeiro me desperta do silêncio, na vontade que tenho de dizer o quanto acho importante uma crítica nova, capaz de encarar os novos desafios propostos por um momento histórico em que a mercadoria já ocupou há muito o terreno dos palcos, estabelecendo formas artísticas e de produção cada vez mais próximas de um curso de auto-ajuda para empresários iniciantes. Nisto, a bacante é pedra no sapato dos velhos críticos de resenha pronta, que assolam a história dos nossos teatros, desde que a indústria cultural começou a dar as cartas por aqui. Continuamos a não ter uma crítica capaz de refletir para além dos parâmetros do mercado e de sua forma hegemônica, o drama, e nisto a experiência da bacante, e dos seus produtores, - que são também artistas - , é essencial: é possível sim refletir sobre teatro levando em conta que há muito a linearidade aristotélica (da forma teatral e da mercadoria) vem sendo corroída, negada, transformada e superada por experiências artísticas preocupadas em dar novas formas à nossa vida danificada. 
Experiência artística. Para já entrar no único presente de aniversário que me parece ser útil à bacante, a crítica, o que mais gosto nos textos são os momentos em que eles me parecem romper as fronteiras da divisão entre reflexão e arte: são os momentos em que os textos da bacante - como na utopia dos críticos de arte do romantismo (Novalis, os irmãos Schlegel)  -, aproximam-se perigosamente da arte. Momentos em que a fronteira entre crítica e produção artística se rompe, quando a ironia é sutil, quando o humor é escrachado, quando a forma do texto reproduz a experiência estética sugerida pela forma da peça. 
Se eu pudesse, nesta minha saída rápida do silêncio, indicar o que me encanta na bacante, formando ao mesmo tempo uma sugestão crítica de novos caminhos, eu diria: este entrelaçamento descoberto, mas ainda não levado às últimas consequências, entre texto literário e texto crítico, entre análise e narrativa, entre reflexão e criação, entre  negação e deboche, aumenta o potencial crítico dos textos, propondo uma maneira nova de ver e pensar sobre teatro. 
Nos anos que se seguirão, eu gostaria de devorar em novos silêncios povoados por bacantes, textos em que o delírio da arte surge imerso no propósito crítico. Não é outra a definição que os românticos alemães davam ao que eles chamavam de ENSAIO, um gênero híbrido entre arte e filosofia, capaz de tatear o objeto artístico e iluminá-lo sob todos os ângulos, - de dentro de um olhar também ele artístico- ,  revelando suas contradições e situando os seus procedimentos formais em estrita relação com o mundo que os gera. Os textos da bacante que povoam meus silêncios são sempre saborosos. Mas quando eles conseguem, como em um ensaio de uma peça sonhada, me levar pelos caminhos do delírio e da reflexão, eu sinto vontade de sair do silêncio e ecoar o que leio.
Parabéns a todos
Ivan Delmanto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“Destinado a ver a luz, e não o iluminado” (Göethe)</p>
<p>Parabéns por um ano de improviso! O melhor é que, mesmo depois de um ano, o improviso não se tornou encenação, o que geralmente acaba como sinônimo de água estagnada (em tempos de dengue, isto pode ser perigoso).<br />
Sou um leitor silencioso dos textos, porque gosto de ler cada crítica por dentro, para que cada palavra ecoe junto com as minhas: sou um leitor silencioso porque gosto de ler os textos de vocês repetindo as palavras mudamente, como quem masca pedras, que geralmente se abrem com leveza, em um gosto diferente.<br />
Hoje deixo de ser um leitor silencioso porque, se as datas comemorativas são instantes de rememoração, estou rememorando, não mais em silêncio, os textos ba-cânticos que li, mastigando-os de novo, saboreando-os mais uma vez, e saindo aqui do meu espaço de sombras para falar um pouco sobre o que este aniversário me desperta.<br />
Primeiro me desperta do silêncio, na vontade que tenho de dizer o quanto acho importante uma crítica nova, capaz de encarar os novos desafios propostos por um momento histórico em que a mercadoria já ocupou há muito o terreno dos palcos, estabelecendo formas artísticas e de produção cada vez mais próximas de um curso de auto-ajuda para empresários iniciantes. Nisto, a bacante é pedra no sapato dos velhos críticos de resenha pronta, que assolam a história dos nossos teatros, desde que a indústria cultural começou a dar as cartas por aqui. Continuamos a não ter uma crítica capaz de refletir para além dos parâmetros do mercado e de sua forma hegemônica, o drama, e nisto a experiência da bacante, e dos seus produtores, - que são também artistas - , é essencial: é possível sim refletir sobre teatro levando em conta que há muito a linearidade aristotélica (da forma teatral e da mercadoria) vem sendo corroída, negada, transformada e superada por experiências artísticas preocupadas em dar novas formas à nossa vida danificada.<br />
Experiência artística. Para já entrar no único presente de aniversário que me parece ser útil à bacante, a crítica, o que mais gosto nos textos são os momentos em que eles me parecem romper as fronteiras da divisão entre reflexão e arte: são os momentos em que os textos da bacante - como na utopia dos críticos de arte do romantismo (Novalis, os irmãos Schlegel)  -, aproximam-se perigosamente da arte. Momentos em que a fronteira entre crítica e produção artística se rompe, quando a ironia é sutil, quando o humor é escrachado, quando a forma do texto reproduz a experiência estética sugerida pela forma da peça.<br />
Se eu pudesse, nesta minha saída rápida do silêncio, indicar o que me encanta na bacante, formando ao mesmo tempo uma sugestão crítica de novos caminhos, eu diria: este entrelaçamento descoberto, mas ainda não levado às últimas consequências, entre texto literário e texto crítico, entre análise e narrativa, entre reflexão e criação, entre  negação e deboche, aumenta o potencial crítico dos textos, propondo uma maneira nova de ver e pensar sobre teatro.<br />
Nos anos que se seguirão, eu gostaria de devorar em novos silêncios povoados por bacantes, textos em que o delírio da arte surge imerso no propósito crítico. Não é outra a definição que os românticos alemães davam ao que eles chamavam de ENSAIO, um gênero híbrido entre arte e filosofia, capaz de tatear o objeto artístico e iluminá-lo sob todos os ângulos, - de dentro de um olhar também ele artístico- ,  revelando suas contradições e situando os seus procedimentos formais em estrita relação com o mundo que os gera. Os textos da bacante que povoam meus silêncios são sempre saborosos. Mas quando eles conseguem, como em um ensaio de uma peça sonhada, me levar pelos caminhos do delírio e da reflexão, eu sinto vontade de sair do silêncio e ecoar o que leio.<br />
Parabéns a todos<br />
Ivan Delmanto</p>
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